Leandro Neto

Leandro Neto
Jorge Pereira durante a descontraída entrevista concedida à apresentadora Leda Nagle sobre o  “Rio Heroes” ( Cortesia : Divulgação ).

As lutas de Vale Tudo estão de volta com a nova produção do campeonato “Rio Heroes”. E não estamos falando da série lançada pela Fox e NBC Universal em 24 de Fevereiro passado.
O promotor dessa nova fase do torneio é o mesmo Jorge Pereira, um  faixa coral de Jiu -Jitsu brasileiro ( 7º grau da faixa preta ), retratado na série inspirada em sua vida e coproduzida entre Mixer Films, NBCUniversal e Fox Group Network.

O Carioca, que cresceu no município de Volta Redonda, treinou Jiu -Jitsu com Rickson Gracie e Marcelo Behring e também foi lutador de Vale Tudo.
Foi por causa da família Gracie e de de Marcelo Behring, inclusive, que ele foi introduzido nas lutas de Vale Tudo.
Apesar de também ter lutado sob as regras modernas do MMA em eventos do porte do WEF e do KOTC nos EUA, Jorge sempre preferiu as lutas sem regras e sem luvas.

Psicólogo, Jornalista e Professor de Jiu-Jitsu, Jorge contou porque resolveu voltar com as competições nesse antigo formato :
—  “Eu não estou trazendo o retrocesso, eu só quero uma coisa mais intensa.  Lutas sem o tempo de ‘Round’, sem muitas regras, só as ‘regras de honra’ e sem luvas ”.  – Comentou Jorge, em entrevista concedida à Leda Nagle, no canal da apresentadora na internet.
( Leda Nagle é uma jornalista com muita credibilidade em nosso país e que, provavelmente, o leitor já acompanhou o seu trabalho, uma vez que a mesma foi apresentadora do programa semanal Sem Censura, durante 20 anos na TV Brasil ).

Jorge construiu um cartel de 10 vitórias e 4 derrotas como lutador profissional, antes de iniciar a carreira de promotor de eventos.
Ao contrário da primeira fase do campeonato “Rio Heroes” cujas lutas foram realizadas em Osasco-SP e sem apoio da polícia, da prefeitura, nem de ninguém, os próximos eventos serão promovidos dentro da legalidade.
Além do que, a promoção de lutas sem luvas no Brasil não é crime e até por existir-também - um orgão oficial de sanção do esporte : a Confederação Brasileira de lutas Vale Tudo, com quem Jorge estará trabalhando para fazer tudo ‘dentro dos conformes’.

Os novos campeonatos serão promovidos na cidade de São Paulo e contarão com 8 supervisores da Confederação Brasileira de lutas Vale Tudo coordenando tudo para que as lutas transcorram dentro da ‘normalidade’ do esporte classificado como “a verdadeira luta de Homens”.
Cada luta terá dois ‘Rounds’ de 30 minutos cada ( caso não haja vitória no primeiro ), sem luvas, valendo tiro de meta, cotovelada, cabeçada e com a implementação das ‘regras de honra’:
Não vale torcer os dedos do adversário, não vale morder, não vale dedo no olho, não vale puxar o cabelo e não vale atacar os órgão genitais do oponente. O resto, “Vale Tudo”.
As competições terão lugar numa academia da zona norte de São Paulo e ao invés do do costumeiro ‘octógono’ as lutas acontecerão num ringue de boxe, aproximando-se do formato implementado por Carlos e Hélio Gracie, onde o Jiu -Jitsu brasileiro poderá lutar em igualdades de condições com qualquer outra arte marcial do mundo.

—  “MMA é banana e Vale Tudo é laranja. São dois produtos completamente diferentes. Há quem goste só de um e há também quem goste dos dois. Mas o Vale Tudo não é um produto comercial. Eu quero com o ‘Rio Heroes’ trazer a realidade de uma ‘luta de rua’ para as competições”.  –   Acrescentou Jorge Pereira.

É bem verdade que algumas personalidades brasileiras sempre prestigiaram as  competições de Vale Tudo.
À título de ilustração, podemos citar alguns poucos nomes, como os atores globais Stepan Nercessian e Alexandre Frota, e os jogadores de futebol Romário e Edmundo, sempre presentes às noitadas do IVC - International Vale Tudo Championship - promovidas por Sérgio Batarelli no luxuoso Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.
Também recentemente, os idealizadores da série “Rio Heroes” chegaram a declarar em entrevista que  “começaram a entender o fascínio das pessoas pelas lutas de Vale Tudo”.

Os lutadores interessados em lutar no “Rio Heroes” podem entrar em contato com os promotores do evento.
Os organizadores do novo “Rio Heroes” são Jorge Pereira, Carlos Andreoli e Rogério Garbini.

*Fonte - Créditos : Escrito por: Oriosvaldo Costa | 04/08/2018.

** P.S.: Para ver a entrevista de Jorge Pereira concedida à Leda Nagle, clique no ‘link’ abaixo ( ou copie e cole no seu navegador ) :
Lutador Jorge Pereira : luta de rua, sem luvas, sem regras.


Foto acima :  Jorge Pereira durante a descontraída entrevista concedida à apresentadora Leda Nagle sobre o  “Rio Heroes” ( Cortesia : Divulgação ).

Abaixo :  O Ator Murilo Rosa que interpretou Jorge Pereira na série “Rio Heroes” inspirada na vida do lutador ( Cortesia : Arquivo pessoal  Jorge Pereira ).

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O ‘pôster’ de divulgação do “2018 Mixed Martial Arts Mega Mayhem”.  ( Cortesia : Divulgação ).

Uma nova empresa está surgindo e promete abalar as estruturas do mercado das promoções de MMA.
Trata-se da Diamond World Fights, que é dedicada a promover eventos de MMA, Boxe e Wrestling de alta qualidade, shows autênticos e profissionais em todo o mundo.
A Diamond World Fights é controlada pela Stallings Minor & Associates.

A proprietária da Diamond World Fights é Gail Stallings. Ela é uma ex-repórter de TV e apresentadora de ‘talk show’ que abandonou a indústria de notícias para assumir uma posição de relações públicas do governo.
De 1989 a 2014, Gail serviu como chefe de relações comunitárias e porta-voz do departamento de correção do estado de Delaware, USA. Simultaneamente ela trabalhou por muitos anos como professora adjunta da Universidade de Wilmington, lecionando diversos cursos de comunicação.

Logo após se aposentar do emprego no governo após 25 anos de serviço, Gail lançou um escritório de relações públicas, escritura de bolsa e aquisição de recursos. Seu sucesso na aquisição de fundos lhe rendeu a oportunidade de trabalhar para um promotor de boxe, onde aprendeu muito e fez um grande número de amigos no mundo dos esportes de combate. Gail ainda dirige a firma, Stallings Minor & Associates, com  Wali Minor.


Gail também coordenou muitos eventos importantes ao longo de sua carreira. Isso inclui sua responsabilidade de garantir e negociar contratos para mais de 100 artistas em Wilmington, como quando trabalhou desde o primeiro ano do “First Night Wilmington”, naquela que é a cidade mais populosa do estado norte-americano de Delaware.
Ela planejou as atividades para uma grande tenda em ‘Point to Point’ ( versão de Delaware do ‘Kentucky Derby’ ). Isso nomeia apenas alguns de seus projetos.

Seu sócio na Diamond World Fights é o mesmo Wali Minor. Ele é o diretor de negócios e logística. Embora jovem, ele tem estado ativo nas lutas da Stallings Minor & Associate e Diamond World desde o início. Wali trabalhou ajudando várias estrelas da indústria, incluindo Roy Jones Jr. durante sua luta de 2017 contra Bobby Gunn.
A equipe do Diamond World Fights é composta ainda pelo Sr. Dwayne Adams.

Agora, Gail e Wali estão à procura de profissionais sub-classificados e mesmo aqueles que já estão em ascensão nos esportes de combate para darem a estes uma oportunidade de mostrarem os seus talentos e leva-los ao estrelato.

De acordo com os relatórios já divulgados pela Diamond World Fights, ‘matchmakers’, treinadores e lutadores de todo o mundo já entraram em contato com a organização para assinar antes mesmo do primeiro evento ser realizado. “Isso é encorajador e poderoso”, comentou  Gail Stallings. “Estamos construindo uma marca de qualidade que promove o lado atlético dos esportes de contato. Temos a intenção de cultivar atletas fortes, qualificados e disciplinados, os melhores no esporte de combate. Acreditamos que quanto mais habilidoso você estiver no ofício e quanto mais preparado você estiver no preparo físico, mais forte será o lutador”.

A organização foi criada a partir do estímulo de colegas de trabalho após o envolvimento de Gail com um evento nacional de boxe. Depois de algum incentivo, ela concordou em usar sua experiência em marketing e negócios, juntamente com sua experiência em aquisições de fundos e recursos para montar uma organização de lutas de MMA. Um ano depois veio o desenvolvimento do Diamond World Fights.

O show de estréia da Diamond World Fights irá se chamar “2018 Mixed Martial Arts Mega Mayhem”.
O evento será realizado no dia 5 de Outubro e terá lugar no Centro de Carpenter da Universidade de Delaware em Newark, Delaware. O local tem capacidade para receber 5.100 pessoas devidamente acomodadas em suas instalações.

Nós entramos em contato a promotora e CEO Gail Stallings para nos inteiramos à respeito do ‘card’ inaugural do show e descobrimos que um conhecido nosso já foi escalado para essa super estréia.

Trata-se do veterano Shannon “The Cannon” Ritch ( 47 anos ) , um dos lutadores de MMA mais ativos do mundo e que ostenta um registro no Sherdog composto por 57-84-4.

Shannon já encarou verdadeiras lendas do esporte tais como Dan Severn, Kazushi Sakuraba, Shonnie Carter, Yuki Kondo, Frank Shamrock, Renato Veríssimo e José “ Pelé ” Landy entre muitos outros adversários, e também já lutou em vários países pelo mundo. Ele iniciou a sua carreira em uma época em que esse esporte era chamado pelos americanos de “Anytihng Goes”, “No Rules Fight”, e ainda “No Holds Barred” ( NHB ), continuando em plena atividade até os dias de hoje.
Só no ano passado Shannon fez duas lutas na Califórina ( Gladiators cahllenge e World Fighting federation ), uma em Tijuana, México ( Império MMA ), e mais duas lutas na China ( The Legend King Championship e Rebel FC ).
Esse ano ele já lutou MMA pelo Gender Wars.

Seu adversário no show de 5 de Outubro é conhecido como  “Young Blood”, um antigo Wrestler profissional da WWF, e que também foi Wrestler em seus tempos de faculdade.
Agora “Young Blood” está fazendo a sua transição para o MMA e irá pegar essa verdadeira pedreira na estréia do “MMA Mega Mayhem 2018”.

O “2018 Mixed Martial Arts Mega Mayhem” terá seis lutas profissionais e dois combates amadores.
Os ingressos podem ser adquiridos através do Ticketmaster.com ou clicando aqui (https://www1.ticketmaster.com/event/020054F4C27CC826).

Se você se interessou por esse projeto e deseja obter mais informações sobre ele poderá entrar em contato com a Stallings Minor & Associates, empresa controladora da Diamond World Fights, através do e-mail : 

*Fonte - Créditos : Escrito por: Oriosvaldo Costa | 03/08/2018.

Foto acima : O ‘pôster’ de divulgação do “2018 Mixed Martial Arts Mega Mayhem”.  ( Cortesia : Divulgação ).

Abaixo : Shannon “The Cannon” Ritch e ‘Young Blood’ farão uma das principais lutas de MMA da noite ( Cortesia : Diamond World Fights Media ).

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Grão-Mestre Evilázio Feitoza está morando e ministrando aulas em New York ( Long Island, Suffolk County ). Em Dezembro ele virá novamente ao Brasil e ministrará uma série de seminários no estado do Ceará e em São Paulo ( Cortesia : Arquivo pessoal Evilázio Feitoza ).

Muito tem se discutido no mundo da luta sobre a legitimidade de mestres e consequentemente, de seus ‘discípulos’.
Por se tratar de uma graduação máxima, a faixa-preta e o grau preto devem ser uma condecoração advinda não somente do preenchimento de requisitos objetivos, como tempo ou medalhas, mas também da compreensão de alguns requisitos subjetivos, que variam de acordo com a filosofia de cada academia, como por exemplo: lealdade; assiduidade; modo de se portar dentro e fora da academia; ações de honra ao nome da equipe sempre norteados com valores éticos e integridade cívica.

Diante dessa onda crescente de novos professores e de mercados de trabalhos que se apresentam em torno desta discussão, o então Grão-Mestre Evilázio Feitoza, profissional que já possui um trabalho consolidado, fez questão de se posicionar sobre o assunto e elencar publicamente seus alunos aos quais reconhece o trabalho e gabarita sua excelência nas artes marciais.
Confira abaixo, a lista do GM Evilázio:

Eudoxio Garcia SP
Antônio Gomes (Faísca) SP
Thiago (Pit-Bull) Alves CE
Assuelio Silva CE
Antônio Augusto CE
Gilson Malagueta CE
Francisco Mosinho SP
Cristian Pinheiro CE
Wendell Nobre CE
Paulo Dantas (Guerreiro) CE
Vagner Pinheiro CE
Francisco Márcio (Valente) CE
Diego Salis CE
Fco Mendes (Barruada) CE
João Luiz (Andrezinho) CE
Manoel Lodovino (Marrom) CE
Felipe Vieira CE
Iran Silva CE
Márcio Galvão CE
James Adler MA
Romário Emanuel Jr (Killer) CE
Godofredo Pepey CE
Marcos Frazão (China) CE
João Victor Benevides (JV) CE


Com a experiência de mais de três décadas (1980 até 2018 - atualmente) com as modalidades de Kickboxing, Muay Thai, entre outras, Grão-Mestre Evilázio Feitoza comenta sobre a questão : “ É de suma importância que haja esse cuidado na escolha do seu professor. A forma com que você irá aprender está diretamente ligada a quem é seu mestre, qual é sua índole e, principalmente, qual é o caráter dele.”, afirma Evilázio.

Atenciosamente,
Léo Capibaribe - Jornalista / Assessor de Comunicação Contato (85) - 9.8696.6738

www.fightersport.com.br

*Escrito por : Léo Capibaribe  |  Postado pelo colaborador : Oriosvaldo Costa

Foto : Grão-Mestre Evilázio Feitoza está morando e ministrando aulas em New York ( Long Island, Suffolk County ). Em Dezembro ele virá novamente ao Brasil e ministrará uma série de seminários no estado do Ceará e em São Paulo ( Cortesia : Arquivo pessoal Evilázio Feitoza ).

Foto - Reprodução Twitter.

Cerca de 20 membras da assembleia participam dos comitês vestidas de branco em forma de protesto aos comentários do diretor das Olimpíadas.

Em assembleia da câmara nesta terça-feira (9), cerca de 20 políticas vestiram trajes brancos e uma rosa como forma de protesto às declarações do diretor Yoshiro Mori do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio.

A cor branca é símbolo nos EUA do movimento pelo sufrágio feminino. Em 2019, membros do congresso americano vestiram jaquetas brancas durante o Discurso sobre o Estado da União do ex-presidente Donald Trump.

Masako Okawara, do Partido Democrático Constitucional do Japão (Rikken Minshu-to), disse em coletiva: “Queremos mostrar que não perdoaremos esse tipo de discriminação feminina”.

Akiko Kamei, do mesmo partido, expressou a opinião das participantes durante o comitê orçamentário. “Branco é a cor que representa as mulheres na política. Na noite passada, as mulheres da câmara decidiram participar da assembleia de branco”, disse.

Wakako Yata, vice-diretora do Partido Democrático para o Povo (Kokumin Minshu-to), e Seiko Noda, ministra para Relações internas e Comunicações, pediram a renúncia do diretor e planos para melhorar a igualdade de gêneros.

Fonte: Tokyo Shimbum.

Imagem - divulgação

Diretor do comitê olímpico faz coletiva de imprensa na quinta-feira (4) para se desculpar de comentários machistas durante reunião no dia anterior.

Na tarde de quinta-feira (4), Yoshiro Mori, diretor do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, fez uma coletiva de imprensa no escritório do comitê para se desculpar dos comentários machistas. “Minhas palavras ontem ferem o espírito das Olimpíadas”, disse aos jornalistas.

Mori se refere aos comentários machistas que proferiu durante reunião de conselho na quarta-feira (3). Nessa ocasião, o diretor disse que “quando há muita mulher, as reuniões ficam longas” e outras opiniões de cunho machista. Mori foi duramente criticado por outros políticos e nas redes sociais, e diversas pessoas pediram sua renúncia do cargo.

O Comitê Olímpico Japonês (JOC) tem como uma das principais metas aumentar para 40% a participação de mulheres na diretoria. “Se a administração focar em números, será difícil de gerir. Eu apenas comentei uma conversa que ouvi da diretoria e acabei falando aquilo”, comenta Mori.

Em seguida, Mori disse: “Não penso em renunciar”, negando a possibilidade de uma renúncia por parte do diretor. Quando questionado pelos jornalistas sobre o que ele acha sobre as inúmeras vozes de pessoas dentro e fora do Japão pedindo sua renúncia, o diretor falou: “Eu humildemente aceito todas as opiniões. Por isso, retiro o que disse”.

Fonte: NHK.

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Política de anticorrupção

1. O que é anticorrupção?

2. As políticas Anticorrupção do Mokuhyou Shinbun Japan - 目標新聞.

3. Para quem e como?

4. O que são atos de corrupção?

a. Ok, mas quem são os agentes públicos?

b. E o que eu posso e não posso fazer?

5. O que pode acontecer?

6. E se eu descobrir?

1. O que é anticorrupção?

Importante conceituar-se primeiramente a corrupção. Em sentido amplo, corrupção pode ser entendida como qualquer ato improbo que guarde em si um desvio dos objetivos institucionais por parte de um particular em relação a um agente público ou ente estatal. No Brasil, a corrupção é definida como crime pelo Código Penal, segundo os artigos 317 e 333, sujeitando a penas os particulares que oferecem e os agente públicos que solicitam, exigem ou aceitam, vantagem indevida.

Além disso, a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº. 8429/92) elenca uma série de atos ilícitos que firam os princípios da moralidade administrativa e que causem enriquecimento ilícito do agente público e que podem sujeitar os condenados a sanções civis e administrativas.

Em 2013, o Congresso Nacional aprovou a Lei Federal nº. 12.846/13, conhecida como a Lei Anticorrupção. A grande novidade da lei foi a rigorosa imposição de responsabilidade às pessoas jurídicas que estejam envolvidas com atos de corrupção, chamados na lei de atos lesivos contra a administração pública.

A lei anticorrupção exige uma postura proativa das empresas no sentido de prevenir atos de corrupção.

Enquanto o Código Penal e a Lei de Improbidade Administrativa possuem caráter reativo, ou seja, punem depois que os atos aconteceram (se descobertos), a Lei Anticorrupção tem um caráter preventivo, exigindo que as empresas possuam sistemas e políticas internas que previnam a ocorrência desses atos.

Assim, anticorrupção pode ser definida como conjunto de medidas preventivas de atos de corrupção (atos lesivos contra a administração pública) que podem ocorrer durante as atividades empresariais.

2. As políticas Anticorrupção do Grupo 目標新聞.

O Grup目標新聞 sempre pautou suas atividades pela seriedade e honestidade e tem como missão divulgar e defender os princípios da democracia e da livre iniciativa. A corrupção, contudo, é um dos maiores obstáculos à democracia pois canaliza os recursos públicos necessários para o desenvolvimento do plano social para particulares de forma ilícita e injusta.

Por isso o Grupo 目標新聞, por meio de seus meios de comunicação jornalística sempre deu visibilidade aos escândalos de corrupção e condenou a prática de maneira ferrenha em seus editoriais. Fazer isso em sua atividade jornalística não é tudo. É de suma importância que a própria atividade empresarial do Grupo 目標新聞 guarde em si a missão de evitar a ocorrência de atos de corrupção.

Por isso, o Código de Ética e Conduta e os Princípios Editoriais, Normas Éticas e de Qualidade trazem previsões expressas de comportamentos a serem evitados e adotados, com o objetivo de prevenir atos lesivos contra a administração pública. Além disso, o Grupo 目標新聞 possui um procedimento específico para fiscalização e monitoramento de suas normas internas, canais de denúncias e procedimentos específicos de apuração e de relacionamento com terceiros.

Essas normas e procedimentos formam a base normativa das políticas de anticorrupção do Grupo Estado. Contudo, para além da base normativa, é necessário que a prevenção a atos de corrupção esteja incutida na mentalidade de cada colaborador do Grupo 目標新聞 e de seus prestadores de serviço, de maneira a se construir uma nova cultura na qual mesmo os mais comuns atos de favorecimento pessoal não sejam tolerados.

3. Para quem e como?

A política de anticorrupção do Grupo 目標新聞 deve ser implementada por todos os colaboradores do Grupo 目標新聞, sem exceção! Essa política também deve ser seguida por qualquer terceiro relacionado às atividades do Grupo 目標新聞, como aqueles que agem em seu benefício. Isso engloba prestadores de serviço, representantes comerciais e até mesmo fontes jornalísticas, no que diz respeito às matérias elaboradas pelos jornalistas do Grupo 目標新聞. Para isso, é necessário que todos conheçam o Código de Ética e Conduta, os Princípios Editoriais e as Normas Éticas e de Qualidade do Grupo 目標新聞 e pautem todas suas ações pelos princípios e regras ali constantes.

Além disso, serão realizados treinamentos periódicos sobre o assunto com o objetivo de capacitação dos colaboradores do Grupo 目標新聞 para identificar e prevenir atos que possam ser considerados ilícitos, bem como, para incentivar a denúncia desses atos que possam acontecer no decorrer da atividade empresarial.

4. O que são atos de corrupção?

A lei define os atos lesivos contra a administração pública como:

• prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público, ou a terceira pessoa a ele relacionada

• comprovadamente, financiar, custear, patrocinar ou de qualquer modo subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos

• comprovadamente, utilizar-se de interposta pessoa física ou jurídica para ocultar ou dissimular seus reais interesses ou a identidade dos beneficiários dos atos praticados

• dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação, inclusive no âmbito das agências reguladoras e dos órgãos de fiscalização do sistema financeiro nacional a. Ok, mas quem são os agentes públicos?

Legalmente, é considerado agente público todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função em órgãos da administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinquenta por cento do patrimônio ou da receita anual.

Isso engloba qualquer servidor público concursado, eleito ou em cargo de comissão, mas também funcionários de empresas públicas, sociedades de economia mista, autarquias, fundações públicas, cartórios e empresas com contratos de parceria público privadas.

b. E o que eu posso e não posso fazer?

Subornos, Propinas e Caixinhas Obviamente, você não pode fazer o pagamento de propinas e subornos para obtenção de informações ou vantagens, mesmo que a contrapartida objetivada seja legítima e o pagamento seja destinado à facilitação de um serviço público.

Caixinhas, gorjetas e “agrados” Mas você também não pode fazer prometer ou dar qualquer tipo de vantagem ou facilitação para agentes públicos que possa ser ligada ao Grupo Estadão, como, por exemplo, “caixinhas” ou “gorjetas” e pequenas vantagens como dar jornais para agentes públicos. Você pode pensar que “todo mundo faz”. Mas aqui é onde começa a mudança de cultura. Mesmo que o presente possa ser de pequeno ou

aparentemente sem valor, a prática reiterada pode somar grande valor e ser considerada uma vantagem indevida. Despesas de viagens e hospitalidades Não é permitido o pagamento de despesas de viagens de cortesia e hospitalidade (diárias de hotel, despesas de alimentação e entretenimento, etc.) para agentes públicos, mesmo que o dinheiro saia do bolso do próprio colaborador do Grupo 目標新聞, salvo se não houver qualquer ligação com as atividades do grupo e a despesa esteja incluída na esfera particular do colaborador ou quando devidamente aprovadas pelo Comitê de Auditoria, após formalização de processo interno em que se justifique a legitimidade do pagamento.

Bares, jantares e baladas Então eu não posso sair com um agente público? Não posso fazer uma reunião em um almoço ou em um jantar? Não é isso. Você pode. O ideal é sempre que cada uma pague o seu. Mas não há problemas em eventualmente existir o pagamento de almoços e jantares em que estejam presentes agentes públicos. É claro que essa prática não pode ser recorrente e o pagamento da conta deve ser uma gentileza condizente com a cultura nacional e não uma extravagância que pode ser considerada uma vantagem indevida.

O Código de Ética e Conduta fixa em R$200,00 o valor máximo por pessoa que pode ser pago de forma esporádica em um evento como jantar e almoço. Ainda assim, essa prática não deve ser recorrente.

Em bares e baladas, cada um deve pagar o seu. Brindes, Presentes e “Lembrancinhas”

Não é permitida a distribuição de brindes, presentes e lembranças a agentes públicos, mesmo de baixo valor, por Diretores e Empregados do Grupo 目標新聞. A empresa poderá, contudo, institucionalmente, oferecer produtos e lembranças da empresa, sem valor comercial, no contexto de suas iniciativas de promoção e marketing.

Muito embora a prática possa parecer comum, ela pode ser interpretada pelas autoridades públicas como vantagem indevida e por isso deve ser evitada.

Dinheiro e Agentes Públicos Você não deve conceder empréstimo de bens móveis ou imóveis, valores ou prestar qualquer tipo de favorecimento ou concessão financeira a agente público, seja no contexto das atividades institucionais

da empresa, seja em sua vida particular, respeitados os círculos familiares e de amizade particulares.

É claro que se você tiver algum parente ou amigo íntimo que seja agente público você pode ajudá-lo excepcionalmente em casos de necessidade. A regra é que isso esteja absolutamente ligado a sua relação íntima e não a sua profissão. Às vezes essa separação pode não ser muito clara. Por isso, pense muito bem e sempre peça orientação de seus superiores.

O mesmo vale para a prestação de serviços gratuitos para funcionários públicos e contribuições para partidos políticos.

Benefício pessoal de Agentes Públicos Você não deve favorecer ou promover pessoalmente agentes públicos, órgãos públicos ou partidos políticos em matérias jornalísticas, eventos realizados ou patrocinados pelo Grupo ou de qualquer outra forma! Isso que dizer que determinada autoridade pública não deve ser enaltecida em matérias, direta, ou indiretamente por meio de suas realizações em órgãos públicos.

É claro que isso não deve impedir a liberdade de expressão e de imprensa. Atos de gestão pública, bons e maus, podem e devem ser noticiados e as linhas editoriais dos veículos do grupo são livres para expressar suas opiniões. Elogiar é diferente de enaltecer ou promover.

5. O que pode acontecer?

Caso alguém cometa um ato lesivo contra administração pública o Grupo 目標新聞 pode ser multado em valores que variam de 0,1% a 20% do seu faturamento bruto do último exercício. Pode chegar a um

valor muito alto! E além da multa, no âmbito civil pode haver a determinação de ressarcimento de prejuízos, perdas de bens e valores, proibição de receber empréstimos de entidades públicas e até

mesmo a suspensão das atividades e dissolução compulsória da pessoa jurídica. A pessoa jurídica condenada também deve publicar um extrato da decisão condenatória em um jornal

de grande circulação e em seu próprio site de internet. Para muitas empresas correr um risco de imagem é muito pior do que correr um risco pecuniário. Mas o indivíduo que cometer qualquer um

desses atos também pode sofrer as consequências de seus atos. Internamente, ele poderá sofrer, por exemplo, as sanções previstas na legislação trabalhista, ou seja, a advertência, a suspensão e até mesmo

a demissão por justa causa. Caso seja um terceiro, ele poderá ter seu contrato rescindido e ser processado civilmente.

Além disso, aquele que comete um ato de corrupção sempre pode sofrer as consequências criminais e cíveis de seus atos.

6. E se eu descobrir?

Você deve avisar! O Grupo 目標新聞 depende da cooperação de seus colaboradores para identificar eventuais atos de corrupção que possam ocorrer em sua atividade empresarial. Caso você descubra ou

desconfie de alguma das práticas proibidas pelo Código de Ética e Conduta você pode recorrer aos Canais de Comunicação da Ouvidoria Interna. Existem meios de comunicar irregularidades:

i. E-mail – envie um e-mail para . Informe do que se trata e detalhe tudo que você sabe ou desconfia

ii. Intranet – acesse o link “Fale Conosco” disponível da intranet e selecione o assunto “Ouvidoria Interna”.

NÃO TENHA MEDO! O Grupo 目標新聞 se compromete a evitar retaliações contra colaboradores que comuniquem irregularidades cometidas em sua atividade empresarial. Em última hipótese, você pode

comunicar anonimamente as irregularidades. Naturalmente, nesse caso, as apurações serão mais difíceis, mas faremos nosso máximo para que os fatos sejam apurados e os potenciais culpados sejam julgados.

Política de comentário

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O portal de notícias jornalísticas diárias Connection Japan - Sem fins lucrativo, foi criado no ano - 2017, pelo grupo Mokuhyou Shinbun Japan, colaboradores e voluntários.

A Connection Japan ® adota diversos temas, com foco na propagação de noticias reais de forma gratuita, para todos os leitores, qualquer leitor ou visitante podem comentar nos artigos deste website, porem não serão tolerados:

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Sendo assim a administração se reserva o direito de excluir qualquer comentário, sem prévio aviso de acordo com os critérios citados.

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Em conformidade com Artigo 46, I da Lei 9610/98 e Lei nº 5.250 de 9 de fevereiro de 1967.
Lei da Liberdade de Imprensa - Lei 2083/53 | Lei nº 2.083, de 12 de novembro de 1953.

Política de correções

Política de correções

Erro jornalístico não é fake news

Conceitualmente, o erro jornalístico não é intencional. É algo que pode acontecer na prática jornalística, muitas vezes por afrouxamento de procedimentos de apuração, outras vezes por equívoco da fonte etc. Mas, em tese, o veículo não quer errar (e aqui não estou me referindo à manipulação, que é outro conceito).

De natureza técnica e ética, o erro jornalístico é a incorreção, falsificação ou imprecisão na publicação de uma notícia, causado por negligência, imprudência ou imperícia. A não admissão do erro ou sua ocorrência deliberada afetam a qualidade e a credibilidade do produto jornalístico junto ao público leitor ou a outros grupos interessados.

Nesta definição, o que chamo de “ocorrência deliberada”, ou seja, quando algo é feito propositalmente, se aproxima do entendimento de fake news. Mas apesar de terem consequências parecidas – afetam a qualidade e a credibilidade –, não são sinônimos.

Procedimentos de correção

Os nossos leitores podem entrar em contato pelo e-mail , para o envio de críticas, sugestões ou apontar erros. Sempre que detectamos um problema, corrigimos o texto imediatamente e escrevemos uma atualização no final da reportagem, com data e horário da mudança, para indicar o que foi alterado e explicar o porquê. Também enviamos um alerta ao e-mail de quem nos mostrou o erro.

Desde já, muito obrigado por sua compreensão, estamos sempre a sua integra disposição.
E no caso de uma orientação jurídica com relação a notícia ou ao nosso website e só procurar a mesma orientação com Advogado: Raphael Guilherme da Silva – OAB/SP Sob o Nº 316.914.
Através do mesmo endereço de e-mail citado acima.

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