Governo japonês cria painel para promover indústria de chips

Membros do novo painel concordaram em ajudar empresas japonesas no ramo a conduzirem pesquisa e construir fábricas.

Funcionários do governo japonês estão preocupados com a indústria de semicondutores do país ficando atrás de competidoras globais. O Ministério da Indústria está prometendo combater o problema através de um painel de especialistas.

O Ministro da Indústria, Hiroshi Kajiyama, participou da reunião inaugural na quarta-feira (24).

Membros compartilharam a opinião de que o Japão fica atrás dos EUA e China em fornecer subsídios às fabricantes de chips. Eles também apontaram a necessidade de políticas que melhorem as redes de fornecimento.

Os membros concordaram em ajudar fabricantes japonesas a conduzirem pesquisa conjunta com competidoras estrangeiras e construir fábricas que produzem dispositivos de alta tecnologia, como chips para smartphones.

Eles estudarão a promoção de investimento em semicondutores para automóveis a fim de potencializar as vantagens das fabricantes de chips japonesas.

Chips para computador estão com fornecimento escasso em todo o mundo, forçando montadoras a cortarem produção. Um incêndio na fábrica de chips da Renesas em Ibaraki na semana passada poderia resultar em ainda mais problemas.

O painel planeja elaborar suas propostas até maio.

Fonte: NHK

Políticas vestem branco em protesto ao diretor das Olimpíadas

Cerca de 20 membras da assembleia participam dos comitês vestidas de branco em forma de protesto aos comentários do diretor das Olimpíadas.

Em assembleia da câmara nesta terça-feira (9), cerca de 20 políticas vestiram trajes brancos e uma rosa como forma de protesto às declarações do diretor Yoshiro Mori do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio.

A cor branca é símbolo nos EUA do movimento pelo sufrágio feminino. Em 2019, membros do congresso americano vestiram jaquetas brancas durante o Discurso sobre o Estado da União do ex-presidente Donald Trump.

Masako Okawara, do Partido Democrático Constitucional do Japão (Rikken Minshu-to), disse em coletiva: “Queremos mostrar que não perdoaremos esse tipo de discriminação feminina”.

Akiko Kamei, do mesmo partido, expressou a opinião das participantes durante o comitê orçamentário. “Branco é a cor que representa as mulheres na política. Na noite passada, as mulheres da câmara decidiram participar da assembleia de branco”, disse.

Wakako Yata, vice-diretora do Partido Democrático para o Povo (Kokumin Minshu-to), e Seiko Noda, ministra para Relações internas e Comunicações, pediram a renúncia do diretor e planos para melhorar a igualdade de gêneros.

Fonte: Tokyo Shimbum.

Diretor do Comitê Olímpico se desculpa por comentário machista

Diretor do comitê olímpico faz coletiva de imprensa na quinta-feira (4) para se desculpar de comentários machistas durante reunião no dia anterior.

Na tarde de quinta-feira (4), Yoshiro Mori, diretor do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, fez uma coletiva de imprensa no escritório do comitê para se desculpar dos comentários machistas. “Minhas palavras ontem ferem o espírito das Olimpíadas”, disse aos jornalistas.

Mori se refere aos comentários machistas que proferiu durante reunião de conselho na quarta-feira (3). Nessa ocasião, o diretor disse que “quando há muita mulher, as reuniões ficam longas” e outras opiniões de cunho machista. Mori foi duramente criticado por outros políticos e nas redes sociais, e diversas pessoas pediram sua renúncia do cargo.

O Comitê Olímpico Japonês (JOC) tem como uma das principais metas aumentar para 40% a participação de mulheres na diretoria. “Se a administração focar em números, será difícil de gerir. Eu apenas comentei uma conversa que ouvi da diretoria e acabei falando aquilo”, comenta Mori.

Em seguida, Mori disse: “Não penso em renunciar”, negando a possibilidade de uma renúncia por parte do diretor. Quando questionado pelos jornalistas sobre o que ele acha sobre as inúmeras vozes de pessoas dentro e fora do Japão pedindo sua renúncia, o diretor falou: “Eu humildemente aceito todas as opiniões. Por isso, retiro o que disse”.

Fonte: NHK.

‘Quando tem muita mulher, a reunião demora’, diz diretor do comitê olímpico

Comentário do diretor do Comitê Olímpico faz comentário de cunho sexista e recebe diversas críticas de jornais e da população.

Na noite de quarta-feira (3), o Comitê Olímpico Japonês (JOC) realizou uma reunião online de conselho extraordinária onde 51 membros participaram. A reunião teve como tema principal a revisão das normas para a reeleição de executivos, mas também abordou a meta de aumentar para 40% a participação de mulheres na diretoria.

Durante a reunião, que foi aberta para a imprensa, Yoshiro Mori, diretor do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, disse: “Quando tem muita mulher, as reuniões do conselho ficam longas”.

“É difícil de falar abertamente quando tem a TV aqui”, foram as primeiras palavras de Mori antes de fazer comentários classificados como sexistas. “As mulheres são muito competitivas. Se uma levantar a mão, a outra pensa que tem que falar alguma coisa. E todo mundo acaba falando”, comentou. “Se aumentarmos as mulheres na diretoria, temos que colocar limites no tempo para comentários senão a reunião ficará extensa, foi o que escutei de uma pessoa. Mas não vou dizer quem foi”, completou.

Os comentário de Mori geraram uma grande repercussão na Internet e foi noticiada também em mídias internacionais. A atitude dos outros participantes, que estavam rindo durante os comentários de Mori, também foi criticada.

A política Ren Ho, do Partido Democrático Constitucional do Japão, desaprovou a atitude de Mori e a do comitê. “É com essa mentalidade que as Olímpiadas serão realizadas”, comenta Ren Ho. “Isso é uma vergonha ao lema das Olimpíadas”, completa.

Os jornais americanos Washington Post e New York Times noticiaram o caso. “O Comitê Olímpico de Tóquio já tinha a desaprovação da maioria da população e problemas com superfaturamento das obras. Com o comentário de uma das pessoas no topo, isso gerará uma nova onda de indignação”, escreveu o Washington Post.

O New York Times noticiou que “esta é mais um dos inúmeros escândalos do ex-primeiro-ministro”, e também criticou a atitude dos outros membros que “apenas riam”.

Nas redes sociais, muitas pessoas pedem a renúncia de Mori. Em entrevista para o Mainichi Shimbum nesta quinta-feira (4), o diretor comenta sobre a possibilidade da renúncia. “Tenho que arcar com as consequências. Se muitas pessoas pedirem minha renúncia, terei que deixar o cargo”, disse.

Fonte: Mainichi.

Vacinas: datas do transporte não serão publicadas por questão de segurança

O Ministro Kono e o Secretário do Gabinete Kato falam que detalhes sobre o transporte das vacinas serão "escondidos" e pede para a imprensa não noticiar sobre o assunto.

Na terça-feira (2), o ministro para Reforma Regulatória, Taro Kono, pediu para a imprensa evitar notícias sobre o transporte de vacinas contra Covid-19. O pedido foi feito após a Fuji TV ter noticiado que a primeira vacinação da Pfizer poderia começar no dia 14 deste mês caso todos os procedimentos de aprovação forem encerrados.

Em coletiva de imprensa, Kono disse que é necessário esconder dados sobre a chegada das vacinas por questão de segurança. “Não quero correr o risco de causar uma situação inesperada em relação ao transporte de vacinas do exterior ao Japão por questões de segurança. Não direi nenhuma informação sobre as datas e locais do transporte. Peço para que (a imprensa) evite entrevistas e notícias”, disse o ministro.

Kono explica que “uma situação inesperada” pode ser “desde um atentado terrorista a um ato de interferência”.

Nesta quarta-feira (3), o Secretário do Gabinete Katsunobu Kato reforçou o pedido de Kono. “Peço o auxílio e a colaboração da imprensa.”, disse. Kato também falou que cederá mais detalhes assim que for confirmada a agenda de vacinação.

Fonte: NHK.

Suga afirma que não pensa em novo benefício para as famílias

Durante a difícil situação causada pelo novo coronavírus, Suga disse que não pensa em benefício como fez o antecessor na primeira situação de emergência.

Na quarta-feira (27) o Primeiro-Ministro do Japão teve que pedir desculpas por causa do flagrante de um parlamentar e também se explicou a respeito das dificuldades que passam muitas famílias por causa do segundo estado de emergência em 11 províncias.

O parlamentar Jun Matsumoto, do PLD-Partido Liberal Democrático, atualmente no poder, foi flagrado bebendo em 3 clubes noturnos em Ginza, após as 20h, em pleno período de estado de emergência. A hashtag #もういらないだろ自民党 (PLD: não precisamos mais)  entrou como tendência nas redes sociais.

Por conta disso, Yoshihide Suga teve que se desculpar durante a sessão do Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes.

Ainda durante a sessão, em resposta ao parlamentar do Partido Democrático Constitucional, Michihiro Ishibashi, Suga disse afirmou “não penso” em conceder o benefício de valor fixo especial, como foi feito durante a primeira declaração de estado de emergência, no governo Abe. E se justificou: “em última instância tem o seikatsu hogo”, o programa de apoio ao sustento.

No que diz respeito à imagem social “autoajuda, assistência mútua, assistência pública” que o primeiro-ministro almeja, os partidos da oposição  têm apontado que é o neoliberalismo que enfatiza a competição e a eficiência.

O terceiro orçamento suplementar previa a continuação dos benefícios para o sustento e do aluguel diante do pouco apoio para as pessoas em meio a essa situação difícil.  Mas o primeiro-ministro recusou. Enquanto isso, os partidos de oposição intensificam as críticas ao governo Suga.

O mesmo acontece nas redes sociais, com comentários criticando o governo. Entre eles há pedidos para que trabalhe em prol do povo, se compreende a dor do povo e questionamentos dos motivos de não realizar teste PCR e internação imediatamente.

Fontes: Asahi, Sports Hochi, FNN e Tokyo Shimbun.

Governo Suga está perdendo prestígio

O índice de aprovação do Gabinete Suga vem em queda disparada. Quando assumiram Suga e seus ministros, o índice era de 63%.

O índice de aprovação do Gabinete Suga não para de despencar. Apenas quatro meses após a posse do governo, o índice de desaprovação reverteu o de apoio.

Quando Yoshihide Suga assumiu como substituto de Abe, em setembro do ano passado, os índices eram de 63% de apoio para o seu gabinete e de 13% de desaprovação.

No entanto, os de apoio começaram a cair nos meses subsequentes, enquanto os de desaprovação foram aumentando.

Em uma pesquisa de opinião pública realizada pelo jornal Asahi, em 23 e 24 da semana anterior, os índices foram de 33% de aprovação e de 45% de desaprovação.

Pela primeira vez o de desaprovação ficou maior do que o de apoio. Outros veículos de mídia que realizaram pesquisa obtiveram resultados parecidos.

Isso mostra que os apoiadores do conservador PLD-Partido Liberal Democrata, atualmente da situação, também estão se afastando, o que pode afetar a força centrípeta do primeiro-ministro Yoshihide Suga e afetar as eleições gerais neste outono.

Há um forte sentimento de crise dentro do partido no poder, mas há poucas cartas com uma ofensiva de reversão, colocando a administração em situação mais difícil.

Motivo da queda de popularidade

As novas contramedidas em resposta ao coronavírus parecem ter tido um grande impacto. Mais de 60% dos entrevistados não consideraram boas as medidas do governo e 80% disseram que as últimas declarações do estado de emergência emitidas para 11 províncias foram “tarde demais”.

Há uma discussão dentro do partido no poder de que “qualquer outro seria criticado pelas respostas ao coronavírus”,  mas o presidente do Partido Democrático Constitucional, Jun Azumi, disse na segunda-feira (25): “enquanto faziam promessa para frear a expansão da infecção, pisaram no acelerador da economia e o povo sente que ficou para trás”. 

Dificuldade do partido nas próximas eleições

O Japão tem um sistema de gabinete parlamentar, e o primeiro-ministro é nomeado por voto parlamentar entre os membros da Dieta.

Uma vez que o primeiro-ministro é eleito com base na maioria no parlamento, é costume que o líder do partido no poder se torne o primeiro-ministro. Mas haverá uma diferença entre os índices de aprovação do gabinete e o de aprovação do partido da situação.

Segundo os resultados da pesquisa de opinião pública do Mainichi Shimbun, publicados no sábado (23), o índice de apoio ao gabinete Suga é de 33%, o mesmo apurado pelo Asahi.

No entanto, o de aprovação ao PLD, também vem em queda, chegando a apenas 28%. Portanto, o partido do poder está em situação visivelmente difícil.

Fontes: Asahi e Mainichi.

Alterações nas leis de controle da infecção, com multas e até prisão

Entre as alterações propostas pelo governo, a serem submetidas a Dieta, se incluem aplicações de multas ou prisão para quem violar as medidas.

O projeto para alterações das Leis de Medidas Especiais, de Doenças Infecciosas e de Quarentena foi aprovado pelo governo na manhã de sexta-feira (22).

O próximo passo é submetê-lo à aprovação da Dieta Nacional, o poder legislativo do país, esperando que a oposição o aprove para ser implementado já no começo de fevereiro, embora haja vozes de que algumas emendas sejam pesadas.

Governadores ganham força

A Lei de Medidas Especiais estabelece claramente o apoio às empresas que cooperaram na redução do horário de expediente e no gozo de licença dos funcionários. Os governos do país e locais estipulam que “as medidas financeiras necessárias serão tomadas com eficácia”, por isso oferecem até 60 mil ienes por dia como verba de cooperação para os estabelecimentos comerciais que servem bebida alcoólica.

Cada governador passa a ter a prerrogativa da atual emissão de ‘orientação’ para ‘ordem’, tornando mais rígida e clara as medidas locais durante o período de estado de emergência.

Se houver risco de propagação da infecção antes mesmo da declaração ser emitida, foi adicionada à lei ‘medidas prioritárias como a prevenção da propagação’. Como no caso do estado de emergência, o governador poderá ordenar redução da jornada de trabalho e licença dos trabalhadores, por exemplo. O infrator será multado em até 300 mil ienes. Nesse caso trata-se de punição administrativa com sanção monetária e sem histórico de punição criminal.

Multa e até prisão

No descumprimento a alteração prevê aplicação de multas aos donos dos estabelecimentos com valores de até 300 mil ienes, se o pedido foi feito antes da declaração de emergência, e de até 500 mil ienes se for durante o período de estado de emergência.

Em relação aos pacientes com Covid-19, a alteração da Lei de Doenças Infecciosas prevê multa de até 1 milhão de ienes ou prisão de até 1 ano caso se recuse a internar ou que fuja da instituição de tratamento. No caso de se negar à pesquisa do centro de saúde ou de respostas mentirosas fica sujeito à multa de até 500 mil ienes.

Em todos esses casos a pessoa ficará com histórico de penalidade criminal.

Lei de Quarentena: passageiro infrator é alvo de punição

Essa também foi alvo de revisão no aspecto do pedido aos passageiros que vêm ou retornam do exterior. Mesmo que o resultado do teste para o novo coronavírus seja negativo, se o chefe da seção de quarentena do aeroporto pedir que fique 14 dias em casa, se a pessoa não cumprir, não há nenhuma punição.

Se a proposta da emenda for aprovada o passageiro que descumprir esse pedido poderá ser punido com multa de até 1 milhão de ienes ou prisão de até 1 ano.

Outras emendas constam do projeto de reforma das 3 leis, como o de assegurar leitos para tratamento em cada uma das províncias.

Espera-se discussões fervorosas entre os partidos da situação e oposição em relação a cada um dos tópicos, especialmente da aplicação das punições. As discussões começam na tarde de sexta-feira e devem prosseguir na próxima semana, podendo ter alterações.

Fontes: NHK e Nikkei.

Ministro Kono é encarregado pelas vacinações

"A vacina é o fator decisivo para a prevenção. Quero começar as vacinações até o fim de fevereiro", disse Suga.

Na noite de segunda-feira (18), o primeiro-ministro Suga encarregou a administração da vacinação contra o Covid-19 ao Ministro para a Reforma Regulatória, Taro Kono. “A vacina é o fator decisivo para a prevenção. Quero começar as vacinações até o fim de fevereiro”, disse Suga.

Em coletiva de imprensa após reunião do gabinete, o ministro comenta sobre os seus deveres e responsabilidades. “Fiquei responsável pela logística da vacina, desde transporte, armazenagem e preparação dos pontos de vacinação. Vou trabalhar duro para que todos os cidadão recebam uma vacina eficiente e segura o mais rápido o possível.”, disse.

“Será extremamente importante a colaboração com todos as (organizações) envolvidas”, enfatiza. Kono está preparando sua agenda para discutir os detalhes da vacinação com os órgãos do governo e empresas relacionadas.

Kono também mencionou que elegeu os vice-ministros do gabinete, Hisayuki Fujii, e do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, Tomohiro Yamamoto, para auxiliá-lo.

O secretário do gabinete Kato explica que Suga confia nas capacidades de Kono para solucionar o problema das vacinas. “Acreditamos em suas capacidades como Ministro da Reforma Regulatória para resolver os problemas enfrentados pelos órgãos relacionados, desde a criação de métodos de entrega e armazenagem em baixa temperatura, e estruturação dos municípios para a vacinação. O governo vai trabalhar arduamente para entregar uma vacina segura e eficiente para todos os cidadãos.”, disse.

Fonte: NHK

Político japonês morre com coronavírus

O político e diretor de partido Yuichiro Hata morre aos 53 com coronavírus.

Neste domingo (27), Yuichiro Hata, membro da câmara dos conselheiros do Partido Democrático Constitucional do Japão, morreu aos 53 no hospital.

No dia 24 deste mês, Hata começou a apresentar sintomas de febre e mal-estar. No domingo (27), foi levado de carro por seu secretário para fazer o teste PCR em hospital. “Acho que estou com pneumonia”, disse, com dificuldades em respirar, no caminho.

Em coletiva de imprensa feita na noite segunda-feira (28) por Tetsuro Fukuyama, diretor do partido, foi confirmado que Hata estava com Covid-19. O político tinha diabetes, o que pode ter agravado o quadro clínico.

Desde o dia 24, Hata descansava em casa. Em 22 deste mês, ele participou de reunião da diretoria do partido, e de uma reunião política em Nagano no dia 23. As autoridades estão investigando o histórico para verificar as pessoas que entraram em contato e realizar os procedimentos necessários.

Este é o primeiro caso de um membro da assembleia que morreu com coronavírus.

Fonte: NHK.

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