Efeitos colaterais após vacinação contra Covid-19 são registrados no Japão

O Japão iniciou seu programa de vacinação na quarta-feira, inicialmente com 40 mil profissionais da saúde em 100 hospitais no país.

O governo japonês informou no sábado (20) que recebeu relatos de ocorrência de urticária e calafrios como potenciais efeitos colaterais da vacinação contra coronavírus, após o início das inoculações no país em 17 de fevereiro.

Essa é a primeira vez que se confirma efeitos colaterais de vacinação contra Covid-19 no Japão. O caso de urticária ocorreu em um hospital na província de Toyama na sexta-feira (19), disse o escritório do primeiro-ministro em um tuíte.

O Hospital Toyama Hosai disse que a urticária ocorreu em uma pessoa após a inoculação, mas os sintomas desapareceram rapidamente. O hospital se negou a revelar detalhes sobre o indivíduo.

O hospital, junto com um outro na província, começou a administrar a vacina em profissionais da saúde a partir de sexta-feira. Naquele dia, 48 pessoas foram imunizadas no hospital.

O ministério e outras autoridades disseram que o caso de calafrios foi inicialmente reportado como sintoma de anafilaxia, o qual foi retraído depois. O ministério não revelou de qual província o caso foi registrado.

Início de vacinação com 40 mil profissionais da saúde.

O Japão iniciou seu programa de vacinação na quarta-feira, inicialmente com 40 mil profissionais da saúde em 100 hospitais no país.

Não houve relatos de efeitos colaterais graves à vacina desenvolvida pela farmacêutica dos EUA Pfizer e a BioNTech da Alemanha.

Se uma pessoa morrer devido aos efeitos de uma vacinação contra coronavírus, o governo pagará ¥44,2 milhões ($419 mil) em indenização à família enlutada, de acordo com o Ministério da Saúde.

Do grupo inicial de 40 mil profissionais da saúde, 20 mil estão participando de um estudo para rastrear potencial efeito colateral causado pela vacina.

Eles são solicitados a manterem registros diários por sete semanas após tomarem a primeira de duas doses. As doses serão administradas em espaço de 3 semanas.

Fonte: News and Culture

Quinta: 1.537 casos de Covid-19 no Japão

Na sexta-feira, as autoridades no Japão registraram 1.539 casos e 76 mortes.

Na quinta-feira (18), foram confirmados 1.537 novos casos de coronavírus em 37 províncias e nos aeroportos do Japão.

76 pessoas morreram em decorrência da Covid-19, e o número total de mortes sobe para 7.298.

Segundo dados do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, os pacientes em estado grave totalizam 564, uma queda de 43 em relação ao dia anterior.

Tóquio confirmou 445 novos casos de coronavírus entre pessoas de diversas idades. Foram confirmadas 27 mortes de pessoas entre 60 e 100 anos. O número de pacientes graves é de 84 pessoas.

Em Osaka, foram confirmados 89 casos e 4 mortes. Em Fukuoka, foram registrados 101 devido a foco de contágio (cluster) com 48 pessoas em hospital de Kita Kyushu.

O número de recuperados sobe para 395.339.

Fonte: NHK, Yomiuri e News Digest

Vacinação no Japão: sem relatos de problemas no 1º dia

O Japão começou a vacinar cerca de 40 mil profissionais da saúde na quarta-feira como os primeiros grupos de prioridade.

O governo japonês informou que 125 profissionais da saúde receberam a primeira dose de vacina contra coronavírus até a noite de quarta-feira (17) e que, até agora, não houve relatos de reações alérgicas severas.

O Japão começou a vacinar cerca de 40 mil profissionais da saúde na quarta-feira como os primeiros grupos de prioridade no programa de inoculação do país.

Falando nesta quinta-feira (18), o secretário-chefe do Gabinete Katsunobu Kato disse que 125 doses haviam sido administradas em oito instituições médicas até as 17h do dia anterior.

Kato disse que a Agência de Dispositivos Médicos e Farmacêuticos (PMDA) não recebeu quaisquer relatos de mortes ou desenvolvimento de reação alérgica grave conhecida como anafilaxia, após a vacinação. A PMDA é responsável pela verificação de fármacos no Japão.

Fonte: NHK

Japão inicia vacinação com 40 mil profissionais da saúde

Grupo inicial de 40 mil profissionais da saúde começam a ser vacinados nesta quarta-feira (17), o dobro do número anteriormente planejado.

O Japão começa a administrar vacinas contra Covid-19 para um grupo inicial de 40 mil profissionais da saúde nesta quarta-feira (17), o dobro do número anteriormente planejado, disse na terça-feira (16) o ministro responsável pelos esforços de vacinação.

Mais 3,7 milhões de profissionais da saúde de linha de frente começarão a receber a vacina em março, seguidos por 36 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos a partir de abril.

Pessoas com condições pré-existentes, como diabetes ou doença cardíaca e aqueles que trabalham em instalações para cuidado de idosos virão em seguida, então, finalmente, a população em geral.

“Espero que muitas pessoas tomem a vacina com a compreensão dos benefícios e riscos”, disse Kono.

O Japão recebeu o primeiro lote de 400 mil doses da fábrica da Pfizer na Bélgica na sexta-feira (12) e garantiu aprovação rápida no domingo (14) baseado em dados em sua maioria de ensaios clínicos do exterior.

Fonte: News and Culture

Temporada de kafunsho chega em meio à pandemia de coronavírus

Temporada de kafunsho chega em meio à pandemia de coronavírus

Desde domingo (14), a temporada do pólen de cedro teve início em 34 das 47 províncias do Japão.

A temporada de polinose (kafunsho) chegou ao Japão, expondo os alérgicos a um desafio a mais em meio à pandemia de coronavírus, visto que o ato de esfregar os olhos que coçam e limpar narizes com coriza podem aumentar o risco de infecção viral.

Abrir portas e janelas para melhorar a ventilação também pode aumentar a quantidade de pólen que adentra os ambientes.

Desde domingo (14), a temporada do pólen de cedro teve início em 34 das 47 províncias do Japão, cobrindo a região Kyushu no sudoeste e a área metropolitana de Tóquio, causada por um aumento nas temperaturas de acordo com o Weathernews.

O pólen que causa alergia deve começar a se dispersar na região Tohoku no nordeste, assim como na área Hokuriku no fim deste mês, disse.

O pólen de cipreste japonês começará a atormentar os alérgicos no fim de março, enquanto muitas pessoas alérgicas ao pólen de bétula sentirão os efeitos em Hokkaido no fim de abril.

Dentre as 47 províncias do Japão, com exceção de Hokkaido, Aomori e Okinawa, devem registrar maiores contagens de pólen comparado ao ano anterior, disse a Weathernews. Em Okinawa, cedro e cipreste são raros.

Nas províncias de Toyama, Fukui, Gifu, Aichi, Hiroshima e Oita, em particular, onde as emissões de pólen do ano passado contaram por somente um terço do nível em um ano médio, a quantidade de pólen de cedro deve ser mais do que o dobro daquela em 2020.

Fonte: News and Culture

Terça: 1.308 casos de Covid-19 no Japão

Na terça-feira, as autoridades no Japão registraram 1.308 casos e 101 mortes.

No terça-feira (16), foram confirmados 1.308 novos casos de coronavírus em 40 províncias e nos aeroportos.

101 pessoas morreram em decorrência da Covid-19, e o número total de mortes sobe para 7.143.

Segundo dados do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, os pacientes em estado grave totalizam 644, uma queda de 14 em relação ao dia anterior.

Coronavirus Terca Info

Tóquio confirmou 350 novos casos de coronavírus entre pessoas de diversas idades. A média de casos diários nos últimos sete dias é de 369,7, que é 69,1% menor do que na semana anterior. A capital japonesa confirmou 27 mortes. Em fevereiro, morreram 278 pessoas em decorrência do coronavírus. O número já é maior do que o número óbitos do mês de janeiro inteiro, que foi de 259.

Em Osaka, foram confirmadas 98 casos e 9 mortes. Este é o teceiro dia consecutivo com menos de 100 infectados.

Fonte: NHK, Yomiuri e News Digest

Falta de seringas dificulta vacinação contra Covid-19 no Japão

Milhões de doses da vacina da Pfizer poderiam ser desperdiçadas devido a uma escassez de seringas especiais.

A preocupação cresce no Japão, onde um esforço de vacinação contra a Covid-19 começa nesta quarta-feira (17), de que milhões de doses da vacina da Pfizer poderiam ser desperdiçadas devido a uma escassez de seringas especiais que maximizam o número de doses usadas de cada frasco.

O governo fez pedidos urgentes, mas fabricantes estão enfrentando dificuldades para aumentar a produção rápido o suficiente, criando a mais recente dor de cabeça para o primeiro-ministro Yoshihide Suga, que sofre com fraco apoio do público.

“Ainda estamos tentando garantir seringas especiais”, disse o secretário-chefe do Gabinete Katsunobu Kato na terça-feira (16).

O Japão, com uma população de 126 milhões, assinou um contrato no mês passado com a Pfizer para obter 144 milhões de doses de sua vacina, ou suficientes para 72 milhões de pessoas.

Um frasco seria para 6 doses, diz a Pfizer, mas requer seringas especiais que retém um volume baixo de solução após uma injeção para extrair seis doses, enquanto somente 5 doses podem ser tiradas com seringas padrão que o governo armazenou em preparação para a campanha de inoculação.

“Quando se fala no que sobra nos frascos e seringas, o que não é usado será descartado”, disse Kato.

Vacinar a população do Japão rapidamente é uma prioridade principal para o governo de Suga, visto que ele está determinado a realizar as Olimpíadas de Tóquio neste verão após os Jogos terem sido adiados por um ano devido à pandemia de coronavírus.

Em uma tentativa de minimizar a quantidade de vacina deixada sem uso em seringas e frascos, o governo está pedindo a fabricantes de equipamento médico que aumentem a produção de seringas de “espaço zero”, mas há dúvidas se isso pode ser feito rápido o suficiente.

Embora casos diários estejam em declínio nas últimas semanas no Japão após atingir o pico no início de janeiro, Tóquio e outras nove províncias ainda estão sob estado de emergência do coronavírus.

Fonte: Nippon

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