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Sábado: 12 mil testados positivo e recorde também em 10 províncias

Shizuoka, Gunma, Tochigi e Kanagawa estão entre as 10 com o pior resultado desta epidemia do novo coronavírus. Veja as demais.

Até as 18h de sábado (31) o Japão teve o pior resultado de testados positivo para o novo coronavírus desta epidemia, de 12.325, pelo quarto dia consecutivo, durante a realização dos Jogos Olímpicos. Assim, o cumulativo subiu para 926.037 pessoas infectadas.

Dez províncias também tiveram registro histórico, a começar por Tóquio, com 4.058. Nas demais foram 1.580 em Kanagawa, 1.036 em Saitama, 792 em Chiba, 439 em Okinawa, 199 em Quioto, 170 em Tochigi, 168 em Shizuoka, 136 em Gunma e 58 em Niigata.

As províncias com maior índice a cada 100 mil habitantes são Okinawa, com 130,17 e Tóquio com 125,33, respectivamente. Elas têm 3 vezes mais do que a média do país, de 41,20.

Outras províncias com números elevados no sábado são Fukuoka com 502, Osaka com 1.040, Hokkaido com 243 e Aichi com tendência de aumento, com 286 testados positivo.

O número de pacientes gravemente enfermos vem aumentando nos últimos 10 dias. De sexta-feira para sábado, mais 41, portanto, com total de 667. O total de pacientes em tratamento da Covid-19 é de 77.436 em todo país.

Em contrapartida 833.422 pessoas se recuperaram.

Fontes: News Digest, Ryukyu Shimpo e FNN

É possível e seguro combinar vacinas diferentes? Alguns países no mundo já aplicam doses de dois fabricantes

Esta semana, grávidas e puérperas do Rio de Janeiro que tomaram a primeira dose da vacina Astrazeneca contra a Covid-19 foram autorizadas pelo governo estadual a receberem a segunda dose de um imunizante diferente, da Pfizer. É uma medida contrária à recomendada pelo Ministério da Saúde.

Em seguida, os estados do Rio e Ceará adotaram a mesma medida.

A decisão foi tomada pelo município do Rio e referendada por um comitê de pesquisadores, sem o respaldo do Ministério da Saúde, que recomenda que gestantes e puérperas tomem a primeira dose da Astrazenca e aguardem até 45 dias após o parto para completar o esquema vacinal.

Agora, essas mulheres que receberam a primeira dose da Astrazeneca, há mais de 12 semanas, poderão misturar as vacinas e tomar a segunda dose da Pfizer.

A decisão trouxe à tona outra discussão: é possível e seguro combinar vacinas diferentes?

Na Espanha, uma pesquisa - ainda não revisada por outros cientistas - mostrou bons resultados. Voluntários que tomaram a primeira dose de Astrazeneca e, duas semanas depois, a segunda dose da Pfizer tiveram um aumento expressivo na produção de anticorpos que, em laboratório, conseguiram inativar o coronavírus.

No Reino Unido, pesquisadores de Oxford que misturaram as doses chegaram a uma conclusão semelhante. Mas alertaram que ensaios já demonstraram um risco maior de efeitos colaterais nesse esquema misto de imunização.

Nenhum dos estudo, nem o espanhol nem o inglês envolveu grávidas.

Nas Filipinas, outro ensaio pode interessas ao Brasil, porque mescla a CoronaVac com outras seis vacinas: Pfizer, Moderna, Janssen, Astrazeneca e Sputnik. Mas, será que isso é suficiente para que o plano nacional de imunização seja alterado, e permita combinação?

Milhares depressas pelo mundo estão tomando vacinas misturadas, como no Canadá, Portugal e Coreia do Sul.

Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel tomou a primeira dose da Astrazeneca e, a segunda, da Moderna, outra vacina produzida com a tecnologia MRNA, assim como a Pfizer.

Nos Estados Unidos, onde 70% receberam a primeira dose e 46% estão completamente imunizados, já existe um estudo para descobrir se é vantajoso dar uma terceira dose, de reforço, com uma vacina diferente.

Fonte:g1.globo.com

CPI vai votar quebra de sigilo dos deputados Ricardo Barros e Luis Miranda

BRASÍLIA — A CPI da Covid no Senado irá votar nesta terça-feira a quebra de sigilo do líder do governo Ricardo Barros (PP-PR). O deputado federal teria sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro como responsável por um suposto esquema de corrupção na aquisição da vacina indiana Covaxin, de acordo com o deputado Luis Miranda (DEM-DF). Na terça, os senadores também irão decidir se Miranda terá seu sigilo quebrado.

Miranda afirmou em depoimento à CPI que, ao denunciar um possível esquema no Ministério da Saúde ao presidente Jair Bolsonaro em março deste ano, ouviu do presidente que Ricardo Barros estaria por trás dos possíveis ilícitos.

A pauta da comissão na próxima terça-feira inclui também o depoimento da servidora Regina Célia Silva Olivesira, que foi apontada como indicada por Barros para seu cargo na Saúde. O pedido de quebra de sigilo de Barros foi feito pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Os senadores querem avançar nas acusações de corrupção que envolvem a compra de vacinas pelo governo federal e que vieram a público nas últimas semanas.

Inicialmente, o deputado federal Luis Miranda, e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde, Luis Roberto Miranda, afirmaram em depoimento que denunciaram um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin.

Posteriormente, um vendedor que se apresentou como representante da empresa Davati Medical Supply, dos Estados Unidos, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, afirmou que recebeu uma cobrança de propina do então diretor do departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

Assim como o sigilo do deputado Ricardo Barros, os senadores da comissão irão votar a quebra de sigilo de Luis Miranda e de Dominguetti. Outro representante da Davati, Cristiano Alberto Hossri Carvalho, também poderá ser convocado para depor.

Fonte:oglobo.globo.com

Japão pretende emitir passaporte vacinal em julho

O país deverá iniciar a emissão do documento, em coordenação com os governos locais, ainda em julho.

Segundo o Secretário-geral do Gabinete, Katsunobu Kato, o governo pretende começar a emitir comprovante da vacinação contra o novo coronavírus, chamado de passaporte vacinal.

“Vamos promulgar o Regulamento de Aplicação da Lei de Vacinação em meados de julho e, após os testes do sistema de registro de vacinação (VRS) reformulado, em relação aos governos locais, gostaríamos de começar a emitir os comprovantes. Está agendada para o final de julho”, declarou Kato.

Nesse momento o passaporte da vacinação será em papel, mas mais tarde considera-se a digitalização dele.

Fontes: JNN e Sankei

Governo admite que cometeu erros graves em 70 vacinações

Segundo documento compilado pelo Gabinete do Governo nesta terça-feira (29), foram relatados 70 casos de “erros que podem causar problemas de saúde graves” na vacinação, e outros 69 casos de “erros com baixo risco de causar problemas de saúde graves imediatamente”. Os dados são de vacinações feitas até o dia 16 de junho.

O erro mais comum foi “a aplicação da segunda dose da vacina em intervalos não apropriados”, totalizando 33 casos. Também foram constatadas “vacinações com agulhas utilizadas em outras pessoas”, “pessoas que receberam 3 vezes em vez de 2” e “pessoas que receberam as duas doses no mesmo dia”.

“É necessário pensarmos em formas de acabar com esses erros visto que as oportunidades de vacinação estão aumentando gradualmente”, disse o Secretário do Gabinete, Katsunobu Kato, em coletiva.

Kato também comentou sobre a pesquisa inglesa que verificou que a combinação da aplicação de 2 vacinas diferentes apresenta maior eficiência do que a aplicação dupla de uma do mesmo tipo. “Não conseguimos confirmar a eficiência e segurança dos dados dessa pesquisa, então não recomendamos esse tipo de vacinação”, disse.

Fonte: ANN

Ministério da Saúde demite diretor em meio a denúncias de corrupção em compra de vacinas

BRASÍLIA – Acusado de pressionar servidores para acelerar a importação da vacina indiana Covaxin, mesmo com indícios de irregularidades no contrato, o diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, foi demitido do cargo. A decisão foi tomada na manhã desta terça-feira, 29, segundo nota divulgada à noite pela Pasta. O texto confirma, ainda, que a exoneração do diretor sairá na edição do Diário Oficial desta quarta-feira, 30.

A demissão de Ferreira dias acontece quatro dias após os depoimentos à CPI da Covid do deputado Luis Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, Luis Ricardo Fernandes Miranda, chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Os dois disseram haver um esquema de corrupção envolvendo a compra da Covaxin e citaram Ferreira Dias.

O diretor foi indicado para o cargo pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), ex-ministro da Saúde, e pelo ex-deputado Abelardo Lupion (DEM-PR). Barros nega ter apadrinhado o diretor, que assumiu a função na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta.

No ano passado, Ferreira quase ocupou uma diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O próprio presidente Jair Bolsonaro desistiu da indicação, no entanto, após o Estadão mostrar que o diretor havia assinado contrato de R$ 133,2 milhões no Ministério da Saúde, com indícios de irregularidade, para compra de 10 milhões de kits de materiais utilizados em testes de covid-19.

Uma outra denúncia contra ele, desta vez de cobrança de propina, partiu de Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da Davatti Medical Supply. A CPI da Covid vai ouvir na sexta-feira o depoimento de Dominguetti, que disse ao jornal Folha de S. Paulo ter recebido de Ferreira Dias pedido de propina de US$ 1 para cada dose da vacina AstraZeneca adquirida pelo governo Bolsonaro. A AstraZeneca nega, porém, que a Davatti a represente – a empresa americana já foi desautorizada pela AstraZeneca no Canadá.

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice–presidente da CPI, e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) prepararam um requerimento para convocar Dominguetti. Quando depuseram à CPI da Covid, o deputado Luis Miranda e o irmão dele disseram que se reuniram com Bolsonaro no dia 20 de março, no Palácio da Alvorada, e relataram o esquema de corrupção no Ministério da Saúde para compra de vacinas.

Reportagens publicadas na imprensa mineira indicam que a Davatti pode estar fraudando o processo de compra de vacinas no Estado. A empresa teria negociado com prefeituras, com o objetivo de conseguir uma carta de intenção demonstrando interesse na aquisição de imunizantes da AstraZeneca. Depois de conseguir a carta, porém, as conversas emperraram.

No caso da Covaxin, o governo Bolsonaro fechou o contrato de compra por um preço 1.000% maior do que o anunciado pela própria fabricante, como revelou o Estadão. O Ministério da Saúde decidiu suspender o contrato temporariamente, nesta terça-feira, 29, por recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU). 

Em agosto de 2020, um telegrama sigiloso da embaixada brasileira em Nova Délhi informou o governo que a vacina Covaxin, produzida pela Bharat Biotech, tinha preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose). Quatro meses depois, em dezembro, outro comunicado diplomático dizia que o produto fabricado na Índia “custaria menos do que uma garrafa de água”. Em fevereiro deste ano, porém, o Ministério da Saúde firmou contrato com preço de US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época), a mais cara das seis vacinas compradas até agora.

Fonte: Jornal Estadão SP.

Governo vai exonerar diretor de logística da Saúde, acusado de cobrar propina em vacina

O governo Jair Bolsonaro, vai exonerar o diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, representante de vacina disse que Dias teria cobrado propina para fechar contrato de compra das doses.

O Ministério da Saúde encaminhou ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira, 29, pedido de demissão de Dias. Apadrinhado de Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, o diretor está no cargo desde janeiro de 2019, ainda na gestão de Luiz Henrique Mandetta.

Segundo nota do ministério da Saúde, a exoneração de Dias será publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira, 30. O motivo da demissão não foi informado.

Segundo o jornal, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, Dias teria cobrado propina de US$ 1 por dose vendida, em jantar num restaurante de Brasília. O diretor não teria respondido aos contatos do jornal.  O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse que o caso será investigado pela comissão.

O departamento de logística é responsável, no ministério, pela assinatura de contratos. O setor foi “loteado” para o PP, partido da base de Bolsonaro.

Na semana passada, Dias foi citado pelo servidor Luis Ricardo Miranda, em depoimento à CPI da Covid, como tendo feito “pressão atípica” pela liberação da Covaxin. No mesmo dia, o seu irmão, deputado Luis Claudio Miranda (DEM-DF), disse que os dois levaram a denúncia para Bolsonaro, que teria dito que era “rolo de Ricardo Barros”.

Fonte: Jornal Estadão SP.

Governo planeja iniciar vacinações para pessoas com menos de 64 anos em junho

Ministério enviará bilhetes de vacinação para pessoas com menos de 65 anos no mês de junho.

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar (MHLW) pediu aos governos locais emitirem os bilhetes de vacinação para pessoas com menos de 64 anos de idade.

Segundo o ministério, não haverá prioridade no envio dos bilhetes visto que será difícil para as autoridades saberem quem tem doença crônica no momento do envio.

O ministério comenta que as vacinações poderão começar antes mesmo do previsto caso as vacinações de idosos terminarem.

O bairro de Sumida, em Tóquio, planeja enviar os bilhetes para 175.000 pessoas entre 16 e 64 anos de idade no dia 1 de junho.

A reserva da vacinação será feita prioritariamente para adultos entre 60 e 64 anos, pessoas com doenças crônicas e funcionários de instituições de cuidados para idosos.

“Temos vacinas para todos os cidadãos. Pedimos para todos confirmarem a época da vacinação”, comenta o ministério.

Fonte: Yomiuri

Covid-19: Japão aumentará incentivos financeiros para clínicas administrarem vacinas

A ação ocorre quando o país corre para melhorar seu lento programa de inoculação.

O governo japonês aumentará incentivos financeiros para clínica administrarem vacinas contra Covid-19 e vai considerar expandir o número de profissionais da saúde para técnicos de laboratórios clínicos e paramédicos permitidos a aplicarem as doses, disse seu principal porta-voz na terça-feira (25).

A ação ocorre quando o país corre para melhorar seu lento programa de inoculação.

O Secretário-Chefe do Gabinete, Katsunobu Kato, disse em uma coletiva de imprensa que o governo aumentará os pagamentos de ¥2.070 que as clínicas recebem atualmente para cada dose de vacina contra Covid-19 que elas administram para ¥4.070 a instalações que aplicam 100 ou mais doses por semana ao longo de 4 semanas, e para ¥5.070 àquelas que administram 150 ou mais doses.

Clínicas e hospitais que administram 50 doses ou mais por dia receberão ¥100.000 por dia e serão mais recompensados por despachar médicos e profissionais da enfermagem a outras instalações onde falta pessoal.

Paramédicos e técnicos de laboratórios clínicos se juntam a dentistas na lista de profissionais da saúde que poderiam ser autorizados a aplicar vacinas.

Farmacêuticos, os quais Kono sugeriu anteriormente que também poderiam ser chamados, e técnicos radiológicos, atuarão em papéis de suporte como monitoramento de pessoas que recebem doses, observando efeitos colaterais, disse Kato.

Fonte: Japan Today

Visitantes terão de apresentar exame negativo de covid para entrar em Ilhabela

Medida vai vigorar a partir da sexta-feira, 26, e durante os feriados nas cidades de São Paulo e do ABC paulista

SOROCABA – A prefeitura de Ilhabela, um dos principais destinos turísticos do litoral norte de São Paulo, vai exigir que os visitantes apresentem exame negativo de covid-19 para ter acesso à ilha. A medida, divulgada na tarde desta terça-feira, 23, vai vigorar a partir de sexta-feira, 26, e durante os feriados nas cidades de São Paulo e do ABC paulista. Conforme decreto municipal, o exame RT-PCR negativo terá de ser apresentado como forma de prevenir a transmissão do vírus.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Ilhabela é a primeira cidade paulista a exigir exame para o acesso de visitantes. No decreto, o prefeito Antônio Colucci (PL) leva em conta que a Baixada Santista decretou lockdown até o dia 4 de abril e que os prefeitos de São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano decretaram dez dias de feriados entre 26 de março e 4 de abril, o que poderá levar turistas a buscarem o litoral norte. "O grande fluxo de turistas durante os feriados consecutivos pode afetar o avanço da infecção humana pelo corovanírus, impactando o sistema de saúde pública municipal", diz o decreto.

A apresentação do exame será exigida a partir das 8h, no dia 26, no bolsão do embarque da travessia de balsas e catamarãs, único acesso de veículos e pessoas à cidade. A barreira contará com apoio da Polícia Militar, em especial os policiais em atividade delegada, segundo a prefeitura. Sem o exame negativo, o turista será impedido de embarcar. O exame deverá ter sido realizado no máximo 48 horas antes do embarque.

A prefeitura disse que a exigência é excepcional, com o objetivo de resguardar o interesse da coletividade na prevenção do contágio. Estão isentos da apresentação do exame os moradores do arquipélago, as pessoas vacinadas com a segunda dose e os prestadores de serviços essenciais, desde que apresentem documentação comprovatória.

Fonte: Estadão

https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,visitantes-terao-de-apresentar-exame-negativo-de-covid-para-entrar-em-ilhabela,70003658038

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