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Produção em fábricas no Japão aumenta aos níveis pré-pandemia

Crescimento vigoroso nos setores de automóveis e equipamento para fabricação de chips foi um fator principal.

A produção industrial do Japão cresceu em junho, ultrapassando os níveis vistos antes da pandemia de coronavírus. Crescimento vigoroso nos setores de automóveis e equipamento para fabricação de chips foi um fator principal.

Funcionários do Ministério da Indústria disseram nesta sexta-feira (30) que a produção em fábricas teve alta de 6,2% em relação a maio. Esse é o primeiro aumento em 2 meses.

A produção de carros de passageiros e motores aumentou 22,6% em meio à crescente demanda no Japão e no exterior.

A fabricação de equipamentos para produção de chips e outros maquinários aumentou 8,9%.

Olhando à frente, funcionários do ministério projetam que a produção caia 1,1% em julho, mas aumente 1,7% em agosto.

Eles mantiveram a avaliação geral, dizendo que a produção está se recuperando e ficará de olho no impacto da escassez de chips e da propagação da variante Delta sobre a economia.

Fonte: NHK

Toyota continua sendo a montadora que mais vende carros no mundo

Esse é o 2º ano consecutivo que a Toyota foi a montadora top do mundo no 1º semestre, com 5,47 milhões de veículos vendidos.

A Toyota Motor continuou sendo a montadora que mais vende carros no mundo, com um recorde de 5,47 milhões de veículos comercializados nos primeiros 6 meses de 2021, ultrapassando a arquirrival alemã Volkswagen AG, mostraram dados da empresa na quinta-feira (29)

Esse é o segundo ano consecutivo que a Toyota foi a montadora top do mundo no 1º semestre, revelando sua recuperação acentuada da queda inicial em decorrência do coronavírus e relativa superação apesar de uma escassez de chips global.

As vendas recordes anteriores da Toyota para o 1º semestre de 1 ano foram estabelecidas em 2019 com cerca de 5,13 milhões de unidades comercializadas globalmente.

A Toyota desfrutou de vendas robustas em seus mercados chave como os EUA e a China. Um funcionário da montadora disse que a empresa conseguiu “limitar” o impacto da escassez global de semicondutores.

No período de janeiro a junho, a Toyota vendeu 5.467.218 veículos globalmente, alta de 31,3% em relação ao ano anterior. O número inclui aqueles comercializados pelas suas subsidiárias Daihatsu e Hino Motors.

A Volkswagen vendeu 4.978.200 veículos no mesmo período, alta de 27,9% em comparação ao ano anterior.

Fonte: Mainichi

FMI corta previsão de crescimento do Japão com a propagação da Covid-19

O Japão foi o único país entre as nações do G7 que enfrentou um rebaixamento na mais recente perspectiva do FMI.

O Fundo Monetário Internacional – FMI previu na terça-feira (27) que a economia do Japão crescerá 2,8% em 2021 em comparação ao ano anterior, queda de 0,5 ponto percentual de sua estimativa de abril, enquanto o país continua a enfrentar dificuldades para conter a propagação da Covid-19.

A projeção de crescimento global continuou inalterada a 6%, visto que perspectivas diminuídas para o Japão e economia emergentes como China e Índia foram neutralizadas por panoramas melhorados para os EUA e algumas outras grandes economias avançadas.

Em uma atualização do relatório da Perspectiva de Economia Mundial, a instituição sediada em Washington destacou a contínua divergência de recuperações econômicas em decorrência da pandemia devido a diferenças no ritmo de programas de vacinação e suporte político.

O Japão foi o único país entre o Grupo das Sete nações industrializadas que enfrentou um rebaixamento na mais recente perspectiva do FMI.

O programa de vacinação do país ficou atrás daqueles de outros países desenvolvidos, e a nação impôs restrições antivírus sobre estabelecimentos em meio a um aumento nos casos de coronavírus.

Contudo, antecipa-se que a terceira maior economia do mundo tenha uma recuperação mais forte no segundo semestre de 2021, apoiada por mais esforços de inoculação. O FMI elevou sua perspectiva de crescimento para 2022 em 0,5 ponto para 3%.

Fonte: Japan Times

Média do salário mínimo do Japão passará a ¥930 por hora

 

Esse é o valor da média nacional, mas cada província decide o seu valor, baseado na diretriz do governo.

Na quarta-feira (14) o conselho do MHLW-Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar estabeleceu uma diretriz para aumentar o salário mínimo médio do Japão, de 902 ienes por hora para 930 ienes. Ou seja, 28 ienes a mais.

O valor do aumento foi o maior desde 2002, quando o salário mínimo passou a ser apresentado com valor por hora de trabalho. Mas ainda não chegou à meta da média de mil ienes por hora.

No ano passado, devido à epidemia do novo coronavírus, o conselho não pode dar uma diretriz para aumentá-lo. Por isso, o valor do aumento foi de apenas 1 iene em média.

Vale lembrar que no Japão o salário mínimo é definido pelo governo de cada uma das 47 províncias, por volta de outubro. Atualmente somente Tóquio e Kanagawa têm mínimo superior a mil ienes/h, de¥1.013 e ¥1.012, respectivamente.

O de Aichi é de ¥927 e o de Osaka é de ¥964, enquanto ainda há muitas províncias com mínimo de ¥792, o que dá uma diferença de ¥221 com Tóquio.

Mas, com essa diretriz é possível que essas províncias como Akita, Shimane, Okinawa e outras passem a ¥800 ou mais.

Fontes: Gov., Mainichi e NHK

                                         

Recall de 300 mil veículos da Mitsubishi

Mitsubishi fará recall de 30 mil veículos por problemas nos freios.

A Mitsubishi Motors anunciou que fará o recall de aproximadamente 300 mil veículos por problemas nos freios.

O veículos do recall são o “eK”, “eK SPACE”, “DAYZ” e “ROOX”. Os dois últimos modelos são produzidos pela Mitsubishi para a Mazda.

Os carros do recall foram produzidos entre 2019 e 2021.

Segundo o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte (MLIT), houve um problema no programa de computador que controla o funcionamento do carro, que, na pior das hipóteses, poderia atrasar o tempo que levaria até o veículo parar.

Até o momento, houve um caso de acidente e 39 relatos de mau funcionamento em todo país.

A Mitsubishi e a Mazda farão o reparo gratuito nas concessionárias a partir da sexta-feira (28).

Fonte: NHK

Amazon compra MGM por ¥920 bilhões

MGM é comprada pela Amazon pelo valor de ¥920 bilhões.

A Amazon anunciou na quarta-feira (26), horário local, a aquisição do estúdio MGM (Metro-Goldwyn-Mayer) por US$8,45 bilhões, o equivalente a ¥920 bilhões na cotação atual.

O estúdio, que é conhecido pela vinheta icônica de um leão rugindo, está por trás de sucessos como “O Silêncio dos Inocentes”, “e as franquias “007” e “Rocky”, entre outros filmes. Entretanto, o acordo deixa de fora clássicos lendários da MGM, como “O mágico de Oz” e “E o vento levou”, por serem de propriedade da Warner.

A Amazon agrega um acervo de 4.000 títulos ao catalogo da plataforma Prime, em momento de disputa acirrada entre os canais digitais.

Em nota, a Amazon disse que “ajudará a preservar o patrimônio e catálogo da MGM e fornecerá aos clientes um maior acesso às obras”.

“O verdadeiro valor por trás do acordo é o tesouro de grande catálogo que será reinventado junto à equipe da MGM”, disse Mike Hopkins, vice-presidente da Amazon Studios e Amazon Prime.

Fonte: ANN

Atividade em fábricas no Japão aumentou em março

O ritmo aumentou com a perspectiva de uma recuperação econômica global e países iniciando as vacinações contra Covid-19.

Uma expansão da atividade em fábricas no Japão tomou o ritmo em março, mostrou uma pesquisa do setor privado na quarta-feira (24), auxiliada pela perspectiva de uma recuperação econômica global enquanto um crescente número de países inicia as vacinações contra Covid-19.

Entretanto, o setor de serviços continuou enfrentando dificuldades, com empresas sofrendo com o golpe do coronavírus mesmo após o governo ter suspendido o estado de emergência na região de Tóquio.

O índice do au Jibun Bank Flash Japan Manufacturing Purchasing Managers (PMI) aumentou de 51.4 em fevereiro para 52.2 em março ajustado sazonalmente.

Isso significa que a atividade de fabricação ficou acima do limite de 50.0 que separa contração e expansão, pelo segundo mês consecutivo.

A pesquisa PMI mostrou que a atividade foi auxiliada pela crescente produção e novos pedidos. Pedidos futuros, os quais que mostram expectativas de crescimento das empresas para o ano à frente, também continuaram fortemente positivos.

“Sentimentos positivos se originaram da expectativa de que tanto as suspensões do estado de emergência como de restrições mais amplas, enquanto vacinações iniciam, causaria uma recuperação na demanda tanto no mercado doméstico como no externo”, disse Usamath Bhatti, economista no IHS Markit, que compila a pesquisa.

Apesar da expansão de produção e pedidos, fabricantes estavam hesitantes em contratar mais trabalhadores, reportando o terceiro mês consecutivo de cortes de empregos.

Fonte: Nippon

Incêndio da Renesas pode afetar produção de montadoras japonesas

Montadoras japonesas já haviam reduzido a produção devido a uma escassez global de chips.

Montadoras japonesas estão avaliando o impacto de um incêndio que destruiu parte das instalações da fabricante de chips Renesas. Isso ocorre com a indústria já enfrentando uma escassez global de semicondutores.

O incêndio ocorreu na sexta-feira (19) na fábrica da Renesas em Hitachinaka (Ibaraki). Parte dos equipamentos foi danificada, e a produção de chips para automóveis foi parcialmente paralisada.

A Renesas visa retomar a produção total dentro de um mês. Montadoras têm enviado pessoas à fábrica para ajudar.

Entre as empresas que usam chips da Renesas estão a Toyota, Nissan e Honda. Montadoras japonesas já haviam reduzido a produção devido a uma escassez global de chips.

Outras fabricantes de chips têm capacidade limitada para compensar a queda.

Analistas dizem que o incêndio na Renesas poderia forçar montadoras a cortarem ainda mais produção.

Fonte: NHK

Nissan ajusta produção devido a fornecimento limitado de peças após terremoto

O terremoto de sábado afetou a fabricante de peças Hitachi Astemo, que fornece peças para a Nissan.

A Nissan Motor ajustará a produção na província de Fukuoka nesta semana devido a interrupções nos fornecimentos de peças após um terremoto ter atingido o nordeste do Japão, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

O terremoto de sábado (13) afetou a fabricante de peças Hitachi Astemo, disseram as fontes.

A Hitachi Asteno, um empreendimento conjunto entre a Hitachi e a Honda, produz peças para sistemas de suspensão de carros em sua planta na província de Fukushima que são usadas por montadoras incluindo a Nissan e a Toyota.

A Nissan reduziu o horário de operação em duas linhas em sua planta de Fukuoka, que produz as vans Serena, a partir da noite de terça-feira (16), e paralisará a produção no sábado (20), disseram as fontes.

Contudo, uma porta-voz da Nissan disse que, até agora, a montadora não estava vendo impacto sobre a produção.

Em outros lugares, a Toyota disse na terça-feira que suspenderá temporariamente a produção em 14 linhas de 9 fábricas do grupo no Japão, visto que alguns de seus fornecedores foram afetados pelo terremoto.

A Hitachi Astemo disse na quarta-feira (17) que sua planta na província de Fukushima suspendeu a produção desde a segunda-feira devido a um apagão após o terremoto, disse um porta-voz da empresa.

A companhia precisa de tempo para inspecionar a fábrica e não informou quando as operações seriam retomadas.

Fonte: Nippon

Exportações do Japão crescem a ritmo mais rápido com demanda da China

Alta pelo 2º mês consecutivo, com envios de itens a países como China e Coreia do Sul continuando a níveis altos.

As exportações de produtos do Japão tiveram crescimento em janeiro, visto que elas continuaram a se recuperar de uma crise econômica causada pelo coronavírus, levadas por demanda vigorosa da China e de outros países asiáticos, mostraram dados do governo na quarta-feira (17).

As exportações no mês reportado aumentaram 6,4% em relação ao ano anterior para ¥5,78 trilhões ($54,5 bilhões), alta pelo 2º mês consecutivo, com envios de itens incluindo equipamento para fabricação de chips a países como China e Coreia do Sul continuando a níveis altos, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Ministério das Finanças.

O ritmo de crescimento acelerou a partir dos 2% em dezembro, quando as exportações tiveram seu primeiro aumento ano a ano em 25 meses após firmas japonesas terem enfrentado dificuldades com demanda do exterior reduzida devido à pandemia, assim como repercussões das tensões comerciais entre EUA e China.

Exportações para a China cresceram 37,5% para ¥1,23 trilhão no mês reportado, a maior expansão desde um aumento de 41,3% em abril de 2010 quando eles se recuperaram da crise financeira global. Envios para a Ásia como um todo cresceram 19,4% para ¥3,37 trilhões.

Ajudado pelas fortes exportações, o PIB expandiu em porcentagem de dois dígitos pelo 2º trimestre consecutivo após um salto anualizado de 22,7% no trimestre anterior.

Fonte: News and Culture

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