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Quarta-feira: 1,1 mil testados positivo

A única província que não teve nenhum caso foi Ishikawa. Tóquio e Osaka continuam sendo as que tiveram 3 dígitos.

Até as 19h de quarta-feira (6) o Japão teve 1,1 mil testados positivo para o novo coronavírus.

Foram 8 em Gunma, 18 em Tochigi, 25 em Ibaraki, 52 em Chiba, 75 em Saitama, 86 em Kanagawa e 149 em Tóquio.

Osaka teve 60 casos a mais que a capital japonesa, somando 209 no dia. Foram 5 em Shiga, 30 em Quioto, 76 em Hyogo, 27 em Hiroshima e em Fukuoka, 7 em Shimane, 18 em Okayama e 30 em Okinawa.

Na região Tokai foram 11 em Shizuoka, 15 em Mie, 27 em Gifu e 80 em Aichi, sendo praticamente 50% em Nagoia, com 39; foram 5 em Toyota e em Toyohashi, entre outras cidades.

O dia teve 26 óbitos de pacientes com Covid-19, sendo 10 de Tóquio, 4 de Osaka, 2 de Saitama, de Aichi e Aomori, entre outras províncias.

São 612 enfermos em estado grave dentre os 17.836 em tratamento.

Em contrapartida, 1.671.171 se recuperaram da covid.

Na segunda-feira (4) foram realizados 40.280 testes PCR.

Fontes: News Digest, NHK e Nagoya TV

Duas doses de vacina contra Covid-19 oferecem 87% de eficácia

O estudo foi realizado por uma equipe incluindo pesquisadores da Universidade de Nagasaki.

Tomar duas doses de vacina, tanto da Pfizer como da Moderna, tem 86,8% de eficácia contra desenvolver Covid-19, anunciou na terça-feira (5) uma equipe incluindo pesquisadores da Universidade de Nagasaki.

Os dados de eficácia de vacina da equipe é cerca de 10 pontos percentuais abaixo dos números apresentados pelo Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID).

Os pesquisadores, entretanto, realizaram o estudo cerca de um mês depois, em um ponto quando eles acreditam que a variante alpha do vírus havia sido substituída pela altamente transmissível delta.

A equipe realizou o estudo em julho e agosto em 10 instituições médicas de 9 províncias e examinaram 890 indivíduos entre 16 e 64 anos com suspeita de terem sido infectados pelo coronavírus.

Das 528 pessoas que não haviam sido vacinadas, 213 testaram positivo. Dos 108 que haviam recebido a primeira dose, 31 testaram positivo, enquanto somente 9 de 159 indivíduos que haviam sido inoculados duas vezes tinham sido infectados pela Covid-19.

Resultados de um estudo conduzido pelo NIID de junho a julho mostraram que receber duas doses de vacina tinha eficácia de 95%.

Contudo, Haruka Maeda, um pesquisador especialmente apontado em infecção respiratória na Universidade de Nagasaki, disse que a eficácia da vacina pode ter enfraquecido porque a variante delta aumentou em junho.

Maeda também enfatizou que “apesar disso, foi confirmado que a eficácia das vacinas ainda é alta no Japão também”.

Fonte: Mainichi

 

Menos de mil novos casos na quinta-feira

Das 47 províncias, três não tiveram nenhum caso. São Iwate, Yamagata e Shimane.

Até as 19h30 de quinta-feira (7) o país teve 969 testados positivo para o novo coronavírus e mais 3 nos aeroportos.

Foram 9 em Gunma, 16 em Ibaraki, 17 em Tochigi, 43 em Chiba, 68 em Saitama, 102 em Kanagawa e 142 em Tóquio, onde foi a quinta-feira com o menor número deste ano.

Osaka continua com número acima da capital nipônica, com total de 165 novos casos. Foram 87 em Hyogo, 27 em Quioto, 6 em Nagano, 5 em Shiga e em Fukui, 16 em Hiroshima e em Okinawa, 15 em Fukuoka e 11 em Oita.

Na região Tokai foram 9 em Shizuoka, 15 em Mie, 25 em Gifu e 61 em Aichi, sendo 14 em Nagoia, 4 em Toyota e em Toyohashi, 5 em Ichinomiya, entre outras cidades.

O dia teve 39 óbitos, sendo 19 de Tóquio, 5 de Osaka e de Okinawa, 4 de Kanagawa, 1 de Quioto e de Aichi, entre outras províncias. A soma cumulativa de mortes pela Covid-19 aumentou para 17.860.

São 16.524 pacientes em tratamento, sendo que 595 estão em estado grave.

Em contrapartida, 1.673.416 pessoas se recuperaram.

Na terça-feira (5) foram realizados 42.495 testes PCR.

Fontes: News Digest, Nagoya TV e NHK

Dois árbitros olímpicos testados positivos saem do hotel sem permissão

Eles saíram do hotel onde foram encaminhados para tratamento, depois de testarem positivo para o novo coronavírus.

Fontes oficiais do torneio Tokyo 2020 revelaram que os dois árbitros participantes das Olimpíadas, os quais tiveram resultado positivo para o novo coronavírus, foram encaminhados para um hotel em Tóquio, para tratamento.

No entanto, na quinta-feira (29) escaparam da instalação de acomodação, sem permissão.

De acordo com as fontes, os dois homens atuam como árbitros da competição de remo nos Jogos Olímpicos e o resultado do teste PCR, do dia 26, foi positivo. Um deles é japonês.  

Eles argumentaram “quisemos fazer o teste de novo, para obter o resultado negativo e ir para a competição”. Assim, os dois teriam ido para um hospital.

Parece que esta é a primeira vez que pessoas envolvidas nos Jogos Olímpicos, com resultado positivo, saem sem autorização. A comissão organizadora ouviu os 2 árbitros para avaliar se violaram o manual.

Fonte: ANN

Produção em fábricas no Japão aumenta aos níveis pré-pandemia

Crescimento vigoroso nos setores de automóveis e equipamento para fabricação de chips foi um fator principal.

A produção industrial do Japão cresceu em junho, ultrapassando os níveis vistos antes da pandemia de coronavírus. Crescimento vigoroso nos setores de automóveis e equipamento para fabricação de chips foi um fator principal.

Funcionários do Ministério da Indústria disseram nesta sexta-feira (30) que a produção em fábricas teve alta de 6,2% em relação a maio. Esse é o primeiro aumento em 2 meses.

A produção de carros de passageiros e motores aumentou 22,6% em meio à crescente demanda no Japão e no exterior.

A fabricação de equipamentos para produção de chips e outros maquinários aumentou 8,9%.

Olhando à frente, funcionários do ministério projetam que a produção caia 1,1% em julho, mas aumente 1,7% em agosto.

Eles mantiveram a avaliação geral, dizendo que a produção está se recuperando e ficará de olho no impacto da escassez de chips e da propagação da variante Delta sobre a economia.

Fonte: NHK

Senadora aponta falsificação em documento usado pelo governo para rebater denúncia de irregularidade na compra da Covaxin

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou nesta terça-feira, 6, acreditar que houve falsificação no documento usado pelo governo de Jair Bolsonaro para rebater denúncia de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. À Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Tebet identificou 24 erros na chamada “invoice” (uma fatura com os dados do pagamento) apresentada pelo ministro Onyx Lorenzoni, no dia 23 de junho, quando ameaçou processar os denunciantes.

Documento em PDF.

Com uma imagem do documento, Tebet apontou erros de grafia, de inglês e falta de informações na nota fiscal que teria sido enviada pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, para a compra da Covaxin, em março deste ano. “Tem clara comprovação de falsidade de documento privado. Nós estamos falando de falsidade ideológica formulada por alguém”, disse a senadora.

Entre os erros apontados por Tebet estão marca e o logotipo da empresa desenquadrados –“não estão alinhados em alguns pontos, como se fosse uma montagem”–; erros de inglês, como “prince” (príncipe) no lugar de “price” (preço); “airpor” e não “airport” (aeroporto); mistura de português e inglês, o que a senadora chamou de “portinglês”; diferença no número de doses de vacinas de um campo para o outro; falta de dados bancários e assinaturas/autorizações.

O documento foi divulgado pela primeira vez pelo servidor do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, e seu irmão, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), como prova de que havia irregularidade na compra da Covaxin. Na versão apresentada pelos dois, a “invoice” previa pagamento antecipado de R$ 45 milhões por 3 milhões de doses da Covaxin, o que não estava previsto no contrato fechado entre Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, intermediadora do negócio. Pelo acordo, o pagamento só deverá se feito após o Brasil receber a vacina, o que ainda não ocorreu.

Outro ponto levantado pelos irmãos é de que a empresa destinatária do pagamento é a Madison Biotech, uma offshore sediada em Cingapura que não consta no contrato. Segundo a Precisa, a empresa é ligada ao laboratório indiano Bharat Biothec, fabricante da Covaxin.

{source}<blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Documento fajuto. Bastava um olhar mais observador para perceber erros graves que configuram a fraude no contrato da Covaxin. Ninguém viu? <a href="https://t.co/Id8lcHc3of">pic.twitter.com/Id8lcHc3of</a></p>&mdash; Simone Tebet (@SimoneTebetms) <a href="https://twitter.com/SimoneTebetms/status/1412495253224017925?ref_src=twsrc%5Etfw">July 6, 2021</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>{/source}

No dia 23 de junho, Onyx e o assessor da Casa Civil e ex-secretário-executivo da Saúde, coronel Élcio Franco, fizeram um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual acusaram o servidor do Ministério da Saúde e seu irmão deputado de forjarem o documento para sugerir irregularidades. Segundo Franco e Lorenzoni, o governo havia recebido duas versões da nota fiscal, mas nenhuma delas correspondia à que havia sido apresentada pelos irmãos Miranda. O documento apresentado pelos irmãos, no entanto, consta no sistema do Ministério da Saúde.

“Como é que ninguém visualiza um documento fajuto como este, documento apresentado pelo Onyx e pelo Elcio, fotografado por nós e pela imprensa?”, disse a senadora.

O Ministério da Saúde fechou contrato de compra de 20 milhões de doses do imunizante em 25 de fevereiro deste ano pelo valor total de R$ 1,6 bilhão. Cada dose vai custar US$ 15, o maior valor dentre os imunizantes adquiridos pela Pasta.

Durante a sessão da CPI, a senadora questionou se a Madison teria produzido um documento “com tantos erros de inglês”. “São tantos os erros apontados – ‘of’ que não é comum, tem normalmente apóstrofe; o nome do aeroporto corrigido errado; Brasil com “z”; e aeroporto em português”, apontou.

Segundo ela, o erro mais grave foi em relação ao número de doses. A quantidade expressa na nota fiscal era diferente em dois campos do documento. “As doses ali eles colocam que são 300 mil caixas com 16 ampolas cada, cada ampola dá para uma dose. Se eu for multiplicar por isso, o que o Brasil teria que receber é 4,8 milhões de doses e não 3 milhões, como está aqui”, afirmou. “É um documento que diz que ora o Brasil vai receber 4,8 milhões de doses da vacina, que ora vai receber 3 milhões de doses.”

Procurados pela reportagem para explicar os erros apontados pela senadora, Onyx e o Ministério da Saúde não responderam aos questionamentos.

Veja os erros apontados por Simone Tebet.

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Fonte jornal estadão

CPI vai votar quebra de sigilo dos deputados Ricardo Barros e Luis Miranda

BRASÍLIA — A CPI da Covid no Senado irá votar nesta terça-feira a quebra de sigilo do líder do governo Ricardo Barros (PP-PR). O deputado federal teria sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro como responsável por um suposto esquema de corrupção na aquisição da vacina indiana Covaxin, de acordo com o deputado Luis Miranda (DEM-DF). Na terça, os senadores também irão decidir se Miranda terá seu sigilo quebrado.

Miranda afirmou em depoimento à CPI que, ao denunciar um possível esquema no Ministério da Saúde ao presidente Jair Bolsonaro em março deste ano, ouviu do presidente que Ricardo Barros estaria por trás dos possíveis ilícitos.

A pauta da comissão na próxima terça-feira inclui também o depoimento da servidora Regina Célia Silva Olivesira, que foi apontada como indicada por Barros para seu cargo na Saúde. O pedido de quebra de sigilo de Barros foi feito pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Os senadores querem avançar nas acusações de corrupção que envolvem a compra de vacinas pelo governo federal e que vieram a público nas últimas semanas.

Inicialmente, o deputado federal Luis Miranda, e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde, Luis Roberto Miranda, afirmaram em depoimento que denunciaram um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin.

Posteriormente, um vendedor que se apresentou como representante da empresa Davati Medical Supply, dos Estados Unidos, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, afirmou que recebeu uma cobrança de propina do então diretor do departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

Assim como o sigilo do deputado Ricardo Barros, os senadores da comissão irão votar a quebra de sigilo de Luis Miranda e de Dominguetti. Outro representante da Davati, Cristiano Alberto Hossri Carvalho, também poderá ser convocado para depor.

Fonte:oglobo.globo.com

Suga inspeciona controles de quarentena em Haneda

O Primeiro-Ministro do Japão, Yoshihide Suga, inspecionou a quarentena e outras medidas antivírus no Aeroporto de Haneda em Tóquio. Ele instruiu funcionários a realizarem controles de fronteira rigorosos em preparação para as Olimpíadas e Paralimpíadas.

Em sua visita na manhã desta segunda-feira (28), Suga inspecionou primeiro o local onde funcionários da All Nippon Airways estão sendo vacinados contra a Covid-19. Ele também testou sistemas de check-in touchless que a Japan Airlines usa para prevenir infecções.

O primeiro-ministro então observou o procedimento para testes de antígeno em uma estação de quarentena e foi informado sobre medidas de fronteira preventivas.

Suga disse que o número de novas infecções está em uma tendência de declínio a nível nacional, com exceção de Tóquio e áreas ao redor que têm registrado um aumento gradual.

Ele disse que um forte senso de urgência é necessário para implementar medidas preventivas. Ele prometeu uma resposta rápida e flexível se necessário ao examinar de perto a situação.

Fonte: NHK

Governo vai exonerar diretor de logística da Saúde, acusado de cobrar propina em vacina

O governo Jair Bolsonaro, vai exonerar o diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, representante de vacina disse que Dias teria cobrado propina para fechar contrato de compra das doses.

O Ministério da Saúde encaminhou ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira, 29, pedido de demissão de Dias. Apadrinhado de Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, o diretor está no cargo desde janeiro de 2019, ainda na gestão de Luiz Henrique Mandetta.

Segundo nota do ministério da Saúde, a exoneração de Dias será publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira, 30. O motivo da demissão não foi informado.

Segundo o jornal, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, Dias teria cobrado propina de US$ 1 por dose vendida, em jantar num restaurante de Brasília. O diretor não teria respondido aos contatos do jornal.  O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse que o caso será investigado pela comissão.

O departamento de logística é responsável, no ministério, pela assinatura de contratos. O setor foi “loteado” para o PP, partido da base de Bolsonaro.

Na semana passada, Dias foi citado pelo servidor Luis Ricardo Miranda, em depoimento à CPI da Covid, como tendo feito “pressão atípica” pela liberação da Covaxin. No mesmo dia, o seu irmão, deputado Luis Claudio Miranda (DEM-DF), disse que os dois levaram a denúncia para Bolsonaro, que teria dito que era “rolo de Ricardo Barros”.

Fonte: Jornal Estadão SP.

Empresa que negociou Covaxin recebeu R$ 66 mil de clínica e é alvo de ação

BRASÍLIA – A Precisa Medicamentos, empresa que negocia a vacina indiana Covaxin, recebeu R$ 66 mil da MDC Vacinas, clínica privada de Porto Alegre (RS), como pagamento adiantado pelo envio de doses do imunizante.

O valor total dos produtos contratados era de R$ 660 mil. A entrega, porém, nunca aconteceu porque a lei não permite a venda de vacinas pelo mercado privado e a vacina indiana ainda não tem aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No dia 18 de junho, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu acatar o pedido da clínica gaúcha e determinou o bloqueio das contas da Precisa. A representante brasileira do laboratório indiano Bharat Biontech chegou a pedir que o processo na Justiça ficasse em sigilo, o que foi negado pelo TJ-SP.

Como mostrou o Estadão, em janeiro, a Precisa assinou um contrato com Associação Brasileira de Clínicas Privadas (ABCVAC) para que a iniciativa privada pudesse imunizar contra o coronavírus com o produto da Índia.

O contrato era de 5 milhões de doses e previa cinco faixas de preços, que variavam de acordo com a quantidade adquirida. Caso todas as doses tivessem sido vendidas ao preço mínimo, a Precisa receberia US$ 163,55 milhões (ou R$ 804,666 milhões na cotação atual do dólar, de R$ 4,92). Nas compras acima de 100 mil doses, o preço unitário é o menor possível e cada uma sairia por US$ 32,71 (R$ 160,93 ). A menor quantidade possível de ser adquirida (2 mil a 7,2 mil doses), cada imunizante ficaria a US$ 40,78 (R$ 200,63). O contrato não estabelece o valor pelo qual as clínicas venderiam cada dose a seus clientes.

O acordo também prevê que as clínicas que fechassem negócio com a Precisa poderiam requerer seu dinheiro de volta caso a Covaxin não obtivesse autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até 15 de abril. Caso que acontece com a cliente de Porto Alegre.

Até agora, porém, a agência concedeu apenas uma autorização excepcional para a importação de parte das doses compradas pelo Ministério da Saúde. A Precisa apresentou nesta terça-feira, 29, um novo pedido para uso emergencial do imunizante no País. Em um revés para a empresa intermediadora, o governo federal decidiu suspender o contrato em que receberia 20 milhões de doses da Covaxin. A decisão aconteceu com base em suspeitas de corrupção no processo.

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid na sexta-feira, 25, Luis Ricardo Fernandes Miranda, chefe do setor de importação do Ministério da Saúde, afirmou ter sofrido pressão de superiores para acelerar a compra do imunizante indiano. O servidor apontou uma tentativa de pagamento antecipado e, ao lado do irmão, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), se reuniu com Bolsonaro em março para apontar indícios de corrupção no acordo.

Na ocasião, segundo o deputado, o presidente atribuiu as suspeitas a “mais um rolo” do deputado Ricardo Barros (Progressistas-PR), ex-ministro da pasta e atual líder do governo na Câmara.

Ainda segundo Miranda, Bolsonaro disse que acionaria a Polícia Federal para investigar o caso, mas nenhuma investigação foi aberta na época.

Fonte: O Estado de S.Paulo.

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