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Acidente no centro de Nagoia

Um carro de passeio e um táxi colidiram no centro da capital de Aichi, causando 4 feridos.

De acordo com a polícia e com o Corpo de Bombeiros, ocorreu uma colisão entre um veículo de passeio e um táxi, no cruzamento de Naka-ku Nishiki 3-chome, em Nagoia (Aichi), por volta das 21h30 de quinta-feira (29).

Por conta disso, um homem e uma mulher, na faixa dos 20 anos, que estavam no carro de passeio tiveram lesões. E também uma passageira, na casa dos 30, e o motorista do táxi foram levados para o hospital.

Segundo a polícia, as 4 vítimas estavam conscientes quando foram transportadas de ambulância.

Foi realizada uma investigação detalhada para verificar a situação naquela ocasião. 

Fonte: Nagoya TV

Brasileiro morre ao ser prensado por rolos de papel durante trabalho

Brasileiro morre ao ser prensado entre rolos de papel na fábrica onde trabalhava em Shizuoka.

Por volta das 16h30 de quarta-feira (30), um brasileiro, de 65 anos, funcionários haken, morreu ao ser prensado por rolos de papel na fábrica onde trabalhava.

O acidente aconteceu na fábrica da Ide Paper Converting, em Fuji (Shizuoka), em máquina que descarrega pedaços de papel. A morte dele foi confirmada no hospital.

Segundo a Delegacia de Fuji, a cabeça dele ficou presa entre os rolos. Ele conseguiu retirar sua cabeça e sair do local, mas não resistiu aos ferimentos.

A delegacia investiga o caso sob a possibilidade de acidente no trabalho.

Fonte: Shizuoka Shimbum

Falências no Japão relacionadas à pandemia chegam a 1,5 mil

As falências poderiam aumentar ainda mais agora que um terceiro estado de emergência para Tóquio e outras áreas deve ser estendido.

Novos números revelam que 1,5 mil empresas no Japão faliram devido à pandemia de coronavírus desde fevereiro do ano passado.

A companhia de pesquisa de crédito Teikoku Databank diz que estas empresas ou já declararam falência ou fecharam em preparação para procedimentos de liquidação.

A indústria de restaurantes vem sendo a mais prejudicada, com 250 negócios falindo, seguida pela área da construção com 140 e hotéis com 89.

Totais mensais vêm aumentando desde janeiro, quando o segundo estado de emergência pelo coronavírus iniciou na Grande Área de Tóquio.

Segundo o Teikoku Databank, os efeitos sobre o setor de restaurantes e de hotéis estão se espalhando para indústrias relacionadas. Quando um hotel encerra operações, contratantes de pequeno e médio porte especializadas em reparos e trabalho elétrico também tem que fechar.

A companhia de pesquisa acrescenta que o número de falências no Japão poderia aumentar ainda mais agora que um terceiro estado de emergência para Tóquio e outras áreas deve ser estendido.

Fonte: NHK

Pugilista de 19 anos morre durante o Campeonato Mundial de Boxe Juvenil

 Nos últimos dias muito se falou em ‘violência’ e boxe, devido à morte do lutador no ‘evento-teste’, realizado na academia FQA Combat, em Teresina, capital do estado do Piauí.

 
Os inimigos do esporte estão se aproveitando da fatalidade para denigrir o pugilismo e até mesmo as federações que regulamentam a ‘nobre arte’ questionam a legalidade da luta realizada no último sábado ( 24 de abril ) durante a competição chamada “Desafio Combate - o Retorno”.
 
Houve até mesmo quem resolveu se pronunciar, questionando - e com razão - a qualidade do atendimento médico recebido pelo lutador Jonas de Andrade Carvalho, o “Guerreiro da Luz”.
Não posso esquecer - também - daqueles que insinuaram que a tragédia foi reflexo da “má organização” ( ? ), o que não posso julgar, pois não me  fiz presente à noitada de lutas.
 
Eu não vou aqui tecer comentários acerca da arbitragem das lutas daquele ‘card’, pois não tenho formação como “árbitro” de boxe, mas ainda posso manifestar a minha opinião sobre os demais aspectos que envolvem o esporte.
 
Ora, sabemos que o boxe é um esporte extremo, um esporte de contato, um esporte intenso, e - assim como acontece no MMA - ninguém é obrigado à lutar. Aqueles que sobem no ringue o fazem cientes dos riscos aos quais serão expostos. 
 
Longe de mim querer defender ou atacar alguém, mas acredito firmemente que quando “chegar a hora” do lutador partir para um outro ‘plano de existência’, não será a chancela de uma determinada entidade reguladora do desporto, nem o suporte de saúde fornecido pelos organizadores - ainda que indispensáveis - ou sequer a grandiosidade de uma promoção que irão mudar esse quadro.
 
Como exemplo, noticiarei a fatalidade ocorrida na mais recente competição realizada pela International Boxing Association ( AIBA ), o Campeonato Mundial de Boxe Juvenil, cujas disputas foram finalizadas na semana passada, em Kielce, na Polônia. 
Rashed Al-Swaisat, um jovem boxeador jordaniano de apenas 19 anos e que competia na categoria até 81kg naquele torneio, acabou morrendo uma semana após sofrer uma lesão cerebral.
 
Al-Swaisat sofreu a lesão no terceiro round da luta contra o estoniano Anton Winogradow, no dia 16 de abril. 
Vale destacar que o atleta teve todo o atendimento médico necessário durante a competição - que também disponibilizava todo o aparato para a saúde dos lutadores de um país de primeiro mundo - e quando foi levado a um hospital local, passando por uma cirurgia de emergência.
 
O Comitê Olímpico da Jordânia confirmou que a morte ocorreu na noite de segunda-feira e também lamentou a perda do atleta. A imprensa polonesa publicou que a polícia local investiga o caso para elucidar as circunstâncias da morte, mas que não há evidências até o momento de qualquer conduta criminosa. Todos os boxeadores da competição usavam um capacete que serviria para “proteger” a cabeça dos golpes mais contundentes, como bem pensam os leigos.
 
Para finalizar eu gostaria de reiterar que todos os lutadores, independentes das suas modalidades combativas, devem ter essa consciência ao escolher a sua profissão. As artes marciais e lutas de contato em geral são esportes onde você poderá ter lesões seríssimas e não se deve ver apenas o ‘glamour’ das grandes promoções.
 
Agora, eu faço a seguinte pergunta ... Se não houvesse ocorrido uma fatalidade dessas na competição citada no início desse artigo, será que a mesma teria tido a mesma repercussão na grande mídia e se tornaria um dos assuntos prediletos dos ditos “especialistas do teclado”?
 
*Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 28/04/2021
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Legenda : O jovem lutador da Jordânia, Rashed Al-Swaisat, passou por cirurgia de emergência no dia 16 de abril, mas não resistiu.
Foto : ( Créditos | Cortesia : ( C )  AIBA _Boxing | ( C ) Comitê Olímpico da Jordânia | Divulgação ).
 

Morte de Hana Kimura causa comoção entre os fãs japoneses de luta livre

O mundo do esporte está de luto devido ao falecimento da japonesa Hana Kimura, com apenas 22 anos de idade. Uma estrela em ascensão, Hana era filha da lutadora Kyoko Kimura e seguiu os passos de sua família nos ringues de luta livre profissional. Sua estréia no ‘Telectach’ aconteceu no Wrestle-1. Em agosto de 2016, Kimura lutou contra sua mãe Kyoko Kimura e, um mês depois, ganhou seu primeiro título, o JWP Junior Championship, derrotando Yako Fujigasaki na final do torneio. Ela então se juntou oficialmente à Stardom Promotion em 2019 e fez alguns grandes combates na fantástica promoção de Pro Wrestling. Kimura competiu em eventos no Madison Square Garden e no Tokyo Dome, e os ingressos para as suas lutas costumavam esgotar-se rapidamente. Uma de suas últimas grandes lutas foi em janeiro de 2020, no Wrestle Kingdom 14, quando ela lutou ao lado de sua parceira Giulia contra Mayu Iwatani e Arisa Hoshiki no show do New Japan Pro Wrestling que teve lugar no Tokyo Dome. Ela também lutou em 24 de março, quando empatou com Mayu Iwatani em uma eliminatória do Torneio “Cinderela”. Kimura trabalhou ainda como uma ‘ring girl’ do Pancrase, um dos mais tradicionais shows de MMA do Japão. Além de ser uma lutadora profissional de ‘Telecatch’, ela também estava construindo uma carreira na TV, estrelando recentemente o reality show da Netflix “Terrace House”, em seu 20º episódio. A sua curta carreira de atriz durou de 2017 até a sua morte, tendo participado também do Tokyo Talk Show, Terrace House Tokyo e Lost Decade. Hana Kimura já era famosa antes de se juntar à “Terrace House” por ser a líder da facção ‘Tokyo Cyber Squad’, que é a favorita dos fãs japoneses de luta livre. A noticia de sua morte, aliás, foi inicialmente divulgada em um comunicado da Stardom Wrestling, que - como citamos anteriormente - era a organização da qual Kimura fazia parte. Embora a causa da sua morte ainda não tenha sido revelada, especula-se que ela possa ter cometido suicídio após ter recebido várias mensagens de ódio e ser ridicularizada através de suas redes sociais. Desde então ela esteve em depressão por semanas. Pouco antes de morrer, a jovem lutadora japonesa sugeriu em uma série de postagens que ela havia sofrido ‘bullying’ virtual. Não custa lembrar que, apesar da hipótese de suicídio não ter sido confirmada até agora, a lutadora e estrela da Netflix tinha mais de 59.000 seguidores em sua conta do Twitter, e ela era admirada por fãs de todo o mundo. A notícia da morte de Kimura teve um impacto imediato nas redes sociais.
Fãs do Japão, EUA, México, Canadá, Irlanda, Reino Unido, França, Espanha, Austrália, Indonésia, Tailândia, Singapura e outros países pelo mundo, uniram-se e enviaram suas condolências à sua mãe no Twitter. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 26/05/2020
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Foto : Hana Kimura era uma lutadora de Telecatch e estrela da TV japonesa que morreu subitamente aos 22 anos. A causa de sua morte ainda é desconhecida.  ( Cortesia | Créditos : Acervo pessoal Hana Kimura | Stardom | Wrestle-1 | Getty Images ).

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