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Equipe de colaboradores

O portal de notícias jornalísticas diárias - Connection Japan - Sem fins lucrativo, foi criado no ano - 2017, pelo grupo Mokuhyou Shinbun Japan - 目標 新聞.

Programador e webmaster:

Brasil: Leandro Lopes Ferreira Neto.

Webmaster, programador e editor.

Formação: PHP, SENAC - PA, Analista de Sistemas.

Jornalista esportivo e editor:

Brasil: Oriosvaldo Costa.

Professor de artes marciais, experiente jornalista e colunista. 

Atualmente é nosso principal colaborador e jornalista esportivo.

Jornalista - colunista voluntário:

Japão: Angelica Hayassaka.

Fotógrafo profissional e correspondente:

Japão: Mario Hideaki Hirano.

Entusiasta em jornalismo, fotografia e artes marciais "Grande Mestre".

Editor e agregador de conteúdo:

Japão: Rogério T. Hirano

Técnico de informática, blogueiro e um dos nossos principais agregadores de conteúdo dinâmico e jornalístico.

Fotógrafo correspondente:

Japão: Marcia Assay

Trabalha como fotografo correspondente do nosso website e sub-domínio Paparazzo Japan no endereço eletrônico: paparazzojapan.com

Colaboradores voluntários e amigos:

Claudia, Rodrigo, Fernanda, Mysterio, Carlos Jo Hayashi, TV Luis "YouTube", jornª | Angelica Hayassaka.

Jurídico - Advogado: Raphael Guilherme da Silva - OAB/SP Sob o Nº 316.914.

Em conformidade com Artigo 46, I da Lei 9610/98 e Lei nº 5.250 de 9 de fevereiro de 1967.
Lei da Liberdade de Imprensa - Lei 2083/53 | Lei nº 2.083, de 12 de novembro de 1953.

O que fazemos

O website Connection Japan – Mantido pelo Grupo Mokuhyou Shinbun – 目標新聞.

Tem como objetivo proporcionar a todos:

Um web jornal gratuito, não obtendo lucro nenhum com as noticias e informações colocadas no site do jornal online “connectionjapan.com”. Todas as noticias tem sistema de tradução para mais de 90 idiomas, entre os idiomas o sistema destaca os principais idiomas no todo do site.

Não aceitamos Fake News ou noticias de cunho pejorativo, que venha a prejudicar alguém ou entidades por motivos pessoais ou outros, não aceitamos conteúdo adulto ou relacionados a substancias ilícitas que gerem dependência química ou psíquica.

Qualquer pessoa, pode enviar sua noticia para nosso web jornal, através do e-mail , acreditamos que a informação e de suma importância e deve ser livre para todos. Todas as fontes são divulgadas com os seus devidos créditos e caso por algum erro técnico desconhecido ou de programação as fontes não apareçam e só nos informa que iremos corrigir ou retira a notícia do site imediatamente.

Para manter os custos de nossos servidores, temos a ajuda de nossos colaboradores, patrocinadores e serviços diversos como loja online, sistema de clube digital, hospedagem, criação de websites, gestão de servidores e e-mails.

Temos uma forte politica de proteção de dados a qual jamais divulgamos nenhuma informação pessoal de nossos colaboradores ou associados do clube digital ou de mais serviços sem previa autorização.

Para entender a nossa politica de privacidade, que se mantem em concordância com a GDPR, por favor, acesse nossa página:

Política de Privacidade - https://connectionjapan.com/institucional/pprivacidade

Quem somos - https://connectionjapan.com/institucional/quemsomos

Como orientador e no apoio de questões jurídicas, contamos com nosso advogador:

Brasil – Advogado: Raphael Guilherme da Silva – OAB/SP Sob o Nº 316.914.

Temos uma galeria online no website Paparazzo Japan “paparazzojapan.com”, a qual todos os fotógrafos são convidados a divulgar seu trabalho de forma gratuita.

Sempre estamos inovando em segurança digital e sub-domínios que possam agradar nossos leitores e seguidores.

Mais uma vez agradecemos a todos vocês, que são o motivo do nosso projeto existir.

O nosso muito obrigado.

Política de anticorrupção

1. O que é anticorrupção?

2. As políticas Anticorrupção do Mokuhyou Shinbun Japan - 目標新聞.

3. Para quem e como?

4. O que são atos de corrupção?

a. Ok, mas quem são os agentes públicos?

b. E o que eu posso e não posso fazer?

5. O que pode acontecer?

6. E se eu descobrir?

1. O que é anticorrupção?

Importante conceituar-se primeiramente a corrupção. Em sentido amplo, corrupção pode ser entendida como qualquer ato improbo que guarde em si um desvio dos objetivos institucionais por parte de um particular em relação a um agente público ou ente estatal. No Brasil, a corrupção é definida como crime pelo Código Penal, segundo os artigos 317 e 333, sujeitando a penas os particulares que oferecem e os agente públicos que solicitam, exigem ou aceitam, vantagem indevida.

Além disso, a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº. 8429/92) elenca uma série de atos ilícitos que firam os princípios da moralidade administrativa e que causem enriquecimento ilícito do agente público e que podem sujeitar os condenados a sanções civis e administrativas.

Em 2013, o Congresso Nacional aprovou a Lei Federal nº. 12.846/13, conhecida como a Lei Anticorrupção. A grande novidade da lei foi a rigorosa imposição de responsabilidade às pessoas jurídicas que estejam envolvidas com atos de corrupção, chamados na lei de atos lesivos contra a administração pública.

A lei anticorrupção exige uma postura proativa das empresas no sentido de prevenir atos de corrupção.

Enquanto o Código Penal e a Lei de Improbidade Administrativa possuem caráter reativo, ou seja, punem depois que os atos aconteceram (se descobertos), a Lei Anticorrupção tem um caráter preventivo, exigindo que as empresas possuam sistemas e políticas internas que previnam a ocorrência desses atos.

Assim, anticorrupção pode ser definida como conjunto de medidas preventivas de atos de corrupção (atos lesivos contra a administração pública) que podem ocorrer durante as atividades empresariais.

2. As políticas Anticorrupção do Grupo 目標新聞.

O Grup目標新聞 sempre pautou suas atividades pela seriedade e honestidade e tem como missão divulgar e defender os princípios da democracia e da livre iniciativa. A corrupção, contudo, é um dos maiores obstáculos à democracia pois canaliza os recursos públicos necessários para o desenvolvimento do plano social para particulares de forma ilícita e injusta.

Por isso o Grupo 目標新聞, por meio de seus meios de comunicação jornalística sempre deu visibilidade aos escândalos de corrupção e condenou a prática de maneira ferrenha em seus editoriais. Fazer isso em sua atividade jornalística não é tudo. É de suma importância que a própria atividade empresarial do Grupo 目標新聞 guarde em si a missão de evitar a ocorrência de atos de corrupção.

Por isso, o Código de Ética e Conduta e os Princípios Editoriais, Normas Éticas e de Qualidade trazem previsões expressas de comportamentos a serem evitados e adotados, com o objetivo de prevenir atos lesivos contra a administração pública. Além disso, o Grupo 目標新聞 possui um procedimento específico para fiscalização e monitoramento de suas normas internas, canais de denúncias e procedimentos específicos de apuração e de relacionamento com terceiros.

Essas normas e procedimentos formam a base normativa das políticas de anticorrupção do Grupo Estado. Contudo, para além da base normativa, é necessário que a prevenção a atos de corrupção esteja incutida na mentalidade de cada colaborador do Grupo 目標新聞 e de seus prestadores de serviço, de maneira a se construir uma nova cultura na qual mesmo os mais comuns atos de favorecimento pessoal não sejam tolerados.

3. Para quem e como?

A política de anticorrupção do Grupo 目標新聞 deve ser implementada por todos os colaboradores do Grupo 目標新聞, sem exceção! Essa política também deve ser seguida por qualquer terceiro relacionado às atividades do Grupo 目標新聞, como aqueles que agem em seu benefício. Isso engloba prestadores de serviço, representantes comerciais e até mesmo fontes jornalísticas, no que diz respeito às matérias elaboradas pelos jornalistas do Grupo 目標新聞. Para isso, é necessário que todos conheçam o Código de Ética e Conduta, os Princípios Editoriais e as Normas Éticas e de Qualidade do Grupo 目標新聞 e pautem todas suas ações pelos princípios e regras ali constantes.

Além disso, serão realizados treinamentos periódicos sobre o assunto com o objetivo de capacitação dos colaboradores do Grupo 目標新聞 para identificar e prevenir atos que possam ser considerados ilícitos, bem como, para incentivar a denúncia desses atos que possam acontecer no decorrer da atividade empresarial.

4. O que são atos de corrupção?

A lei define os atos lesivos contra a administração pública como:

• prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público, ou a terceira pessoa a ele relacionada

• comprovadamente, financiar, custear, patrocinar ou de qualquer modo subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos

• comprovadamente, utilizar-se de interposta pessoa física ou jurídica para ocultar ou dissimular seus reais interesses ou a identidade dos beneficiários dos atos praticados

• dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação, inclusive no âmbito das agências reguladoras e dos órgãos de fiscalização do sistema financeiro nacional a. Ok, mas quem são os agentes públicos?

Legalmente, é considerado agente público todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função em órgãos da administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinquenta por cento do patrimônio ou da receita anual.

Isso engloba qualquer servidor público concursado, eleito ou em cargo de comissão, mas também funcionários de empresas públicas, sociedades de economia mista, autarquias, fundações públicas, cartórios e empresas com contratos de parceria público privadas.

b. E o que eu posso e não posso fazer?

Subornos, Propinas e Caixinhas Obviamente, você não pode fazer o pagamento de propinas e subornos para obtenção de informações ou vantagens, mesmo que a contrapartida objetivada seja legítima e o pagamento seja destinado à facilitação de um serviço público.

Caixinhas, gorjetas e “agrados” Mas você também não pode fazer prometer ou dar qualquer tipo de vantagem ou facilitação para agentes públicos que possa ser ligada ao Grupo Estadão, como, por exemplo, “caixinhas” ou “gorjetas” e pequenas vantagens como dar jornais para agentes públicos. Você pode pensar que “todo mundo faz”. Mas aqui é onde começa a mudança de cultura. Mesmo que o presente possa ser de pequeno ou

aparentemente sem valor, a prática reiterada pode somar grande valor e ser considerada uma vantagem indevida. Despesas de viagens e hospitalidades Não é permitido o pagamento de despesas de viagens de cortesia e hospitalidade (diárias de hotel, despesas de alimentação e entretenimento, etc.) para agentes públicos, mesmo que o dinheiro saia do bolso do próprio colaborador do Grupo 目標新聞, salvo se não houver qualquer ligação com as atividades do grupo e a despesa esteja incluída na esfera particular do colaborador ou quando devidamente aprovadas pelo Comitê de Auditoria, após formalização de processo interno em que se justifique a legitimidade do pagamento.

Bares, jantares e baladas Então eu não posso sair com um agente público? Não posso fazer uma reunião em um almoço ou em um jantar? Não é isso. Você pode. O ideal é sempre que cada uma pague o seu. Mas não há problemas em eventualmente existir o pagamento de almoços e jantares em que estejam presentes agentes públicos. É claro que essa prática não pode ser recorrente e o pagamento da conta deve ser uma gentileza condizente com a cultura nacional e não uma extravagância que pode ser considerada uma vantagem indevida.

O Código de Ética e Conduta fixa em R$200,00 o valor máximo por pessoa que pode ser pago de forma esporádica em um evento como jantar e almoço. Ainda assim, essa prática não deve ser recorrente.

Em bares e baladas, cada um deve pagar o seu. Brindes, Presentes e “Lembrancinhas”

Não é permitida a distribuição de brindes, presentes e lembranças a agentes públicos, mesmo de baixo valor, por Diretores e Empregados do Grupo 目標新聞. A empresa poderá, contudo, institucionalmente, oferecer produtos e lembranças da empresa, sem valor comercial, no contexto de suas iniciativas de promoção e marketing.

Muito embora a prática possa parecer comum, ela pode ser interpretada pelas autoridades públicas como vantagem indevida e por isso deve ser evitada.

Dinheiro e Agentes Públicos Você não deve conceder empréstimo de bens móveis ou imóveis, valores ou prestar qualquer tipo de favorecimento ou concessão financeira a agente público, seja no contexto das atividades institucionais

da empresa, seja em sua vida particular, respeitados os círculos familiares e de amizade particulares.

É claro que se você tiver algum parente ou amigo íntimo que seja agente público você pode ajudá-lo excepcionalmente em casos de necessidade. A regra é que isso esteja absolutamente ligado a sua relação íntima e não a sua profissão. Às vezes essa separação pode não ser muito clara. Por isso, pense muito bem e sempre peça orientação de seus superiores.

O mesmo vale para a prestação de serviços gratuitos para funcionários públicos e contribuições para partidos políticos.

Benefício pessoal de Agentes Públicos Você não deve favorecer ou promover pessoalmente agentes públicos, órgãos públicos ou partidos políticos em matérias jornalísticas, eventos realizados ou patrocinados pelo Grupo ou de qualquer outra forma! Isso que dizer que determinada autoridade pública não deve ser enaltecida em matérias, direta, ou indiretamente por meio de suas realizações em órgãos públicos.

É claro que isso não deve impedir a liberdade de expressão e de imprensa. Atos de gestão pública, bons e maus, podem e devem ser noticiados e as linhas editoriais dos veículos do grupo são livres para expressar suas opiniões. Elogiar é diferente de enaltecer ou promover.

5. O que pode acontecer?

Caso alguém cometa um ato lesivo contra administração pública o Grupo 目標新聞 pode ser multado em valores que variam de 0,1% a 20% do seu faturamento bruto do último exercício. Pode chegar a um

valor muito alto! E além da multa, no âmbito civil pode haver a determinação de ressarcimento de prejuízos, perdas de bens e valores, proibição de receber empréstimos de entidades públicas e até

mesmo a suspensão das atividades e dissolução compulsória da pessoa jurídica. A pessoa jurídica condenada também deve publicar um extrato da decisão condenatória em um jornal

de grande circulação e em seu próprio site de internet. Para muitas empresas correr um risco de imagem é muito pior do que correr um risco pecuniário. Mas o indivíduo que cometer qualquer um

desses atos também pode sofrer as consequências de seus atos. Internamente, ele poderá sofrer, por exemplo, as sanções previstas na legislação trabalhista, ou seja, a advertência, a suspensão e até mesmo

a demissão por justa causa. Caso seja um terceiro, ele poderá ter seu contrato rescindido e ser processado civilmente.

Além disso, aquele que comete um ato de corrupção sempre pode sofrer as consequências criminais e cíveis de seus atos.

6. E se eu descobrir?

Você deve avisar! O Grupo 目標新聞 depende da cooperação de seus colaboradores para identificar eventuais atos de corrupção que possam ocorrer em sua atividade empresarial. Caso você descubra ou

desconfie de alguma das práticas proibidas pelo Código de Ética e Conduta você pode recorrer aos Canais de Comunicação da Ouvidoria Interna. Existem meios de comunicar irregularidades:

i. E-mail – envie um e-mail para . Informe do que se trata e detalhe tudo que você sabe ou desconfia

ii. Intranet – acesse o link “Fale Conosco” disponível da intranet e selecione o assunto “Ouvidoria Interna”.

NÃO TENHA MEDO! O Grupo 目標新聞 se compromete a evitar retaliações contra colaboradores que comuniquem irregularidades cometidas em sua atividade empresarial. Em última hipótese, você pode

comunicar anonimamente as irregularidades. Naturalmente, nesse caso, as apurações serão mais difíceis, mas faremos nosso máximo para que os fatos sejam apurados e os potenciais culpados sejam julgados.

Política de comentário

O portal de notícias jornalísticas diárias Connection Japan - Sem fins lucrativo, foi criado no ano - 2017, pelo grupo Mokuhyou Shinbun Japan, colaboradores e voluntários.

A Connection Japan ® adota diversos temas, com foco na propagação de noticias reais de forma gratuita, para todos os leitores, qualquer leitor ou visitante podem comentar nos artigos deste website, porem não serão tolerados:

.Comentários como classificados | propagandas ou spam.
.Que estejam fora de contexto (off-topic).
.Que tenham conteúdo difamatório, termos de baixo calão ou ofensivos "desrespeitosos".
.Comentários que representem opiniões políticas, ideológicas e religiosos de forma que se enquadrem nos tópicos anteriores.
.O usuário | leitor | visitante não pode comentar com nome de outra pessoa, instituição ou empresa.
.Propagação de ideias que sejam ilegais.
.Divulgação de links com exceção a links relacionados ao conteúdo do artigo.

Sendo assim a administração se reserva o direito de excluir qualquer comentário, sem prévio aviso de acordo com os critérios citados.

A partir do momento que o usuário "autor do comentário" postar um comentário, ele se responsabiliza pelo conteúdo ali disposto "comentário". Podendo, caso seja solicitado, responder legalmente por suas afirmações.

Este documento pode sofrer atualizações sem aviso prévio, recomenda-se uma leitura periódica de revisão.

Em conformidade com Artigo 46, I da Lei 9610/98 e Lei nº 5.250 de 9 de fevereiro de 1967.
Lei da Liberdade de Imprensa - Lei 2083/53 | Lei nº 2.083, de 12 de novembro de 1953.

Política de correções

Erro jornalístico não é fake news

Conceitualmente, o erro jornalístico não é intencional. É algo que pode acontecer na prática jornalística, muitas vezes por afrouxamento de procedimentos de apuração, outras vezes por equívoco da fonte etc. Mas, em tese, o veículo não quer errar (e aqui não estou me referindo à manipulação, que é outro conceito).

De natureza técnica e ética, o erro jornalístico é a incorreção, falsificação ou imprecisão na publicação de uma notícia, causado por negligência, imprudência ou imperícia. A não admissão do erro ou sua ocorrência deliberada afetam a qualidade e a credibilidade do produto jornalístico junto ao público leitor ou a outros grupos interessados.

Nesta definição, o que chamo de “ocorrência deliberada”, ou seja, quando algo é feito propositalmente, se aproxima do entendimento de fake news. Mas apesar de terem consequências parecidas – afetam a qualidade e a credibilidade –, não são sinônimos.

Procedimentos de correção

Os nossos leitores podem entrar em contato pelo e-mail , para o envio de críticas, sugestões ou apontar erros. Sempre que detectamos um problema, corrigimos o texto imediatamente e escrevemos uma atualização no final da reportagem, com data e horário da mudança, para indicar o que foi alterado e explicar o porquê. Também enviamos um alerta ao e-mail de quem nos mostrou o erro.

Desde já, muito obrigado por sua compreensão, estamos sempre a sua integra disposição.
E no caso de uma orientação jurídica com relação a notícia ou ao nosso website e só procurar a mesma orientação com Advogado: Raphael Guilherme da Silva – OAB/SP Sob o Nº 316.914.
Através do mesmo endereço de e-mail citado acima.

Política de ética

Código de ética

O Congresso Nacional dos Jornalistas Profissionais aprova o presente CÓDIGO DE ÉTICA:

O Código de Ética dos Jornalistas que fixa as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação e entre jornalistas. Do Direito à informação

Art. 1° – O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse.

Art. 2° – A divulgação da informação, precisa e correta, é dever dos meios de divulgação pública, independente da natureza de sua propriedade.

Art. 3° – A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.

Art. 4° – A apresentação de informações pelas instituições públicas, privadas e particulares, cujas atividades produzam efeito na vida em sociedade, é uma obrigação social.

Art. 5° – A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade.

Da Conduta Profissional do Jornalista

Art. 6° – O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social e de finalidade pública, subordinado ao presente Código de Ética.

Art. 7° – O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.

Art. 8° – Sempre que considerar correto e necessário, o jornalista resguardará a origem e a identidade de suas fontes de informação.

Art. 9° – É dever do jornalista:

– Divulgar todos os fatos que sejam de interesse público;
– Lutar pela liberdade de pensamento e expressão;
– Defender o livre exercício da profissão;
– Valorizar, honrar e dignificar a profissão;
– Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem;
– Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação;
– Respeitar o direito à privacidade do cidadão;
– Prestigiar as entidades representativas e democráticas da categoria;

Art. 10 – O jornalista não pode:

– Aceitar oferta de trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial da categoria ou com tabela fixada pela sua entidade de classe;
– Submeter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta da informação;
– Frustar a manifestação de opiniões divergentes ou impedir o livre debate;
– Concordar com a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, políticos, religiosos, raciais, de sexo e de orientação sexual;
– Exercer cobertura jornalística, pelo órgão em que trabalha, em instituições públicas e privadas onde seja funcionário, assessor ou empregado. Da Responsabilidade Profissional do Jornalista

Art. 11 – O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros.

Art. 12 – Em todos os seus direitos e responsabilidades, o jornalista terá apoio e respaldo das entidades representativas da categoria.

Art. 13 – O jornalista deve evitar a divulgação dos fatos: – Com interesse de favorecimento pessoal ou vantagens econômicas; – De caráter mórbido e contrários aos valores humanos.

Art. 14 – O jornalista deve: – Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demostradas ou verificadas; – Tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar.

Art. 15 – O Jornalista deve permitir o direito de resposta às pessoas envolvidas ou mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos ou incorreções.

Art. 16 – O jornalista deve pugnar pelo exercício da soberania nacional, em seus aspectos político, econômico e social, e pela prevalência da vontade da maioria da sociedade, respeitados os direitos das minorias.

Art. 17 – O jornalista deve preservar a língua e a cultura nacionais. Aplicação do Código de Ética

Art. 18 – As transgressões ao presente Código de Ética serão apuradas e apreciadas pela Comissão de Ética.

1° – A Comissão de Ética será eleita em Assembléia Geral da categoria, por voto secreto, especialmente convocada para este fim.
2° – A Comissão de Ética terá cinco membros com mandato coincidente com o da diretoria do Sindicato.

Art. 19 – Os jornalistas que descumprirem o presente Código de Ética ficam sujeitos gradativamente às seguintes penalidades, a serem aplicadas pela Comissão de Ética:

– Aos associados do Sindicato, de observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato;
– Aos não associados, de observação pública, impedimento temporário e impedimento definitivo de ingresso no quadro social do Sindicato.

Parágrafo Único – As penas máximas (exclusão do quadro social, para os sindicalizados, e impedimento definitivo de ingresso no quadro social para os não sindicalizados), só poderão ser aplicadas após referendo da Assembléia Geral especialmente convocada para este fim.

Art. 20 – Por iniciativa de qualquer cidadão, jornalista ou não, ou instituição atingida, poderá ser dirigida representação escrita e identificada à Comissão de Ética, para que seja apurada a existência de transgressão cometida por jornalista.

Art. 21 – Recebida a representação, a Comissão de Ética decidirá sua aceitação fundamentada ou, se notadamente incabível, determinará seu arquivamento, tornando pública sua decisão, se necessário.

Art. 22 – A aplicação da penalidade deve ser precedida de prévia audiência do jornalista, objeto de representação, sob pena de nulidade.

1° – A audiência deve ser convocada por escrito, pela Comissão de Ética, mediante sistema que comprove o recebimento da respectiva notificação, e realizar-se-á no prazo de dez dias a contar da data de vencimento do mesmo.
2 ° – O jornalista poderá apresentar resposta escrita no prazo do parágrafo anterior ou apresentar suas razões oralmente, no ato da audiência.
3° – A não observância, pelo jornalista, dos prazos neste artigo, implicará a aceitação dos termos da representação.

Art. 23 – Havendo ou não resposta, a Comissão de Ética encaminhará sua decisão às partes envolvidas, no prazo mínimo de dez dias, contados da data marcada para a audiência.

Art. 24 – Os jornalistas atingidos pelas penas de advertência e suspensão podem recorrer à Assembléia Geral, no prazo máximo de dez dias corridos, a contar do recebimento da notificação. Parágrafo Único – fica assegurado ao autor da representação o direito de recorrer à Assembléia Geral, no prazo de dez dias, a contar do recebimento da notificação, caso não concorde com a decisão da Comissão de Ética.

Art. 25 – A notória intenção de prejudicar o jornalista, manifesta no caso de representação sem o necessáriofundamento, será objeto de censura pública contra o seu autor.

Art. 26 – O presente Código de Ética entrará em vigor após homologação em Assembléia Geral de jornalistas, especialmente convocada para este fim.

Art. 27 – Qualquer modificação deste Código somente poderá ser feita em Congresso Nacional de Jornalista, mediante proposição subscrita no mínimo por 10 delegações representantes de Sindicatos de Jornalistas.

Concordamos, seguimos e adotamos esse codigo de ética.

Jurídico – Advogado: Raphael Guilherme da Silva – OAB/SP Sob o Nº 316.914.

Em conformidade com Artigo 46, I da Lei 9610/98 e Lei nº 5.250 de 9 de fevereiro de 1967.
Lei da Liberdade de Imprensa – Lei 2083/53 | Lei nº 2.083, de 12 de novembro de 1953.

Política de verificação de fatos

Notícias e opiniões são coisas diferentes. E notícias precisam de comprovação para pertencerem a esta categoria. A Mokuhyou Shinbun - 目標新聞, acredita nisso e, justamente por esse motivo, checa TODAS as informações publicas tanto em seu site quanto em suas páginas nas redes sociais e outros veículos.

Nossos checadores utilizam os princípios do International Fact-Checking Network, uma associação internacional de verificadores de fatos.

Esses princípios estão baseados em compromissos de cinco áreas:

Apartidarismo e imparcialidade.
Transparência das fontes.
Transparência da organização.
Transparência da metodologia.
Política de correções aberta e honesta.

Se você tiver alguma dúvida, pode entrar em contato como nossa equipe de checadores através do e-mail:

Estamos sempre a sua disposição.

Quem somos

O portal de notícias jornalísticas diárias Connection Japan - Sem fins lucrativo, foi criado no ano - 2017, pelo grupo Mokuhyou Shinbun Japan 目標新聞, colaboradores e voluntários.

"Vivemos em um mundo de constantes transformações. A cada nova geração mudam-se as formas de relacionamentos e de vida em sociedade. Podemos afirmar que a atual geração já está marcada pelas transformações provocadas pela Internet, uma ferramenta que se tornou fundamental em nossas vidas e hoje está presente ao nosso cotidiano, em qualquer lugar, seja em nossa casa, local de trabalho ou até mesmo através dos celulares".

Com esta nova ferramenta, as informações chegam com uma extraordinária velocidade a todos os lugares.

Cientes da importância da informação de qualidade e do potencial da Internet nos dias atuais, criamos o Projeto sem fins lucrativos: Connection Japan ®

Com tradução automática para mais de 80 idiomas e com bandeiras de seleção de idiomas para os 10 idiomas mais acessados no topo do site.

Nosso principal objetivo e a divulgação de noticias nacionais e internacionais de forma livre e gratuita a comunidade brasileira internacional e a qualquer outro leitor, livre de qualquer tipo de cobrança, acreditamos que todos devem ter direito ao acesso a informação e não apenas uma porcentagem pagante no mundo.

Agradecemos o apoio de todos e a colaboração para propagação de nosso projeto.

Equipe de colaboradores.

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Política de privacidade | GDPR | Cookies

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Todas as informações que podem ser recolhidas, serão usadas para torna a sua visita produtiva e agradável. Porem nenhuma informação de dados pessoais serão solicitadas ou armazenados em nossos servidores. Ao preencher qualquer formulário de contato ou comentário em nosso website, esses dados estão sendo enviados com a sua autorização implícita é só será armazenado os dados de seu formulário ou comentário e nada mais.

A garantia da confidencialidade dos dados pessoais dos utilizadores do nosso website é de suma importância.

Todas as informações pessoais relativas a membros, assinantes, clientes ou visitantes que usem o nosso website serão tratadas em concordância com a Lei da Proteção de Dados Pessoais de 26 de outubro de 1998 (Lei n.º 67/98).

Atenção: o uso do nosso website pressupõe a aceitação deste Acordo de privacidade. A equipe reserva-se o direito de alterar este acordo sem aviso prévio. Deste modo, recomendamos que consulte a nossa política de privacidade com regularidade de forma a estar sempre atualizado.

Em conformidade com a GDPR.

"A GDPR possui o objetivo de definir e controlar, o tratamento de dados pessoais de qualquer indivíduo que esteja em território europeu.

Abaixo temos as definições do que são os dados pessoais conforme a GDPR:

(i) Dados Pessoais: significa qualquer informação relacionada a uma pessoa natural identificada ou passível de identificação. Uma pessoa natural passível de identificação é aquela que pode ser identificada, direta ou indiretamente, especialmente através de referências a um identificador como o nome, um nº de identidade, dados de localização, um identificador online, ou através de uma ou mais características relacionadas a identidade física, fisiológica, genética, mental, econômica, cultural ou social daquela pessoa natural;

(ii) Processamento: significa qualquer operação ou conjunto de operações que são executadas sobre dados pessoais ou em conjuntos de dados pessoais, por meio automatizado ou não, tais como: coleta, gravação, organização, estruturação, armazenagem, adaptação, alteração, recuperação, consulta, uso, revelação por transmissão, disseminação, tornar acessíveis de qualquer forma, combinação, restrição e destruição;

(iii) Controlador (Controller): significa a pessoa natural ou jurídica, autoridade pública, agência ou outra entidade que, sozinha ou em conjunto com outros, determina os motivos e as formas para processamento de dados pessoais;

Passando à análise de algumas das obrigações instituídas, a primeira a ser destacada diz respeito ao consentimento do sujeito detentor dos dados pessoais processados. As entidades/empresas envolvidas com atividades de processamento deverão indicar claramente quais os motivos para o uso dos dados pessoais captados, assim como obter a declaração de consentimento explícita do proprietário daqueles. Neste caso, não há falar em termos de uso extensos e repletos de outras disposições - trata-se de declaração objetiva, clara e explícita, por meio da qual o usuário inegavelmente torna-se ciente do que será feito com seus dados (e que seja de fácil comprovação futura).

Ao sujeito proprietário dos dados, a GDPR concedeu o direito de obter das entidades/empresas toda e qualquer informação relativa aos seus dados e como estes foram e estão sendo utilizados.

A GDPR possui como uma das principais novidades, o direito do usuário ser esquecido, ou seja caso o usuário solicite que seus dados pessoais sejam apagados, o responsável deve atender ao pedido sem atrasos injustificados.

Entre as principais definições e exigências da GDPR podemos citar:

1 · Definição e expansão do conceito de Dado Pessoal, incluindo dados genéticos e biométricos. Para fins de entendimento, o GDPR estabeleceu como dado pessoal qualquer dado que, isolado ou associado com demais dados, seja capaz de identificar uma pessoa;

2 · Criação de Órgãos Controladores Locais para cada país membro da comunidade Europeia. Estes órgãos serão responsáveis por receber e investigar denúncias, reclamações sobre a adoção do GDPR;

3 · Nomeação de um representante da organização para responder pela gestão dos dados pessoais. Este representante poderá ser uma pessoa, um departamento ou até mesmo empresas externas. Será responsável pela implementação de medidas técnicas e organizacionais adequadas para assegurar e demonstrar que os dados pessoais, mantidos pela empresa, estão em conformidade com os requisitos da GDPR;

4 · Comunicação aos Órgãos Controladores Locais sobre qualquer violação ocorrida em dados pessoais, no prazo máximo de 72 horas. Se a violação representar riscos para o titular, o mesmo também deverá ser avisado;

5 · Estabelecimento de vários direitos aos cidadãos, tais como:

- Direito de ser excluído - Quando acionadas, as organizações deverão excluir todos os dados pessoais do solicitante;

- Direto de se opor – O indivíduo pode negar o uso dos seus dados pessoais para determinadas situações, como campanhas de marketing, por exemplo;

- Direito a retificação dos dados - O indivíduo poderá solicitar e indicar a correção e o preenchimento dos dados pessoais incompletos;

- Direito a Portabilidade – O cidadão pode solicitar a transferência dos seus dados de uma organização para outra, sem entraves ou burocracia;

- Direito a transparência – O cidadão pode solicitar informações sobre o processamento e armazenamento dos seus dados, incluindo: tempo de retenção, dados de contato do responsável pelos dados pessoais na organização, justificativa para manter o dado pessoal armazenado;

- Privacidade dos dados das crianças - Todos armazenamentos de dados pessoais de crianças com menos de 13 anos devem ter o consentimento dos responsáveis.

A GDPR se mostra mais completa e exigente que o projeto de lei 5276/16 ainda não aprovado, dessa forma atendendo a legislação europeia seria consequentemente atendida a legislação brasileira."

Os anúncios.

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Google Analytics é uma ferramenta de análise da web gratuita do Google que ajuda os proprietários de sites a entender, com dados agregados, sem que o visitante precise reporta sua interação no site, a fim de compreender as tendências e modos de uso de página, recebendo relatórios que ajudam a melhorar continuamente as páginas.

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Google, Inc. é uma empresa Delaware cuja sede é em 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View (Califórnia), CA 94043, EUA ("Google"). A informação gerada pelo cookie acerca da sua utilização do website (incluindo o seu endereço IP) será transmitida para e armazenada pelo Google nos servidores nos Estados Unidos. Google irá utilizar esta informação em nosso nome, a fim de acompanhar o seu uso do site, compilando relatórios sobre a atividade do website e fornecendo outros serviços relativos a atividade do website e utilização da Internet. Google pode igualmente transferir esta informação a terceiros quando assim for exigido por lei ou caso tais terceiros processem a informação em nome do Google. Google não associará o seu endereço IP com quaisquer outros dados mantidos pelo Google.

Este aviso é para cumprir a exigência da política de privacidade do Google Analytics que exige que todos os proprietários de sites para atualizar a sua política de privacidade e informar os usuários com base nos requisitos do Google Analytics qualidade. Para obter mais informações sobre a política de privacidade da Google, visite o seguinte endereço: google.com/privacy_ads.html#toc-faq.

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"Coletamos informações sobre visitantes que comentam em sites que usam nosso serviço anti-spam Akismet. As informações que coletamos dependem de como o usuário configura o Akismet para o site, mas normalmente inclui o endereço IP, o agente do usuário, o referenciado e o URL do site do comentador (juntamente com outras informações fornecidas diretamente pelo comentador, como nome, nome de usuário, email endereço e o próprio comentário)."

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Atenção: não nos responsabilizamos pela política de privacidade ou conteúdo presente em sites de terceiros ou de parceiros.

Em conformidade com Artigo 46, I da lei 9610/98 Brasil.

Brasil: Jurídico - Advogado: Raphael Guilherme da Silva - OAB/SP Sob o Nº 316.914.

Em conformidade com Artigo 46, I da Lei 9610/98 e Lei nº 5.250 de 9 de fevereiro de 1967.

Lei da Liberdade de Imprensa - Lei 2083/53 | Lei nº 2.083, de 12 de novembro de 1953.

Nota de esclarecimento pública

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Para maiores informações e suporte jurídico consulte nosso advogado colaborador: Raphael Guilherme da Silva - OAB/SP Sob o Nº 316.914.

Caso discorde de algum artigo removeremos o mesmo de imediatamente e nós desculpamos de forma publica mediante uma retratação conforme a Lei se assim for solicitado.

Desde já muito obrigado.

Este portal de notícias e uma iniciativa de um Grupo de colaboradores voluntários sobre registro no Japão -目標新聞 (コネクション・ジャパン). - connectionjapan.com .

E é mantido pelos seus voluntários e colaboradores a fim de permitir que a colônia de Brasileiros possa ter acesso a essas informações de forma gratuita e a todos os demais visitantes que assim desejarem acessa nosso website.

Algumas observações na Lei n.º 9.610/98.

Uso de obra autoral para fins de estudo ou crítica;

Uso de obra autoral para exposição de um produto (por exemplo: uma loja de porta-retratos que expõe um porta-retrato contendo uma foto);

Uso de obra autoral para fim privado (se você compartihar com alguém, já não é mais uso privado!);

E outras previstas na Lei n.º 9.610/98.

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