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Items filtered by date: Segunda, 05 Julho 2021

Como se fosse um dia de pico de calor do verão, uma grande área do país teve registros de mais de 30 graus Celsius. Veja uma dica para saúde!

A onda de calor foi observada em ampla área, de Kyushu a Tokai, na terça-feira (8).

Segundo a AMJ-Agência de Meteorologia do Japão a maior temperatura do país foi observada em Hamamatsu (Shizuoka), na tarde de terça-feira. O marco foi de 34,3ºC.

Nas províncias de Kyushu, como Oita, Fukuoka, Yamaguchi e Kumamoto, foram constatadas temperaturas na faixa dos 33 aos 34 graus Celsius.

Tajimi (Gifu) e Kuwana (Mie) também entraram no ranking, em 6.º e 7.º lugares, com 33,5 e 33,4ºC. Em Toyota (Aichi) os termômetros marcaram 33,2ºC, ficando em 10.º lugar.

Às 13h o calor chegou ao pico em Nagoia, com 32,4ºC. Deu um salto de menos de 25 graus de manhã para a faixa dos 32.

Quando a alta temperatura se prolonga durante o dia e a noite, há elevado risco de hipertermia, por isso, requer cuidado.

Há previsão de que o calor continue na quarta-feira (9), de Kyushu a Kanto.

A dica é procurar fazer um exercício físico leve para acostumar o corpo a transpirar. O suor ajuda a regular a temperatura interna, por isso é importante.

Fonte: ANN 

Published in Saúde

No começo da noite de terça-feira muitos web sites dos EUA e Japão tiveram queda.

As páginas web das agências governamentais japonesas e do exterior, dos principais meios de comunicação e das compras online ficaram temporariamente indisponíveis por volta das 19h de terça-feira (8).

Foram do governo britânico, do Comitê Olímpico Internacional (COI), bem como dos ministérios japoneses.

Em relação à mídia, além das grandes empresas estrangeiras como New York Times, CNN, BBC, Guardian, Financial Times e Le Monde da França, tornou-se temporariamente impossível conectar-se aos sites do Yomiuri Shimbun, Nikkei Shimbun, ABEMA e outros do Japão.

Ainda, Amazon, Rakuten e Mercari também tiveram problemas, pois as pessoas não conseguiam abrir as respectivas páginas.

Segundo a empresa Fastly, provedora americana de serviços de computação nas nuvens, não foi um ataque cibernético a causa da queda por volta das 19h no Japão.

Aproximadamente duas horas e meia depois, declarou “confirmamos a recuperação de todos os serviços e resolvemos o problema”. O New York Times teria se recuperado rapidamente ao mudar para outro serviço de distribuição.

A falha ocorrida desta vez está relacionada a um problema técnico causado pela configuração do serviço.

A Fastly desenvolve um serviço para exibição de conteúdo no site em alta velocidade em todo o mundo, e é frequentemente usada por grandes empresas de mídia.

Fontes: News Digest, Asahi e NHK

Published in Sociedade

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou nesta terça-feira, 6, acreditar que houve falsificação no documento usado pelo governo de Jair Bolsonaro para rebater denúncia de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. À Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Tebet identificou 24 erros na chamada “invoice” (uma fatura com os dados do pagamento) apresentada pelo ministro Onyx Lorenzoni, no dia 23 de junho, quando ameaçou processar os denunciantes.

Documento em PDF.

Com uma imagem do documento, Tebet apontou erros de grafia, de inglês e falta de informações na nota fiscal que teria sido enviada pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, para a compra da Covaxin, em março deste ano. “Tem clara comprovação de falsidade de documento privado. Nós estamos falando de falsidade ideológica formulada por alguém”, disse a senadora.

Entre os erros apontados por Tebet estão marca e o logotipo da empresa desenquadrados –“não estão alinhados em alguns pontos, como se fosse uma montagem”–; erros de inglês, como “prince” (príncipe) no lugar de “price” (preço); “airpor” e não “airport” (aeroporto); mistura de português e inglês, o que a senadora chamou de “portinglês”; diferença no número de doses de vacinas de um campo para o outro; falta de dados bancários e assinaturas/autorizações.

O documento foi divulgado pela primeira vez pelo servidor do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, e seu irmão, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), como prova de que havia irregularidade na compra da Covaxin. Na versão apresentada pelos dois, a “invoice” previa pagamento antecipado de R$ 45 milhões por 3 milhões de doses da Covaxin, o que não estava previsto no contrato fechado entre Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, intermediadora do negócio. Pelo acordo, o pagamento só deverá se feito após o Brasil receber a vacina, o que ainda não ocorreu.

Outro ponto levantado pelos irmãos é de que a empresa destinatária do pagamento é a Madison Biotech, uma offshore sediada em Cingapura que não consta no contrato. Segundo a Precisa, a empresa é ligada ao laboratório indiano Bharat Biothec, fabricante da Covaxin.

No dia 23 de junho, Onyx e o assessor da Casa Civil e ex-secretário-executivo da Saúde, coronel Élcio Franco, fizeram um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual acusaram o servidor do Ministério da Saúde e seu irmão deputado de forjarem o documento para sugerir irregularidades. Segundo Franco e Lorenzoni, o governo havia recebido duas versões da nota fiscal, mas nenhuma delas correspondia à que havia sido apresentada pelos irmãos Miranda. O documento apresentado pelos irmãos, no entanto, consta no sistema do Ministério da Saúde.

“Como é que ninguém visualiza um documento fajuto como este, documento apresentado pelo Onyx e pelo Elcio, fotografado por nós e pela imprensa?”, disse a senadora.

O Ministério da Saúde fechou contrato de compra de 20 milhões de doses do imunizante em 25 de fevereiro deste ano pelo valor total de R$ 1,6 bilhão. Cada dose vai custar US$ 15, o maior valor dentre os imunizantes adquiridos pela Pasta.

Durante a sessão da CPI, a senadora questionou se a Madison teria produzido um documento “com tantos erros de inglês”. “São tantos os erros apontados – ‘of’ que não é comum, tem normalmente apóstrofe; o nome do aeroporto corrigido errado; Brasil com “z”; e aeroporto em português”, apontou.

Segundo ela, o erro mais grave foi em relação ao número de doses. A quantidade expressa na nota fiscal era diferente em dois campos do documento. “As doses ali eles colocam que são 300 mil caixas com 16 ampolas cada, cada ampola dá para uma dose. Se eu for multiplicar por isso, o que o Brasil teria que receber é 4,8 milhões de doses e não 3 milhões, como está aqui”, afirmou. “É um documento que diz que ora o Brasil vai receber 4,8 milhões de doses da vacina, que ora vai receber 3 milhões de doses.”

Procurados pela reportagem para explicar os erros apontados pela senadora, Onyx e o Ministério da Saúde não responderam aos questionamentos.

Veja os erros apontados por Simone Tebet.

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Fonte jornal estadão

Published in Política
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