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Items filtered by date: Sexta, 05 Março 2021

Nascida em Hong Kong, Ashleigh Martin teve que superar o transtorno dismórfico corporal ( TDC ) - ou Body Dysmorphic Disorder ( BDD ), em inglês - na época que trabalhava como modelo, até tomar a decisão de abandonar as passarelas e iniciar uma nova carreira como competidora de MMA. Hoje, o seu principal objetivo é inspirar outras mulheres à entrar no ‘cage’ e ajudar as pessoas em geral à superar os obstáculos à saúde mental. Esse tipo de transtorno mental afeta cerca de uma em cada 50 pessoas em todo o mundo e tem como principal característica uma preocupação extrema com a aparência do próprio corpo, ou com algum aspecto ou “defeito” em particular. A “falha” pode não ser distinguível para os outros, mas alguns pacientes podem sentir-se tão envergonhados ( por não terem um corpo perfeito ) que desenvolvem fobias sociais, transtorno obsessivo-compulsivo ou pior. Para sair desse ‘ciclo vicioso’ Ashleigh - atualmente com 27 anos - começou à frequentar academias de artes marciais há quatro anos atrás. - “Há muita pressão para ser magro quando você está modelando. Eu estava com uma ‘espiral’ sombria e meio complacente com a minha rotina de exercícios. Ganhei muito peso devido a ansiedade, estava muito deprimida e não era capaz de trabalhar.”-esclareceu Martin, para em seguida justificar a sua escolha. -“É muito fácil desconsiderar isso como uma luta, porque é uma coisa mental. É tão estranho quando olho para minhas fotos de modelo - me ver tão magra - mas tudo que lembro daquela época foi que nunca fiquei satisfeita e como precisava perder mais peso. Eu comecei à frequentar academias de artes marciais e a competir no MMA não porque pensava que era gorda, mas pela busca constante de novas conquistas. Sabendo que a melhoria é inevitável e com muito trabalho, encontrei a felicidade ”.-complementou. Além de praticar boxe e técnicas fundamentais de Muay Thai e de Jiu-Jitsu, ela também aprendeu a ser a única mulher no ginásio da equipe Versus Performance, até que expressou suas intenções de lutar seu primeiro evento há mais de dois anos.
Foi então que o seu técnico Quinton Arendse e seus colegas de treino no Versus Gym à ajudaram a se tornar uma das lutadoras mais promissoras de Hong Kong. - “Não estou acostumada a chorar no ginásio. Não é nada contra alguém ou alguma coisa, é porque eu quero ir duro nos treinos, mas eu simplesmente não posso fisicamente. Eles entendem isso e me deixam parar até que eu esteja pronta para começar de novo. Contudo, há dias em que não posso andar direito ( devido aos treinos de chutes nas pernas ). Eu não pude andar por uma semana durante o ‘camp’ porque doía muito, mas eu não teria aprendido de outra maneira.”-disse Ashleigh. Tanto esforço acabou valendo à pena.
Ashleigh Martin venceu a sua segunda luta de MMA - realizada em 16 de março de 2018 - no evento “JUST Challenge - Hong Kong” ( registrado no site do sherdog como JUST MMA 3 - JUST CKF : Hong Kong 2 ), por meio de um nocaute técnico devastador ainda no primeiro round ( 2 min. e 38 segs. ) sobre Amanda Chan. Essa luta no JUST MMA aconteceu após outra vitória, no evento IMPI-World Séries Asia’s, que foi realizado no mês de setembro de 2016.
No momento, Ashleigh continua aperfeiçoando as suas técnicas, com vistas às próximas competições. Mas, como dissemos no início desse artigo, não é o desempenho da ex-modelo nos shows de MMA - em particular - que a está fazendo feliz, e sim, a auto-aceitação, uma vez que ela não recebe mais cobranças para estar sempre magra. Por isso mesmo, agora Ashleigh deverá encorajar mais meninas a entrar no mundo das artes marciais, para ajudá-las a lutar contra distúrbios semelhantes aos que ela enfrentou e encontrar a solução certa para elas. Esse é o seu objetivo imediato. Ao longo prazo, além de continuar trabalhando para o evento local Just MMA, Martin também pretende lançar a sua própria promoção de MMA em Hong Kong e, se tudo correr bem, deverá contratar atletas de vários países para lutar em seu evento no futuro. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 08/05/2019
_ Foto acima : Conheça a história da ex-modelo Ashleigh Martin, que trocou as passarelas pelo ‘cage’ de MMA. ( Cortesia : Arquivo pessoal Ashleigh Martin ). Abaixo : Ashleigh Martin comemora a sua vitória no IMPI-World Séries Asia’s. ( Cortesia : SportSoho Magazine ).

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Quantas vezes você ouviu aquele velho ditado afirmando que “idade é apenas um número”, mas não levou à sério ?
Steve Barnett, 50 anos, é um dos mais antigos lutadores profissionais de artes marciais mistas ( MMA ) dos EUA e continua melhorando.
Sua vitória mais recente ocorreu no sábado ( 24 de agosto ) durante o evento California Fighting Championship IV : Fury, realizado no Chicken Ranch Casino, em Jamestown, CA, EUA. Barnett estava programado para lutar na categoria dos meio-médios, mas seu oponente original ficou muito abaixo do peso estipulado e teve que ser remanejado para categoria dos super leves. ( seu adversário acabaria sendo retirado do ‘card’ posteriormente, pois não pôde competir por razões médicas ). Para não ficar sem lutar, Barnett acabou enfrentando Jeremy Bonderer em uma divisão de peso acima da sua e terminou a luta vencendo seu oponente em apenas dois minutos e 38 segundos ao desferir golpes com os cotovelos. Com a vitória, Barnett melhora o seu registro no MMA para 2-2. -“Eu estava realmente nervoso quando entrei nessa luta porque meu oponente estava bem mais pesado do que eu. Assumi o controle da luta graças ao meu treinamento e disciplina, que me permitiram controlar e superar as situações de adversidades. Acabei vencendo a luta com um desempenho dominante. Foi uma experiência incrível e faria novamente. Sou um dos promotores do SF Combat e tenho muito a cumprir”.-afirmou ele após a luta. Mas a trajetória vitoriosa desse veterano não é um caso isolado no esporte. No dia 24 de julho de 2010, em Moncton, Canadá, John Williams - um senhor de 70 anos - marcou a história do MMA ao se tornar a pessoa ‘mais velha’ a competir no MMA profissional, enfrentando e vencendo Larry Brubaker de 49 anos. 15 anos depois de ter lutado no UFC 2, Fred Ettish ( 1-1 ) retornou ao MMA já com 53 anos e venceu um adversário quase 30 anos mais novo que ele no CFX-Gladiator Evolution, em 2009. O que dizer então de Skip Hall ( 2-5-1 ), que lutou MMA profissional até os 63 anos de idade, e também do lendário Dan Severn ( 101-19-7 ), que só se aposentou aos 54 anos ? Até mesmo o Ultimate Fighting Championship ( UFC ) já teve os seus ‘coroas’ figurando em seu plantel.
Entre estes gostaríamos de citar Ron Van Clief, que teve a sua estreia no octógono mais famoso do mundo aos 51 anos de idade.
Apelidado de “dragão negro” e faixa preta em dez diferentes estilos de artes marciais, ele lutou na quarta edição do Ultimate por 3min49s até cair em um mata-leão aplicado por Royce Gracie. Isso para citarmos apenas alguns nomes que competiram até uma “certa idade”, mas ainda há outros lutadores veteranos que continuam em atividade. Shannon Ritch ( 128-93 ), de 49 anos e Ken Shamrock ( 28-17-2 ), de 55 anos, são apenas dois entre alguns outros atletas que também continuam competindo no MMA de alto nível. E você aí já se sentido velho com 43 anos de idade ... Gostaríamos de parabenizar à todos esses senhores pelo trabalho bem feito e, principalmente, ao ‘casca grossa’ Steve Barnett, personagem principal da nossa matéria. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 02/09/2019
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Foto : Steve Barnett, 50 anos, voltou à vencer no MMA e melhorou o seu cartel para 2-2. ( Cortesia : Shannon Newton Photography | CFC media ).

Após anos assumindo a posição de que o código penal só permite às províncias canadenses supervisionar dois tipos de esportes de combate profissional, quais sejam o boxe e artes marciais mistas ( MMA ), o governo de British Columbia, no Canadá, mudou de sintonia e anunciou que a província também legalizará o Kickboxing profissional. Embora o Kickboxing já fosse permitido como esporte amador em British Columbia anteriormente, o esporte não era permitido em nível profissional e os ‘Kickboxers’ tinham que enfrentar a escolha de deixar a província de British Columbia, ou então, teriam que ‘migrar’ para as competições de artes marciais mistas ( MMA ) para se tornarem profissionais, se desejassem permanecer em sua jurisdição. Mas tudo isso mudou depois do anúncio feito na última terça-feira pela ministra do Turismo, Artes e Cultura, Lisa Beare, durante uma conferência de imprensa no evento World Champion Fight Club, em Richmond, Canadá. De acordo com o anúncio, o Kickboxing profissional poderá ser disputado como um subconjunto das artes marciais mistas ( MMA ), o que significa que os atletas não terão mais que sair da província para se tornarem profissionais. A decisão foi tomada por Kelly Gilday, da British Columbia Athletic Commission, que autorizou a realização das competições de Kickboxing agora no nível profissional, e não apenas no amador, já à partir do próximo ano. Gilday disse que sua organização já trabalhava para a inclusão do Kickboxing profissional há algum tempo e essa nova etapa reduzirá o risco para os lutadores, permitindo que eles passem para o próximo nível com uma maior segurança. A comissária atlética de BC disse ainda que espera ter uma supervisão completa do Kickboxing em 2020, mesmo que esse esporte seja disputado como um subgrupo das artes marciais mistas ( MMA ). - “Isso também adicionará consistência ao esporte e permitirá que B.C. se junte a outras jurisdições no Canadá que já permitem a promoção do Kickboxing no nível profissional”.-declarou Gilday. A Comissão Atlética de British Columbia supervisiona as disputas profissionais de artes marciais mistas ( MMA ) e Boxe, bem como os eventos amadores de Kickboxing, Muay Thai, Pankration e MMA em toda a província de British Columbia. A Comissão Atlética está comprometida em garantir a segurança e a integridade dos esportes de combate em toda a província. Stan Peterec, um veterano canadense do Kickboxing e bicampeão mundial que agora treina e orienta atletas, disse que espera esta decisão há muito tempo. -“[Estou] muito feliz pelos ‘Kickboxers’ de B.C., agora eles conseguirão ganhar dinheiro com algo que gostam de fazer, [eles] terão patrocinadores locais porque irão lutar localmente. É uma vitória para todos. Todos nós sabemos o que os esportes fazem para os jovens e eu não poderia estar mais feliz pela próxima geração”.-disse ele. Outro que estava feliz da vida era Josh Jauncey, classificado em quinto no mundo pelo Glory Kickboxing. -“Com o fim da proibição do Kickboxing profissional em B.C., finalmente poderei me apresentar diante de minha família, amigos e apoiadores ao longo da carreira. Poderei exibir o talento e o potencial que vive nos canadenses e em seus jovens aspirantes e finalmente terei a oportunidade de competir com mais frequência e proporcionar uma vida melhor para minha família. Fazemos parte da comunidade de Kickboxing em B.C. por mais de duas décadas e temos grandes planos para o futuro.”-finalizou Josh. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 30/08/2019
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Foto : A ministra do Turismo, Artes e Cultura, Lisa Beare ( a segunda pessoa à partir da esquerda ), após a conferência de imprensa no World Champion Fight Club, em Richmond, na terça-feira, quando foi anunciada a legalização do Kickboxing profissional. ( Cortesia : Mark Booth  |  Maggie MacPherson  |  CBC ).

Na terça-feira, 22 de outubro, o Deep Jewels retornou ao Korakuen Hall, em Tóquio, para a sua 26ª edição. No ‘main event’ ( evento principal ) do show, a campeã do peso átomo, Tomo Maesawa, colocou seu cinturão em jogo contra a veterana Emi Tomimatsu, sua rival de longa data. Maezawa, uma atleta de 31 anos de Aomori, no Japão, praticou Judô do ensino médio à universidade, até estrear no MMA no show “JEWELS: 21st Ring” em 2012.
Já Tomimatsu começou à praticar Jiu-Jítsu após se aposentar do wrestling profissional ( telecatch ) e estreou como profissional de MMA em outubro de 2006 no Shooto. Apesar do histórico de ambas no “grappling”, a luta teve bons momentos de “trocação”, tanto em pé quanto no chão.
Maesawa foi testada durante três rounds por sua compatriota e teve que mostrar a coragem e a determinação de uma verdadeira campeã após um início em que levou desvantagem.
Mas ao final do tempo estipulado, Maesawa acabou vencendo por decisão dos juízes com as pontuações de 30-27, 30-27 e 29-28. Com a vitória, ela melhorou seu recorde profissional no MMA para 13-10. Enquanto isso, Tomimatsu caiu para 15-15. No ‘co-main event’ ( evento co-principal ) do Deep Jewels 26, a veterana do UFC Rin Nakai ( 22-2-1 ) conquistou seu sexto título consecutivo ao encaixar uma finalização ( arm-lock ) em Titapa Junsookplung ( 0-1 ) ainda no primeiro round.
Nakai não estava originalmente programada para lutar nesse ‘card’, mas optou por aceitar o confronto em um prazo de 24 horas ( sob os termos de uma luta de contrato até 63 kg ) e obteve uma vitória impressionante.
Ela entrou na competição como substituta de Reina Miura, que não bateu o peso e era a adversária inicial da lutadora que representa o Ginásio Tarnthong, da Tailândia. Após a luta, “King” Reina Miura entrou no ‘cage’ e pediu desculpas aos fãs :
-“Desta vez, estava acima do peso e lamento muito ... Obrigada por seu apoio. Eu realmente sinto muito.”- disse, em lágrimas. Outro destaque do evento foi a atleta originária do Judô, Kana Watanabe, ( 8-0-1 ) que também teve pouco trabalho com a sul-coreana Hee Eun Kang ( 0-1 ) - uma lutadora que trocou o boxe profissional pelo MMA - terminando a sua luta em menos de dois minutos com um mata-leão. Após a luta, Watanabe apelou para uma nova luta na véspera de Ano Novo, dizendo: -“Eu estava mais nervosa do que o normal pela primeira vez em meio ano, mas fiquei feliz em vencer. Como esta é a primeira luta desde abril, farei o possível para repetir o que fiz neste semestre : vencer.”-comentou Watanabe, vice-campeã do Asian Open de 2016 e vice-campeã do European Club, títulos que conquistou no Judô antes de migrar definitivamente para o MMA. Após estrear profissionalmente no MMA durante o Deep Jewels 18 ( em 2 de dezembro de 2017 ), Watanabe participou de um evento do RIZIN realizado apenas 26 dias depois. Ela voltou à vencer pela franquia de Nobuyuki Sakakibara ( em 2018 e 2019 ), portanto não é de se estranhar que a atleta de 31 anos de Tóquio esteja empolgada para competir novamente sob a bandeira do RIZIN no show da véspera de Ano Novo. Os resultados completos do “Deep Jewels 26”, incluem: Deep Jewels 26
22 de outubro de 2019
Korakuen Hall
Tóquio, Japão Tomo Maesawa venceu Emi Tomimatsu por decisão unânime - pelo título do peso átomo
Rin Nakai venceu Titapa Junsookplung por finalização ( arm-lock ) aos 3:20 do primeiro round
Kana Watanabe venceu Hee Eun Kang por finalização ( mata-leão ) aos 1:48 do primeiro round
Suwanan Boonsorn venceu Yoon Ha Hong por finalização ( arm-lock ) aos 1:37 do primeiro round
Yukari Nabe venceu Kaewjai Prachumwong por nocaute técnico ( socos ) aos 3:15 do primeiro round
Jeong Eun Park venceu Emi Sato por nocaute técnico ( socos ) aos 2:36 do primeiro round
Mizuki Furuse venceu Pan Hui por decisão dividida
Otoha Nagao venceu Nanaka Kawamura por decisão unânime
Yasuko Tamada venceu Kotori Tamiya por decisão unânime *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 23/10/2019
_ Foto : Kana Watanabe foi uma das vencedoras da 26ª edição do Deep Jewels, maior show de MMA feminino do continente asiático. ( Cortesia | Créditos : Deep Jewels | Gong Kakutogi ).

Apesar de nunca ter sido proibido na Inglaterra, o “Bare Knuckle Boxing”, também conhecido como ‘boxe sem luvas’ foi banido dos EUA em 1892.
Assim como a história da modalidade, a sua prática também é controversa. Atualmente há uma divisão de opiniões entre a comunidade médica, e alguns destes ( notadamente alguns médicos traumatologistas  ) não recomendam a sua prática, principalmente pela maior incidências de fratura nas mãos e na face.
Não podemos deixar de citar também o derramamento de sangue, é claro. Do outro lado, há aqueles médicos ( principalmente em países do primeiro mundo ), que já conseguiram provar que qualquer modalidade de lutas ‘sem luvas’ é mais segura para a saúde ( do cérebro ) dos competidores do que qualquer esporte similar “enluvado”.
“O que não sangra para fora, sangra para dentro”, já dizia um antigo ditado. Os promotores do “Bare Knuckle Boxing” aproveitam o ‘gancho’ e mandam um recado para os dirigentes da ‘nobre arte’ : -“O ‘boxe sem luvas’ é tão seguro, se não mais seguro do que o ‘boxe com luvas’. Ter pugilistas sendo espancados por doze rounds e ter o cérebro escorrido de água [ referindo-se à desidratação drástica para o corte de peso ] é o que cria a lesão cerebral.”-diz Jim Freeman, Presidente da consagrada promoção BKB do Reino Unido, que consegue levar um grande público à O2 Arena, em Londres.
[ NOTA .: Há muitos promotores de boxe profissional, ou boxe inglês, ou ainda boxe “enluvado”, que não conseguem promover seus shows na O2 Arena ]. Não custa lembrar, ainda, que as lutas sob as regras do “Bare Knuckle Boxing” tem, no máximo, cinco rounds de dois minutos cada. Não há como negar que toda essa polêmica tem trazido uma grande divulgação para a modalidade e desde 2016 o ‘boxe sem luvas’ vem ressurgindo nos EUA.
Atualmente, o “Bare Knuckle Boxing” é regulamentado na Flórida, Mississippi e Wyoming e está sob consideração em vários outros estados por toda a América do Norte. A modalidade já está se tornando popular entre os pagantes do ‘pay-per-view’ e o público lota cada vez mais as arenas, como no caso do Bare Knuckle Fighting Championship (  BKFC ) 8, que rolou no sábado passado em Tampa, na Flórida ( EUA ).
No ‘main event’ ( evento principal ) do BKFC 8 vimos Gabriel “Napão” Gonzaga vencer Antonio “Bigfoot” Silva por nocaute a 1m50s do segundo round. Entre os ‘vips’ que marcaram presença, nomes consagrados do MMA, como Fabrício Werdum, Hector Lombard e Wanderlei Silva.
Este último teria assinado para lutar pela promoção presidida por David Feldman, de acordo com a jornalista Amy Kaplan, em matéria publicada recentemente no FanSided e que foi replicada em outros portais, como o MMA Mania e MMA Japan. Assim sendo, o norte-americano Shannon Ritch, que ostenta um cartel de 57-88-0-4 no MMA e 26-3-0 no ‘boxe sem luvas’, lançou um novo desafio ao brasileiro, para um duelo entre veteranos do PRIDE, mas sob as regras do ‘boxe sem luvas’. -“Quero Silva. Eu só quero que todos saibam. Atualmente eu sou o detentor do cinturão de campeão dos pesos pesados do ‘Bare Knuckle Boxing’ ( International Heavyweight Superfight Bare KnuckleBoxing ) e eu vou colocar esse título em jogo na luta com Wanderlei Silva. Se ele quiser lutar no ‘Bare Knuckle’, eu adoraria recebê-lo no esporte.”-declarou Shannon, ao lançar o seu novo desafio. Ritch é um lutador bem ranqueado no “Bare Knuckle Boxing”, de acordo com a conceituada publicação ‘National Police Gazette’, que em sua edição de 9 de julho de 2016 apontou o lutador em 1° lugar no ranking norte-americano e em 3° lugar no ranking mundial dos desafiantes do “Bare Knuckle Boxing” na categoria dos pesos pesados. Este artigo é uma maneira de Shannon Ritch informar ao promotor David Feldman que ele quer lutar contra Wanderlei Silva. Mas, e para você, caro leitor ...  Quem vence essa luta ? Shannon Ritch ou Wanderlei Silva ? *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 22/10/2019
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Foto acima : O norte-americano Shannon Ritch lançou um novo desafio ao brasileiro Wanderlei Silva para uma luta de “Bare Knuckle Boxing” ou ‘boxe sem luvas’. ( Cortesia | Créditos : Acervo pessoal Shannon Ritch | Bare Knuckle Fighting Championship ). Abaixo : A edição de 9 de julho de 2016 da ‘National Police Gazette’ que classificou Shannon Ritch em 1° e 3° lugar, nos rankings norte-americano e mundial do “Bare Knuckle Boxing”, respectivamente. ( Cortesia | Créditos : National Police Gazette  ).

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Após vários episódios ( entre estes, as constantes trocas de insultos em redes sociais e até mesmo uma briga no aeroporto de Orly ) e muitos meses de negociações, a luta de MMA entre Booba e Kaaris foi formalizada pelos dois ‘rappers’ e pela organização do SHC, evento que confirmou a data de sua próxima edição para 30 de novembro em Basileia, na Suíça. Porém, o duelo dentro do ‘cage’ entre os desafetos de longa data poderá não acontecer.
Entenda  ... Na última semana do mês de julho, Elie Yaffa, também conhecido como Booba, postou em suas redes sociais uma foto de seu contrato assinado pedindo a Kaaris que fizesse o mesmo. -“É isso. Eu já assinei, resta apenas a assinatura do Kaaris para a luta acontecer. O evento terá lugar no St. Jakobshalle, em Basileia, na Suíça, no dia 30 de novembro de 2019.”-postou Yaffa, em suas redes sociais. Por sua vez, Kaaris também assinou o seu contrato na sequência, acenando favoravelmente para a realização do confronto. A promoção do SHC também já havia anunciado que a luta era oficial. Até mesmo os responsáveis pelo St. Jakobshalle Hall, que pode receber até 12.400 pessoas, também já haviam confirmado que o local estava reservado para o SHC. Contudo, alguns políticos do país estão preocupados que o aspecto de “acerto de contas” prevaleça sobre o lado esportivo, além do que, as autoridades suíças já tiveram trabalho suficiente com os “hooligans” que estiveram durante os jogos de futebol do FC Basel no St. Jakob-Park, nas proximidades do local previsto para o evento. Agora, os dirigentes do SHC procuraram acalmar à todos e emitiram uma mensagem de prevenção. -“Caros atletas, a direção do SHC gostaria de chamar sua atenção para algumas das falhas observadas recentemente em consequência das declarações publicadas nas redes sociais por alguns atletas. Lamentamos qualquer tipo de comportamento que possa infringir a boa organização do evento Booba vs Kaaris. Além disso, estejam cientes de que não será tolerado nenhum tipo de transbordamento durante o evento, todas as medidas de segurança necessárias foram agendadas para esta noite nas melhores condições.”-declararam os organizadores em ‘posts’ recentes na sua página oficial e em nota encaminhada à imprensa. Mesmo assim, as contínuas trocas de insultos entre os ‘rappers’ ainda continuam no Instagram, apesar do medo de terem a sua luta cancelada. A mídia suíça já relatou, inclusive, que o meio do MMA não enxerga essa luta com “bons olhos”, pois isso poderia prejudicar a credibilidade da disciplina banida na França, e que está lutando pela sua liberação no país vizinho ( o que só deverá acontecer à partir de janeiro de 2020 ). Os ‘rappers’ deverão faturar alto pela luta, caso esta aconteça.
O vencedor deverá receber uma bolsa de 1,5 milhão de euros - ou US $ 1,7 milhão - e o perdedor receberá um terço disso - cerca de meio milhão. Embora esta luta não seja claramente uma unanimidade entre os verdadeiros fãs de MMA e dos esportes de contato em geral, podemos nos confortar no fato de que vários outros nomes também foram anunciados para o ‘card’ deste SHC XII. Encontraremos entre os lutadores em ação no ‘cage’ do CHS XII, Mickael Lebout, Moise Rimbon, Malik Merad, Kevin Petshi e Fares Ziam, que prometem lutas de alto nível técnico. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 29/08/2019
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Foto :  Se acontecer mesmo, o vencedor da luta entre Kaaris e Booba deverá receber 1,5 milhão de euros - ou US $ 1,7 milhão - e o perdedor receberá um terço disso - cerca de meio milhão. ( Cortesia | Créditos : Divulgação SHC XII ).

No sábado, 24 de agosto, o K-1 Group realizou o ‘K-1 World Grand Prix Japan 2019’ na Arena Edion, em Osaka, no Japão.
A última vez que o K-1 realizou um show na Edion Arena foi em dezembro de 2018. E mais uma vez os fãs foram testemunhas de uma das “lutas do ano” no ‘main event’ ( luta principal ) da noite, quando Kouzi venceu Tatsuya Oiwa por decisão dividida dos juízes após 5 rounds de 3 minutos cada.
Kouzi e Oiwa Tatsuya são duas estrelas do circuito de lutas de “trocação” ( lutas em pé ) no Japão. Ainda tivemos o desafio “Japão contra o mundo” que foi inserido nesse ‘card’ e gerou muitas expectativas entre os japoneses, mas o público saiu satisfeito, uma vez que todas as lutas foram definidas por nocautes. Na primeira luta  desse desafio, Aitaka Ryo derrotou o guerreiro iraniano  Karamian Sina, derrubando-o com um ‘overhand’ de direita no terceiro round. Na sequência, Kido Yasuhiro, um lutador que  vinha de uma derrota ( para Yuta Kubo ) no K’Festa 2, desferiu um chute alto devastador que levou o espanhol Antonio Gomez ao nocaute aos 1:48 do segundo round. Já o brasileiro radicado no Japão, Kimura “Philip” Minoru, marcou a única vitória para o time do “resto do mundo” com um nocaute sobre Sho Oizumi aos 2:17 do primeiro round.
Não custa lembrar que Minoru já venceu nomes como Kaew Fairtex e Hiroya. Em outra luta, o experiente japonês Masaaki Noiri ( que procurava se recuperar de uma derrota por pontos para Jordann Pikeur no K’Festa 2, em março ) venceu o suíço Sami Lamiri também por nocaute, com golpes de esquerda e direita no corpo, aos 2:35 do segundo round.  Na luta final do desafio “Japão contra o mundo”, o campeão do K-1, Hayashi Kenta, venceu o guerreiro turco, Deniz Demirkapu, após aplicar um direto de direita que o levou ao nocaute passados 3:03 do segundo round. Entre as mulheres, tivemos uma luta profissional ente as japonesas Kana e Mahiro na categoria de 52 kg. Kana é uma atleta consagrada no K-1 & KRUSH.
De maio de 2017 a março deste ano, ela havia obtido sete vitórias consecutivas contra lutadoras estrangeiras, até que perdeu em uma revanche com Josephine Knotson.
Essa foi a primeira vez que Kana lutou contra uma japonesa desde julho de 2016 ( ou seja, em cerca de três anos ) e que fosse uma atleta menos experiente que ela.
O cartel de Kana é composto por 13 vitórias ( 6 KO ) e 2 derrotas. Por seu lado, Mahiro é uma lutadora que tem muita experiência como amadora e já  venceu uma luta no K-1 Koshien.
Em agosto de 2016, quando ainda era uma estudante do ensino médio, ela ganhou o “J-GIRLS Flyweight New Heroine Tournament”, graças à suas habilidades no Karatê.
Seu currículo é composto por 4 vitórias e 1 derrota. Nessa luta, Kana venceu Mahiro por decisão unânime ( 30-27, 30-28, 30-27 ) após 3 rounds de 3 minutos. O evento contou com transmissão pela Abema TV ( Japão ). Os resultados do “K-1 World Grand Prix Japan 2019” incluem : K-1 World Grand Prix Japan 2019
24 de Agosto de 2019
Arena Edion
Osaka, Japão Kouzi venceu Tatsuya Oiwa por decisão dividida ( 10-9, 9-10, 10-9 )
Kenta Hayashi venceu Deniz Demirkapu por nocaute aos 3:03 do segundo round
Masaaki Noiri venceu Sami Lamiri por nocaute aos 2:35 do segundo round
Kimura Minoru venceu Sho Oizumi por nocaute aos 2:17 do primeiro round
Yasuhiro Kido venceu Antonio Gomez por nocaute aos 1:48 do segundo round
Ryo Aitaka venceu Karamian Sina por nocaute aos 0:57 do terceiro round
Hideaki Yamazaki venceu Hirayama Jin por decisão unânime ( 30-28, 30-27, 30-27 )
Tetsuya Yamato venceu Kensei Kondo por decisão unânime ( 30-26, 30-25, 30-25 )
Yuto Shinohara venceu Shinichiro Kawasaki por decisão unânime ( 28-26 x3 )
Kaisei Kondo venceu Riki Matsuoka por nocaute aos 2:18 do primeiro round
Aoshi venceu Tatsuya Tsubakihara por decisão da maioria ( 29-29, 30-29, 29-28 )
Kana venceu Mahiro por decisão unânime ( 30-27, 30-28, 30-27 )
Toma venceu Takahito Niimi por decisão unânime ( 30-28 x3 )
Touma Kuroda vs. Aoi Noda ( empate ) por decisão majoritária ( 29-29, 30-29, 29-29) 
Seiya venceu Yuta Suzuki por decisão unânime ( 30-28 x3 ) *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 26/08/2019
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Foto : A japonesa Kana obteve nova vitória após passar por sua compatriota Mahiro. ( Cortesia | Créditos  : K-1 Group | ( C ) M- 1 Mídia Esportiva ).

O Pancrase retornou mais uma vez no Domingo ( 20 de Outubro ), com outro ‘card’ de lutas, o Pancrase 309, que teve lugar no Studio Coast, em Tóquio, Japão.
Uma das promoções pioneiras do MMA mundial na era moderna ( anterior ao surgimento do UFC ), o Pancrase também mantêm atualmente uma parceria com o ONE Championship. No ‘main event’ ( evento principal ), tivemos uma disputa pelo título dos penas onde o sempre emocionante e veterano do Bellator , Isao Kobayashi ( 25-5-4 ), lutou com o último homem a vencê-lo, Kyle Aguon ( 13-8 ), de Guam, desta feita, com o título de “Rei do Pancrase” em jogo.
Isao Kobayashi acabou vencendo por decisão dividida e manteve o título dos penas da franquia. No ‘co-main event’, o “ás” nipo-brasileiro, Alan Yoshihiro Yamaniha ( 16-8-4 ), enfrentou o campeão do HEAT, Takeshi Kasugai ( 25-7-1 ). O campeão  desta luta teria o direito de disputar o título do peso galo, atualmente mantido pelo brasileiro Rafael “Morcego” Silva, apesar deste lutar atualmente sob a bandeira do ONE Championship. Yamaniha acabou vencendo por decisão unânime de todos os três juízes. Por falar em brasileiros, a nordestina de Aracaju-SE, Karol Nascimento - apresentada pela imprensa japonesa como ‘Anne Karoline’ - ( 6-7 ), lutou muito bem e deu o seu máximo até o último segundo da luta com a japonesa Emiko Raika ( 9-6 ), mas acabou perdendo por decisão dividida dos juízes. A outra brasileira nesse ‘card’, Tatiane Fontes - conhecida pela alcunha de Tati “Brutus” - ( 4-1 ), era uma estreante na promoção mas acabou vencendo sua adversária Yoko Higashi ( 4-2 ), também por decisão dividida e encerrando a sequência de vitórias em quatro lutas da atleta local. Já o “ex-rei do Pancrase” no peso meio médio, Hiromitsu Miura ( 13-7 ), teve um retorno triunfante à competição após sua demissão de 27 meses, conquistando uma vitória por nocaute em apenas 68 segundos sobre o seu colega veterano Gota Yamashita ( 14-9-1 ). Em outro destaque do show, o croata Aleksandar Rakas ( 16-7 ), teve uma estréia impressionante no Pancrase  ao finalizar o japonês Kenta Takagi ( 17-18 ) no segundo round com um mata-leão. O Pancrase 309 contou com transmissão ‘ao vivo’ pelo UFC Fight Pass.
Os resultados completos do “Pancrase 309”, incluem: Pancrase 309
20 de outubro de 2019
Studio Coast
Tóquio, Japão. CARD PRINCIPAL
Isao Kobayashi venceu Kyle Aguon por decisão dividida em defesa do título dos penas do Pancrase
Alan Yoshihiro Yamaniha venceu Takeshi Kasugai por decisão unânime
Tatiane Fontes venceu Yoko Higashi por decisão dividida
Emiko Raika venceu Anne Karoline por decisão dividida
Hiromitsu Miura venceu Gota Yamashita por nocaute aos 1:08 do primeiro round
Aleksander Rakas venceu Kenta Takagi por finalização ( mata-leão ) aos 2:02 do segundo round
Shinichi Taira venceu Ukyo Abe por decisão unânime CARD PRELIMINAR
Teppei Suwabe venceu Ryo Iseki por decisão dividida
Jouou Date venceu Toru Fujii por decisão unânime
Tatsuki Okano venceu Yuma Nakajima por decisão dividida
Keisuke Tachibana venceu Masaya Oshiro por nocaute ( socos ) aos 3:32 do segundo round *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 21/10/2019
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Foto acima : A brasileira Tatiane Fontes estreou no renomado evento japonês Pancrase e venceu a adversária Yoko Higashi por decisão dividida. ( Cortesia | Créditos : Pancrase | Gong Kakutogi ). Abaixo : A brasileira durante a pesagem, no dia anterior à luta. ( Cortesia | Créditos : Pancrase | Gong Kakutogi ).

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A maratona é a prova mais longa e exaustiva do atletismo olímpico e também a única modalidade esportiva que se originou de uma lenda.
Curiosamente, alguns jornalistas esportivos citam a modalidade como referência à outras provas tão difíceis e extenuantes quanto aquela criada em Atenas.
Agora imagine a possibilidade de viajar para outro continente e participar de três competições de uma outra modalidade que já foi classificada por alguns outros como o “triathlon” das artes marciais. Some a isto o período de treinamento anterior à primeira luta, algumas viagens de avião, os fusos horários enfrentados, a dieta para bater o peso, o treinamento entre cada evento e a oportunidade de lutar com adversários altamente gabaritados em um período de tempo correspondente à um mês de trabalho da maioria da população mundial e você terá uma espécie de ‘maratona’ das lutas. Tudo isso poderá nos trazer à memória o feito do soldado ateniense Fidípides, ressalvando-se as devidas proporções, o momento histórico e as características de cada desporto.
É lógico que para os atletas que buscam se destacar da maioria, as oportunidades devem ser aproveitadas, pois só assim eles poderão se consagrar como lendas do esporte, posteriormente. Esta será a ‘supermaratona’ que o lutador cearense Jhonny Carlos Guimarães ( 8-4-0 ) conhecido no mundo das lutas como “lenhador” irá disputar entre os meses de agosto e setembro. O atleta faz parte do ‘team’ Master Kombat, equipe de MMA liderada pelo mestre Gean do Vale. Aos 31 anos de idade Jhonny Carlos é uma grande promessa para o futuro das artes marciais mistas e irá participar de três lutas da modalidade em solo europeu em um único mês, um feito que não víamos desde a época em que lutadores como Travis Fulton, Dan Severn e Shannon Ritch estavam em seu auge.
Mas o lutador quer mostrar a força de Limoeiro do Norte ( cidade do interior do estado do Ceará localizada a 209 km quilômetros da capital Fortaleza ) e que também é um forte candidato à tornar-se o próximo “Homem de ferro” do MMA. A ‘tour’ do lutador nordestino terá início no dia 30 de agosto quando ele lutará com o russo Rinat Fakhretdinov, o “gladiator” ( 16-1 ), no GFC - Gorilla Fighting Championship 16, evento que será promovido em Astrakhan, na Rússia, por ninguém mais, ninguém menos, que Khabib Nurmagomedov, atual campeão dos leves do UFC. Na sequência, Jhonny Carlos parte para a Sérvia ( antiga Iugoslávia ), onde lutará com o sérvio Nemanja Uverić ( 6-4-0 ) no SBC - Serbian Battle Championship 23: Revenge!, evento que terá lugar em Subotica, no dia 07 de setembro.
Aliás, o “lenhador” já alcançou o ‘status’ de ídolo na Sérvia, pois duas de suas quatro lutas internacionais foram disputadas por lá. Na ocasião, outro representante do ‘team’ Master Kombat, o pernambucano Jonatas “monstro” Cavalcanti da Silva ( 10-3-1 ) medirá forças com o lutador local Aleksandar Milićević ( 1-0-0 ), que vem direto de vitória em um evento regional. E como prova que tem mesmo o ‘fôlego’ de um triatleta, Jhonny deverá finalizar a sua “tour” pelo continente europeu no dia 27 de setembro, quando irá adentrar ao ‘cage’ do SLAM Arena, evento da Espanha que irá promover o seu próximo ‘card’ no Gran Canaria Arena, em Las Palmas de Gran Canaria.
O adversário da vez será o espanhol Juam Manuel “Juanma” Suárez ( 22-9-0 ). Jhonny firma assim a sua reputação lá fora como um dos lutadores mais duros da atualidade e que não escolhe adversários e mesmo antes do início da sua ‘maratona’ de lutas, já chama a atenção dos empreendedores de MMA em todo o mundo.
Inclusive, comenta-se nos bastidores que já existe a possibilidade do cearense ser contratado por alguma grande promoção de MMA dos EUA em um futuro próximo. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 23/08/2019
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Foto : O lutador Jhonny Carlos Guimarães irá participar de uma verdadeira ‘maratona’ de lutas no continente europeu. Seu primeiro compromisso será o GFC 16, na Rússia, no dia 30 de agosto. ( Cortesia | Créditos : @gorillafighting | Instagram ).

BOM é uma abreviação de “The Battle Of Muay Thai”.
Traduzido literalmente, significa ‘Batalha Mu-Thai’. O intuito da empresa é “que todos vejam as belas e ferozes batalhas dos guerreiros Muay Thai” e “espalhar o Muay Thai, esporte nacional do Reino da Tailândia para o Japão”. Recentemente, muitos lutadores talentosos surgiram no mundo do kickboxing no Japão, o que inclui eventos como o K-1. No entanto, os empreendedores do BOM acreditam que o K-1 é uma regra feita para os lutadores japoneses e não uma ‘bela batalha’ do Muay Thai. -“Sem cotovelos, sem joelhos, não me faça rir. Espero que os lutadores adquiram experiência nas verdadeiras regras do Muay Thai e busquem se tornar campeões japoneses nos dois principais estádios do Reino da Tailândia : Rajadamnan e Lumpini.”-diz Natsuo Nakagawa, Diretor Representante do BOM ( BOM Promotion Co. Ltd., Eiwa Sports Gym). O cartola acrescenta em seguida :
-“Eu também gostaria de criar um ambiente em que os atletas que estão trabalhando duro todos os dias possam construir um futuro brilhante. Gostaria ainda de agradecer a todos que nos apoiam e patrocinam e expressar minha gratidão aos fãs. Eu farei um mundo do Muay Thai mais saudável para os lutadores.”-complementou o dirigente. Os shows promovidos pelo BOM são sancionados pelo WMC JAPAN, que é o ramo japonês do WMC - World Muaythai Council, este último é uma organização histórica e credenciada pelo governo tailandês e pelas autoridades esportivas da Tailândia. Recentemente foi divulgada na mídia especializada uma edição muito aguardada da franquia. Trata-se do BOM2-6 : The Battle Of Muay Thai-Temporada II Vol. 6, cujo ‘card’ incluirá um torneio eliminatório disputado em um único dia com lutadores da categoria até 50 kg. Lee Ji-Sung, Tic Chang, Jason Mark e Nadaka são os lutadores que representarão, respectivamente, Coreia do Sul, Hong Kong, Filipinas e, claro, Japão, nesse campeonato entre nações asiáticas. O show terá lugar no New Pier Hall, em Tóquio, e será realizado no dia 8 de dezembro de 2019. Antes disso, acontecerá o BOM2-5 : The Battle Of Muay Thai- Temporada II vol.5- já no próximo domingo ( 20 de outubro de 2019 ),  às 16:00 ( horário local ), no Gold Gym South Tokyo ANNEX ( Omori Gold Gym ), em Tóquio.
Esse próximo show marcará as primeiras lutas profissionais da promoção, enquanto a primeira metade do ‘card’ será composta por lutas amadoras.
Serão incluídas ainda na programação algumas lutas de Sumô. O BOM é uma excelente pedida para o público japonês prestigiar lutas de Muay Thai, com o uso de cotovelos e joelhos válidos na regra. *Texto do colaborador Oriosvaldo Costa. | Escrito em 19/10/2019
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Foto : O japonês Nadaka enfrentará a sua primeira competição no formato de torneio eliminatório em um único dia.  ( Cortesia | Créditos : BOM Promotion Co. Ltd. | Eiwa Sports Gym ).

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