Atleta Mulher Maravilha no Japão

Eliete Malta Ikeda (47), atleta profissional de Corrida de Rua, em provas de meio fundo e fundo (5km a 21km), com uma carreira que reúne quase 400 pódios no Brasil, e que agora pode continuar também no Japão.

Vamos conhecer um pouco mais sobre a história desta atleta

Fale um pouco dessa relação com o esporte e como ela o ajuda?

R: Eu Amo esporte, Amo Corrida de Rua, a corrida me alivia dos stress do dia a dia, me dá sensação de liberdade, também faz esquecer dos problemas. Não se pode deixar de falar também dos benefícios com relação à saúde que o esporte proporciona.
E as competições me ajudam a ter foco, empenho, determinação e senso de superação, não somente no atletismo, como também na minha vida.

Muita gente no seu lugar poderia desistir e deixar o esporte de lado, mas com você foi o contrário. O que a motiva?

R: Quando o problema aparece, temos que resolver e não só aceitar e pronto. Quando tenho uma dificuldade, parece que a vontade e o desafio de conseguir vencê-la fica ainda maior.
O que me faz feliz e me motiva, são as mensagens que recebo das pessoas, dizendo que sou uma inspiração para elas, tanto na corrida, como na minha luta pela vida.
São tantos carinhos, que me motivam cada vez mais a correr.

Como você começou no atletismo?

R: Eu sempre pratiquei vários esportes desde a época de escola, e sempre me destaquei nas modalidades que praticava, só que me identifiquei por Corrida de Rua.
Minha paixão por corrida surgiu, quando estudei numa escola de Ensino Fundamental em Barão Geraldo (Distrito da Cidade de Campinas, interior de São Paulo) e neste ano que estudei, a escola fez uma parceria com a faculdade Unicamp, que consistia em levar os alunos para praticar natação nas piscinas da universidade.

O professor colocava todos os alunos para fazer aquecimento na pista de atletismo que ficava ao lado das piscinas, e então eu comecei a correr na pista, depois ia aumentando a distância aos poucos, pulando de quadra em quadra e indo até um bosquinho que fica na entrada da universidade.
Foi assim que comecei a correr. Na época tinha uns 12 anos e comecei a perceber que me trazia vários benefícios, mas corria para cuidar do corpo e saúde, nada além disso.

O que lhe motivou a ser uma atleta?

Em meados de 2002, morava na cidade de Sumaré, cidade vizinha de Campinas no interior de São Paulo, e era sócia do CRS-Clube Recreativo Sumaré. Um certo dia o gerente do clube me viu correndo pelas ruas e me convidou para fazer parte do grupo de corredores do clube, que frequentemente iam para competição em diversas cidades, mas eram um grupo de atletas amadores.

Eu topei na hora, e já fui participar da minha primeira competição: a Corrida Integração em Campinas, uma das maiores do Estado, logo depois foi a vez da Corrida de São Silvestre em SP-Edição de 2002, mas foi na terceira competição, uma corrida na cidade de Valinhos-SP no início de 2003 que consegui o meu primeiro pódio e o meu primeiro troféu. A partir daí o clube CRS começou a me patrocinar, fui me destacando em várias corridas de várias cidades, passei depois por 2 grandes equipes de Atletismo de SP, e fui conquistando cada vez mais pódios.
Hoje tenho quase 400 pódios no meu currículo e com muitos destaques em várias competições.

Como as pessoas próximas a observam?

R: Como símbolo de Superação, uma heroína, passando por todos os problemas e chegando onde cheguei.
No mundo do esporte todos me conhecem como Mulher Maravilha, apelido adquirido nas Corridas. E que hoje virou minha marca registrada nas competições. Não só pelo visual, mas também pela superação dos meus problemas.

Como e quando surgiu o apelido de Mulher Maravilha?

R: Eu sempre corria e subia no pódio de faixinha na cabeça, até aí tudo bem, mas foi em 2006 na Corrida de São Silvestre que começou a história, nesta época, a corrida feminina era separada da corrida masculina, sendo a largada da feminina às 15h e a masculina as 17h. Pois bem, corri a minha prova e depois de ter terminada, coloquei a medalha no pescoço e fui acompanhar um amigo que não estava muito bem na corrida masculina.

Durante o decorrer da Prova Masculina, algumas pessoas na multidão me viram correndo junto com os homens e começaram a falar: “O que você está fazendo aí pangaré, a sua prova já acabou!”, mas o que eles não imaginavam é que eu já havia finalizado a minha Prova e de tanto ouvir a multidão falar isso, meu amigo ficou irritado, puxou a medalha do meu pescoço e começou a falar: “Olha aqui a medalha dela, ela já correu a prova feminina e está correndo novamente na prova masculina, então ela vai completar 30 km!”.

A multidão começou a falar: “Nossa! Ela é a Mulher Maravilha!”, e surgiram várias outras comparações: Mulher Maravilha, Mulher Gato, Mulher Batman (kkkk), mas o que mais se ouviu era Mulher Maravilha, e desde então começou a espalhar este apelido entre os atletas, foi se estendendo na minha cidade, na região e logo se estendeu pelo Brasil afora.
As pessoas me comparavam com a Mulher Maravilha, por causa do físico, pelo estilo do cabelo, ainda mais usando faixinha no cabelo, tanto nos treinos quanto nas competições e também no pódio, mas não me vestia de Mulher Maravilha.

Eu e meu marido nos conhecemos nas corridas, éramos amigos e a corrida nos uniu.
Meu marido, na época ainda namorados, me falou, já que te conhecem como Mulher Maravilha, porque não vestir 100% de Mulher Maravilha nas corridas.
Foi aí que ele teve a excelente ideia de me transformar em Mulher Maravilha de verdade, ele mesmo caracterizou e personalizou toda minha roupa.
O curioso é que só subia nos pódios com a minha cachorrinha Isabella, então meu marido também caracterizou e personalizou toda a roupa da Isabella de Mulher Maravilha e ela ficou conhecida no Brasil todo, como a “Wonder Dog” a Mascotinha do Atletismo.

Então agora são 2 heroínas nas corridas?

R: Não, agora são 3! Eu e meu marido ficamos noivos no pódio da Corrida do Boldrini em Campinas no ano de 2012, quase 1 ano e meio depois nos casamos e fomos comemorar a Lua de Mel, correndo a Maratona da Disney, em Orlando nos Estados Unidos.

Nas vésperas da Maratona da Disney, rodamos quase pela cidade de Orlando inteira procurando uma fantasia da Mulher Maravilha para poder correr, e quando encontramos, pensei já que me meu marido me transformou em Mulher Maravilha de fato, porque não transformá-lo em Superman? Então procuramos também pela Fantasia do Superman e também encontramos.

E na Maratona, corremos fazendo a festa, os 42km vestidos de Super heróis da Liga da Justiça, e também acabamos viramos celebridades, pois muitas pessoas queriam tirar foto conosco.
A corrida nos uniu e hoje somos conhecidos como a Família Liga da Justiça das Corridas,
Wonder Woman, SuperMan e Wonder Dog.

Você mencionou superação de problema, qual foi?

Quando tinha 11 anos de idade, fui diagnosticada com um Tumor na cabeça. Meus pais ficaram super preocupados na época.
Fui tratada no Hospital Boldrini de Câncer Infantil em Campinas –SP, pela Dra. Silvia Brandalise, e depois de várias consultas, análises e aplicações, pude ser curada do Tumor considerado benigno. Mas toda cura deve ser seguida de um acompanhamento durante vários anos.

Você também é voluntária? Como surgiu isso?

Depois de alguns anos, tive uma sobrinha que teve Leucemia com 5 anos de idade, e eu ajudava a minha irmã a cuidar dela no mesmo Hospital Boldrini por onde eu já havia passado.
Nesta época o Hospital fazia algumas festinhas em datas comemorativas para as crianças em tratamento, e eu participei junto com a minha sobrinha em algumas delas.

Nas festinhas, brincava para divertir a minha sobrinha, mas também acabava divertindo as outras crianças que alí estavam.
Pedi pra minha mãe se ela podia fazer uma roupinha de palhacinha pra mim, para usar no dia da festinha no Hospital, e então coloquei o nome na personagem de “palhacinha Deca”, pois Deca é o apelido que meu pai colocou em mim quando ainda era criancinha, essa foi uma homenagem aos meus pais, que lutaram muito por mim. Acabei ficando muito conhecida entre as crianças nas festinhas do Hospital, e agora também me visto de “coelhinha da Páscoa”, “mamãe noel”, “noivinha caipira”, “caipirinha” e “Mulher Maravilha”.

Depois que casei, meu marido também me acompanha no voluntariado como Superman, e até a Isabella também ia de Wonder Dog, encantando todas as crianças.
Nas festinhas do Hospital, quando falo para os pais das crianças sobre a minha história como ex-paciente do Boldrini e pela minha cura, eles ficam super felizes e bem otimistas.
Enfim, fazem 21 anos que sou voluntária do Hospital, levando alegria para as crianças em tratamento e também acabo me divertindo bastante.

Depois do problema resolvido, foram só alegrias?

Bom, não foi bem assim, depois de 27 anos, completamente curada, sentia algumas dores do lado esquerdo do rosto e achava que era o nervo de um dente, mas descobri que estava com um outro Tumor no seio da face esquerda, no Nervo Trigêmeo. Um novo susto!

Em 2012 fiz a cirurgia para extração do Tumor e fazer a biopsia, que resultou em um Tumor Benigno, mas continuava sentindo dores meses e anos depois. Em 2015 consultei um outro médico que analisou as imagens pós-cirúrgicas, pediu novos exames e constatou que o Tumor ainda estava lá e que não havia sido retirado, ou seja, o médico que fez a cirurgia havia me enganado dizendo que tinha extraído o tumor.

Então em 2015, recebi a notícia que tenho que passar novamente por uma outra cirurgia de retirada do mesmo Tumor.
Fiquei por um certo tempo pensando e tomando coragem para fazer a cirurgia.

Nesse meio tempo, no segundo semestre 2016, comecei a sentir algumas coisas estranhas nas Competições, sentia muita falta de ar, uma pressão no peito, as vezes algumas tonturas no meio da Corrida e quando terminava de competir já ia direto para o socorro dos paramédicos nas Competições, ficava lá até me recuperar, até então não sabia de nada que estava por vir, continuei competindo e passando mal, comecei a desconfiar que não estava bem e que não se tratava apenas de um mal-estar ocasional, porque conhecemos nosso corpo e suas limitações, ainda mais eu que sou Educadora Física e tenho conhecimento em estudos do Corpo Humano. Passei por vários médicos, fiz vários exames e não aparecia nada, mas só quando fiz o Exame de Ergoespirometria que acusou Arritmia, porque este exame faz até a exaustão, exatamente como se estivesse numa Competição, ou seja, exatamente quando estava passando mal no pico do esforço.

Confesso que fiquei assustada porque não esperava que fosse arritmia, pois todos meus exames do Coração deram sempre normais, mas era a parte elétrica do coração. O médico deu 2 opções: parava de correr ou fazia cirurgia. É lógico que faria a cirurgia, pois eu tenho praticamente uma vida inteira no Atletismo. Aliás, agora já estava acumulando 2 cirurgias.
Quando fui numa consulta do Hospital Dante Pazzanese em São Paulo, ao sair do hospital recebo a notícia que minha cachorrinha Isabella a “Wonder Dog” morreu, meu Deus, foi a pior notícia da minha vida, eu levei um baque tão grande que desmaiei no meio da rua, quando acordei, queria que fosse mentira, mas era verdade.

Depois deste dia eu desisti de fazer cirurgia, eu pensava só em morrer, fiquei completamente sem chão, fiquei deitada na cama, não queria mais comer, eu queria morrer, pois perdi a minha filhinha de 4 patas (lágrimas), fiquei 5 dias sem comer e só levantei pra comer, porque o meu marido cuidou de mim e chorava me vendo naquela situação e falava que não ia deixar eu morrer, pois a Isabella também não ia querer isso, só voltei a comer, por causa dele que não deixou eu cometer qualquer besteira, porque para mim, meu mundo não fazia mais sentido.

Depois de alguns meses de muita dor e sofrimento, chorando todos os dias, e com o apoio do meu marido e de várias pessoas aos quais sou imensamente grata, resolvi voltar ao médico pra marcar a cirurgia, a Isabella sempre amou subir no pódio comigo e com certeza, ficaria muito feliz de me ver fazer o que mais gosto de fazer, fiz primeiro a cirurgia do Coração (Ablação Cardíaca) no meio de 2017 e depois de 1 mês voltei para as Competições e na Corrida do Boldrini, eu só não subi no Pódio, pois por incrível que pareça eu errei o percurso, porque estava muito emocionada com meu retorno, já em todas as Provas seguintes peguei Pódio.

Em 2018, estava novamente na mesa de cirurgia para a retirada do Tumor no Seio da Face, agora por outro médico e por um outro método. A cirurgia foi um sucesso e o médico me garantiu mostrando nas imagens que agora o problema foi resolvido.
Só que desse tumor não tenho coragem contar para os pais das crianças do Hospital Boldrini, para não tirar as esperanças de cura das crianças, mesmo que não tenha nada a ver com o Tumor que tive quando era criança.

Quanta aventura radical, e agora está tudo ok?

Bom, após a cirurgia do Coração, voltei a sentir alguns sintomas que estava sentindo antes, mas em uma intensidade menor, de acordo com os médicos, não tem mais arritmia, mas ainda está sob investigação para saber o que pode estar provocando isso.

Mesmo assim, ainda continuo conseguindo pegar pódio nas competições.
E uma das mais significativas Provas que fiz nestas condições, foi a “Corrida da Mulher Maravilha” da DC Comics em São Paulo, correndo com um Aparelho chamado Holter (gravando 24 horas de frequência cardíaca contínua), para analisar o registro de qualquer problema no esforço em ritmo de competição, toda cheia de fios e eletrodos grudados nos pontos do Coração. Senti aquele mal-estar, então diminuía um pouco o ritmo para recuperar e voltava a acelerar, administrei isso no limite várias vezes para me manter competitiva e consegui pegar o Pódio chegando em 3o. lugar na classificação geral feminina. Chorei, chorei, chorei de Emoção no pódio, pois dediquei a vitória e o troféu para a Isabella (Wonder Dog).

E o Japão? Quando chegou aqui?

Em 2019, já com um certo planejamento, viemos para o Japão e no mesmo ano participei da primeira Corrida no Japão na “Maratona de Toda” em Saitama e fui Vice-Campeã Geral Feminino na Corrida de 5km. A estrutura de Corridas e Eventos no Japão é bem diferente em comparação ao Brasil, e ainda preciso me adaptar a estas diferenças.

Entramos em 2020, e logo surgem os primeiros casos de COVID-19. Como precaução, suspendem todos os tipos de eventos esportivos e também o maior deles, as Olimpíadas de Tokyo. Devido a pandemia, até hoje ainda não tem liberação de Competições Esportivas, com exceção de raras, controladas e limitadas competições.

Quais os seus objetivos aqui no Japão?

Com um pouco mais de 1 ano por aqui, percebi que o Japão é um país surpreendente, bem organizado e com muito respeito ao próximo. O Espírito esportivo está presente nas pessoas e espalhados por diversos esportes. Devido ao esforço de todos, das prefeituras, instituições, empresas, e das pessoas em geral de diversas idades, existem diversos locais, parques, academias, ruas, ciclovias disponíveis e bem preservados para quaisquer pessoas que queiram praticar o esporte que desejam.

Pretendo continuar meu trabalho na área esportiva dando aulas aqui no Japão, passando todo meu conhecimento adquirido durante anos na carreira esportiva, exercendo a minha formação de Educadora Física e fazendo a diferença na saúde e bem estar de toda uma população.
Também pretendo continuar competindo profissionalmente nos eventos de Corrida, me adaptando ao estilo do Japão e partindo em busca de patrocínios e consequentemente em busca de pódios, dedicando é lógico, as vitórias sempre para a Wonder Dog Isabella.

Quero também continuar meu trabalho de Voluntariado, são mais de 21 anos dedicando as crianças, com muito Amor e Alegria, levando diversão, Motivação e Esperança para Cura, sendo eu uma Ex-paciente 2 vezes curada
Que tipo de mensagem pode deixar para as outras pessoas que ainda não conseguiram se dedicar de corpo e alma a um esporte.

R: Toda pessoa tem capacidade de superar e alcançar os seus objetivos, basta começar e se dedicar. Um passo de cada vez. E quando menos se espera, o esporte já faz parte de você.
O Esporte traz alegria e felicidade, desenvolve a força interna e cria dentro de todos uma sensação de que podemos superar as maiores adversidades de nossas vidas, da mesma forma que superamos cada kilometro percorrido nas corridas. O esporte cura todos os males, tanto físicos, como mentais e emocionais.

PS: Nós somos os Super Heróis Mulher Maravilha e Superman do Brasil, agora Também somos do Japão, nossas duas casas que Amamos, sempre Salvando o Mundo com nosso Super poderes do Sedentarismo, Motivando e levando Alegrias

Várias Mídias no Brasil fizeram matéria minhas divulgando meu trabalho, tanto televisiva como Globo Nacional, Globo local, Fantástico entre outros, Rede Record Nacional, Rede Record local, Esporte Fantástico entre outros, Rede TV, SBT, TV Bandeirantes, TV Pé de Figo Valinhos, TV Sol Comunidade Indaiatuba, vários programas de Rádios, CBN Campinas (Radio Globo), Radio Nova Sumaré, Radio Nova Aliança, Radio Morada do Sol Litoral, Várias matérias em Jornais Expresso, Várias Revistas Esportivas

Agradecimento:

Quero agradecer a Connection Japan e Mokuhyou Shinbun por Reconhecimento do meu Trabalho e a Divulgação, e pela oportunidade de mais pessoas Conhecerem minha História de Vida Esportiva e Superação.
Minhas histórias nas mídias abrem portas para futuros, patrocinadores e também para pessoas que ficarem interessadas de contratar um Trabalho de Personal Trainer. Tanto futuros patrocinadores como as pessoas interessadas no meu trabalho, me encontram nas minhas redes Sociais

Meu Canal do Youtube: MulherMaravilha WonderWoman

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Links de Matérias:

Matéria no Esporte Fantástico falando um pouco sobre meu apelido da Mulher Maravilha:

Matéria EPTV (Globo) Corrida Integração 26/ 09/ 2015:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Matéria TVB Record Campinas:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Reportagem TVB Make Up Run 2016:

Noivado no pódio da Corrida do Boldrini:

Comemorando a Lua de Mel na Maratona da Disney:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Carinho das pessoas:

Alguns vídeos do Voluntariado:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Casamento Caipira na festa junina – Hospital Boldrini.

Mulher Maravilha (atleta) Palhacinha Deca “De Uma Mãozinha Pro Boldrini” 2013.

Mulher Maravilha (atleta) Palhacinha Deca “De Uma Mãozinha Pro Boldrini”2013 Ilariê:

Palhaça Deca “De uma maozinha para o Boldrini 2012” 1º parte:

Palhaça Deca “De uma maozinha para o Boldrini 2012” 2º parte:

Mulher Maravilha – Atleta Eliete Malta – Festa de Natal o Boldrini 18-12- 2014:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – McDia Feliz 2015 (Com a Wonder Dog):

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – McDia Feliz parte 3 – 27-08-2016 (Com a Wonder Dog):

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Farra no elevador pós competição “kkkkk“.

Essa é para descontrair, fazendo o maior Sucesso na Disney “kkk”…

Mulher Maravilha (Atleta Eliete Malta) danca no Animal Kingdom Disney Orlando 2014:

Isabella Mascotinha do Atletismo Brasileiro corrida de rua, matéria dela para a Record Nacional:

Atleta Eliete Malta – Mulher Maravilha – Uma Homenagem a Nossa Maior Motivação! Wonder Dog Isabella:

Pagina da Isabella do Facebook:

Wonder Dog Isabella – Facebook.

Galeria de fotos

Fonte é créditos: Eliete Malta Ikeda (Mulher Maravilha) – Atleta Profissional.
Bacharel e Licenciada em Educação Física.
E-mail: [email protected]


Leandro Ferreira | Connection Japan ®

Editor "jornalista", analista de sistema, webmaster, programador, "nerd". Amo animes, as vezes jogo League of Legends . Luto, pelo meu amado Pai, que Deus o tenha e abençoe a todos nós.

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