JS Takanami retorna ao Japão após missão no Oriente Médio

O JS Takanami retornou à base da Força Marítima de Autodefesa em Yokosuka, Prefeitura de Kanagawa, na terça-feira, de uma missão no Oriente Médio.

O navio do MSDF foi o primeiro destróier japonês a realizar atividades de coleta de informações no Oriente Médio para garantir a segurança das rotas marítimas para navios ligados ao Japão, com base em uma decisão tomada pelo gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe no final do ano passado.

A missão foi entregue ao JS Kirisame, outro destruidor do MSDF.

O Takanami iniciou suas atividades em alto-mar no norte da Arábia e outras águas em 26 de fevereiro, de acordo com o artigo 4 da lei do estabelecimento do Ministério da Defesa, que exige a realização de pesquisas e estudos necessários.

Como parte da missão, o contratorpedeiro verificou o curso de um total de cerca de 8.000 navios que viajavam pela área no período de 9 de junho. Nenhum incidente incomum que poderia ter desencadeado uma ação de segurança marítima com base na lei das Forças de Autodefesa ocorreu durante o missão.

Os membros da tripulação do Takanami tomaram medidas preventivas contra o novo coronavírus, como não desembarcar do navio enquanto ele estava atracado para reabastecimento.

Em uma cerimônia realizada na base de Yokosuka após o retorno do destróier, o ministro da Defesa, Taro Kono, agradeceu aos membros da tripulação dos Takanami por seu serviço. “Acho que foi frustrante que o pouso tenha sido estritamente restrito durante a missão” devido à pandemia de coronavírus, observou ele.

“Estou muito orgulhoso de todos vocês por terem completado a missão admiravelmente, mantendo um alto moral e disciplina, mesmo em circunstâncias difíceis”, acrescentou o ministro.

Parentes dos cerca de 200 tripulantes não compareceram à cerimônia devido ao risco de infecção pelo vírus.

As aeronaves de patrulha P-3C operadas pelo MSDF também estão envolvidas na missão de coleta de informações na região, bem como em operações antipirataria no Golfo de Áden, na Somália.

Fonte: Japan Times/Kyodo // Créditos da imagem: Kyodo

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