Funcionário da Amazon fez uma IA para impedir que seu gato trouxesse animais mortos para casa

O aprendizado de máquina pode ser uma adição incrível à caixa de ferramentas de qualquer pessoa, ajudando a corrigir esse pequeno problema na vida que nenhum dispositivo comercial pode manipular.

Para o gerente de produtos da Amazon, Ben Hamm, o problema era impedir que o seu “gato assassino e doce”, Metric, trouxesse para casa presas mortas e meio mortas no meio da noite e acordá-lo.

Hamm fez uma apresentação divertida sobre o assunto no Ignite Seattle (que vimos via Synced) e você pode assistir a um vídeo de sua palestra acima. Em suma, para impedir que a Metric seguisse seus instintos, Hamm conectou a aba de gato em sua porta a uma câmera habilitada para IA (o próprio DeepLens da Amazon) e um sistema de bloqueio alimentado por Arduino.

Imagens de treinamento coletadas e rotuladas à mão por Hamm. (Sim, esses números estão nos milhares. Isso é muita classificação de dados!)

A câmera foi carregada com algoritmos de visão de máquina treinados pelo próprio Hamm. Eles identificaram se a Metric estava indo ou vindo e se ele tinha presas em sua boca. Se a resposta fosse “sim”, a aba do gato travaria por 15 minutos e Hamm receberia um texto. (Em um belo floreio, o sistema também envia uma doação, ou “dinheiro de sangue” como Hamm chama, para a National Audubon Society, que protege os pássaros que os gatos amam matar).

É uma breve apresentação, mas ilustra perfeitamente a utilidade cotidiana da IA. Como mostra Hamm, um pouco de inteligência pode ir longe – pode até ser mais esperto que um gato.

Fonte: The Verge

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