O Facebook, a Google, o YouTube e o Twitter, mais citados no dia do massacre, até se esforçaram bastante, mas o terrorista conseguiu mostrar a barbárie em tempo real durante 17 minutos e esse conteúdo se espalhou de forma muito ampla e rápida.

Embora essas empresas tenham conseguido remover grande parte das postagens, o 4chan e o 8chan, que possuem moderações consideradas mais “flexíveis”, continuaram aceitando a troca de arquivos sobre o assunto.

Embora uma boa parcela dos usuários do 4chan e do 8chan tenham achado a restrição um tanto controversa e arbitrária, todas as operadoras que participam desse banimento tem uma opinião semelhante. A Vodafone Australia, a Telstra e a Optus, na Austrália; e a Spark, a Vodafone, a Vocus e a 2degrees, na Nova Zelândia; acreditam se tratar de uma razão especial, que excede um pouco às regras convencionais por se tratar de uma ação necessário em um momento de urgência.

Na Nova Zelândia, o cerco é maior e quem compartilha os vídeos estão sendo presos — vale destacar que por lá as proteções de liberdade de expressão não são tão amplas como nos Estados Unidos. O ban do 4chan e do 8chan é temporário e ambos devem ser liberados “quando os vídeos do ataque forem removidos”. Ou seja, não há previsão de quando essa restrição deva acabar.

Fonte: Pixabay

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Leandro Ferreira | Connection Japan ®

Webmaster, programador, desenvolvedor e editor de artigos.

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