Foto: Riot Games

Conversamos com Thulio “SirT” Carlos após a vitória do Flamengo contra a Team One na Série de Acesso para o segundo split do CBLOL 2018. Confira:

SirT: “Olha eu não estou conseguindo nem respirar direito. Quando acabou o jogo eu não conseguia nem acreditar que tinha acabado. Acho que nós passamos por muitas dificuldades, tanto dentro quanto fora de jogo, então ganhar é um alívio.

Estava com saudade do Estúdio?

SirT: “Eu ainda não tinha jogado nesse novo estúdio, mas eu tinha saudade de jogar no estúdio. Eu me sinto realmente em casa sabe? Tirei meu tênis, estava jogando tranquilo. Eu realmente estava com saudade de jogar aqui.”

Então… Você se sente mais em casa jogando no CBLOL?

SirT: “Olha, para ser sincero sim. Eu estava me cobrando muito em subir para o CBLOL, individualmente. Eu queria provar para mim mesmo que eu conseguia e para todo mundo, aqui eu me senti em casa, no CBLOL.”

Foto: Riot Games

 

A Camisa do Flamengo pesou durante a série?

SirT: “Eu não sei se a camisa em si pesou, do Flamengo, mas o nome pesou. Principalmente no último jogo… A gente sempre teve a obrigação de ganhar, a gente sempre tentou usar isso no máximo para contribuir para o time. Sendo que quando está 2 a 2 uma série, você começou ganhando e depois começa a perder, tem essa pressão. Tem que acalmar, ver o que é melhor na hora e tudo mais.”

A Team One tem jogadores novos e você é um veterano. Você acha que isso te ajudou?

SirT: “Eu ser um veterano eu acho que me ajudou bastante. Logo no primeiro jogo eu já tinha entendido como iria ser a série. Eu vi que eles não estavam botando tanto ritmo de jogo então eu vi que nós poderíamos jogar o nosso jogo, sem precisar forçar muito. Querendo ou não, a gente errou bastante em alguns jogos, então, isso permitiu que eles empatassem a série e isso fez com que ficasse muito disputado.”

Como você vê a trajetória do Circuito Desafiante do Flamengo?



SirT: “Para mim a trajetória do Circuito Desafiante foi complicada. O nosso time tem jogadores excelentes e como um grupo em si, as vezes a gente jogava bem e as vezes a gente jogava mal. A gente não conseguiu se organizar muito bem. Acho que a partir da semifinal do Desafiante nós estávamos bem mas na final a gente não conseguiu jogar. Não pensamos no time, vimos isso e tentamos consertar para esse jogo contra a Team One. Acredito que conseguímos sim, mesmo sendo jogos difíceis, deu para ver nos primeiros jogos que estávamos impondo pressão em time. Eu acho que até perdendo mesmo, estávamos perdendo em time e não por uma pessoa, individual ou algo do tipo.”

Teve algum jogador do Circuito que você não conhecia e te surpreendeu?

SirT: “Quem eu não conhecia jogando muito é o Anyone, mid da IDM. Eu acho que ele é um moleque que joga muito, tem muita mecânica. Eu conhecia pouco ele de soloQ para ser sincero, eu não enfrentava muito ele mas ver ele no Circuito Desafiante me surpreendeu bastante.”

Em algum momento passou pela sua cabeça que vocês não iriam conseguir subir?

SirT: “Ahh… Eu acho que em nenhum momento eu pensei que não iria subir. Mas sabe, quando você tem a última chance e está 2-2… Querendo ou não, passa um pouco, dentro de jogo até ‘será que vamos conseguir subir’ e tudo mais. Mas é muito rápido, até lá um jogador já puxou e falou ‘vamos ganhar, vamos ganhar esse jogo!’ e todo mundo já foi para cima. Se deixarmos cair, a gente perderia o jogo, mas acho que o papel psicológico do time foi fundamental para nós ganharmos essa série.”

*Entrevista realizada em parceria com Evelyn Mackus, repórter do Mais E-Sports.

Fonte: maisesports.com.br

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Leandro Ferreira | Connection Japan ®

Webmaster, programador, desenvolvedor e editor de artigos.

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