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Shizuoka e Yamanashi visam aliviar as multidões no Monte Fuji

KOFU, YAMANASHI PREF. – Os governos provinciais de Yamanashi e Shizuoka adotaram na terça-feira alvos para o número de escaladores em algumas rotas do Monte Fuji.

A medida é projetada para evitar que a montanha, Patrimônio Mundial da Unesco, fique lotada de muitos caminhantes.

A meta para o número máximo diário de alpinistas foi estabelecida em 4.000 para a rota Yoshida no lado Yamanashi e 2.000 para a rota Fujinomiya no lado Shizuoka.

Os números serão informados à UNESCO até o final de novembro.

As prefeituras não têm planos de regular a entrada na área da montanha. Em vez disso, eles pretendem controlar o número de escaladores, fornecendo um calendário de previsão de multidão.



O número de escaladores de verão no topo da montanha 300.000 em um ano movimentado.

Quando um comitê consultivo da UNESCO recomendou o registro do Monte Fuji para o Patrimônio Mundial em 2013, ele alertou que o grande número de pessoas que caminham está colocando grande pressão na trilha e nas cabanas, pedindo um estudo da capacidade das rotas de escalada.

As prefeituras realizaram pesquisas de multidão de 2015 a 2017, em parte distribuindo dispositivos de GPS para escaladores.

Além de confirmar que a montanha está lotada nos finais de semana e feriados, os levantamentos também descobriram que o congestionamento tende a ocorrer quando o número de escaladores da rota Yoshida chega a 4.000 e aquele da rota de Fujinomiya chega a 2.000.

As prefeituras não definiram metas numéricas para as outras duas rotas, que atraem menos alpinistas.

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